sexta-feira, 23 de janeiro de 2026

Pipocam movimentos para derrubar a ditadura: Caminhada pela Liberdade, faróis acesos de dia e buzinaço nacional ao meio-dia de domingo 25

Nikolas Ferreira lidera a Caminhada Pela Liberdade, na luta
pela soltura imediata de todos os presos políticos no Brasil

RAY CUNHA

BRASÍLIA, 23 DE JANEIRO DE 2026 – Lula da Silva e seus seguidores usam a expressão “democracia relativa”, argumentando que a Venezuela não é uma ditadura, mas uma democracia relativa, bolivariana, totalitária. É claro que os estúpidos, os jumentos, engolem essa baboseira, daí que os intelectualoides usam e abusam dessa barbaridade.

O Brasil também vive uma democracia relativa. A Constituição foi engavetada, o Congresso Nacional é ignorado e Lula governa por meio do Supremo Tribunal Federal (STF). A única pessoa que pode autorizar impeachment de ministro do Supremo é o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil/AP), mas Alcolumbre está de quatro para o Supremo, assim como o presidente da Câmara, Hugo Motta. O regime tem até banco, o Master.

A consequência disso é que há centenas de presos políticos, pelo crime de criticar o regime: parlamentares, jornalistas, donas de casa e velhinhos. Alguns já morreram na prisão. O caso mais emblemático é o do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que, em vez de estar em uma UTI, porque se encontra morre não morre, está preso na Papuda, a Penitenciária de Brasília, sentenciado a 27 anos e três meses pela Primeira Turma do Supremo, sob a alegação de que liderou um golpe de Estado, em 8 de janeiro de 2023. Nesse dia, nem no Brasil Bolsonaro estava. Bota imaginação nos operadores do sistema.

O povo brasileiro não é como os franceses, que tocam fogo no país e degolam reis quando querem fazer prevalecer sua vontade. Nem como o povo iraniano, que, mesmo assassinados aos milhares, à bala, estão derrubando o Estado terrorista do Irã, parceiro de Lula.

Assim, os brasileiros procuram encontrar soluções menos trágicas para derrubar os abortos de ditador que aterrorizam o povo. O deputado federal Nikolas Ferreira (PL/MG) deu início, segunda-feira 19, à Caminhada pela Liberdade, de 240 quilômetros, entre Paracatu/MG e Brasília/DF, pela BR-040, com chegada prevista domingo 25, na Praça do Cruzeiro, no Eixo Monumental, à altura do Sudoeste, bairro de Brasília.

À medida que Nikolas avança, a multidão vai aumentando. Ao chegar a Brasília, espera-se que centenas de milhares de pessoas se reúnam na Praça do Cruzeiro para exigir a soltura dos presos políticos, imediatamente, com anistia total, inegociável.

As pessoas que não poderão estar em Brasília neste domingo começaram também um protesto nas cidades e estradas de todo o Brasil: motoristas em movimento deixam os faróis dos seus carros acesos durante o dia, mesmo nas circunstâncias em que não seja obrigatório, até que os presos políticos sejam libertos.

Ainda, ao meio-dia de domingo deverá soar um buzinaço em todas as cidades do país. Um aviso de que os comunistas poderão até tomar conta do país, mas não gozarão de boa pressão arterial.

Quanto à China, que estava comprando tudo na América do Sul, principalmente no Brasil, onde comprou até mina de urânio, já foi apeada pelos Estados Unidos. Os chineses engoliram o choro, pois além de não darem conta dos Estados Unidos em uma guerra convencional não querem perder mercado.

A Rússia não meterá a cara, nisso. Os russos têm bombas atômicas capazes de explodir todo o sistema solar, mas não são suicidas, tanto que não vai demorar para levarem Vladimir Putin ao cepo.

E o Irã? O queridinho de Lula está mais perdido do que cego em tiroteio.

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