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| Manifestação, domingo 18, na frente do Banco Central |
RAY CUNHA
BRASÍLIA, 19 DE JANEIRO DE 2026 – Não basta esperar que as bacanais patrocinadas pelo Banco Master venham a público. Nem deixar tudo por conta de Donald Trump. Apesar do 8 de janeiro, se o povo não for para as ruas, como no Irã, vamos viver como escravos, comendo nossos pets e lixo, como em Cuba, na Venezuela, na China, na Coreia do Norte.
Quando o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) anunciou que Lula da Silva seria o presidente da República a partir de 1 de janeiro de 2023, até 8 de janeiro, o povo foi para as ruas e acampou na frente dos quartéis militares, em todo o país, acusando o TSE de fraude e pedindo aos militares que interviessem, dando a vitória para o presidente Jair Messias Bolsonaro, que concorria à reeleição.
Em 8 de janeiro, o presidente do TSE, o ministro do Supremo Tribunal Federal (TSE), Alexandre de Moraes, mandou prender todo mundo que acampava na frente do quartel general do Exército, em Brasília, e quem a polícia pode pegar em manifestação na Praça dos Três Poderes, mais de mil pessoas, entre as quais famílias com anciãos; acusou-as de golpe de Estado, liderados por Bolsonaro, que se encontrava nos Estados Unidos, e as jogou na prisão, onde alguns já morreram e outros estão morrendo aos poucos, debilitados, como é o caso de Bolsonaro, que, a qualquer momento, virá a óbito. Consolidava-se, naquele momento, a ditadura da toga.
Recentemente, o presidente norte-americano, Donald Trump, impôs sanções econômicas ao Brasil e aplicou a Lei Magnitsky a Alexandre de Moraes e à sua esposa, a advogada Viviane Bastos de Moraes, por violações de direitos humanos e censura. A Direita brasileira logo elegeu Trump herói nacional. Poucos meses depois, Trump retirou as sanções e a Lei Magnitsky, em troca de que Lula da Silva podasse seus negócios com o regime totalitário da China e cedesse terras raras para Tio Sam. A indignação varreu a Direita. De herói, Trump caiu para traidor.
O brasileiro é assim: sofre de fé cega. Acredita, como os evangélicos, que Jesus, ou seja, Deus, é fiel a ele e que vai tomar seu partido, porque se acha do bem. Deus não se mete na vida de absolutamente ninguém, pois Deus é de todos; cada qual é responsável pelos seus atos. O problema é que a estupidez, caracterizada pela impossibilidade de raciocínio impede o senso crítico. A ditadura, no Brasil, só acabará se o povo assim o decidir. Não são as Forças Armadas nem Trump que imporão a democracia plena.
Falta, ao povo brasileiro, uma identidade que lhe desperte sentimento pátrio. Pelo contrário, há alguns fatores que jogam brasileiros contra brasileiros. O cadinho da mestiçagem é um deles. Brasileiros europeizados contra negros e mestiços. O Sudeste e o Sul que se considera, ariano frente aos nordestinos e amazônidas.
Durante o Império, o imperador unia os brasileiros. Após o golpe militar da República, os republicanos produziram uma propaganda tão feroz contra o Império que até hoje a História do Brasil, estudada nas escolas e universidades, está cheia de mentiras. Nem a propaganda no regime de Getúlio Vargas os superou. Os republicanos tiraram da História os verdadeiros heróis e os substituíram por mitos, além de avacalharem com a importância dos lusitanos e da Família Real na formação do Brasil.
Desde a Revolução Russa de 1917 que os comunistas ambicionam tomar conta do Brasil, que é um subcontinente paradisíaco, tanto em beleza e clima quanto por seu litoral e reservas de água doce de superfície, reservas biológicas e metais, além da questão geopolítica, pois quem dominar o Brasil pode melhor se posicionar para destruir os Estados Unidos, o império que garante a Pax Americana.
Em 32 de março de 1964, os militares aplicaram um golpe, a Ditadura dos Generais, que durou até 1985. Durante a ditadura, enquanto os militares tentavam acabar com os comunistas na bala, os comunistas aparelhavam as universidades, a imprensa e os artistas. Quando acabou a ditadura estava tudo aparelhado e os militares ainda anistiaram os guerrilheiros comunistas.
Em 1990, o ditador de Cuba, Fidel Castro, e Lula da Silva, fundaram o Foro de São Paulo, um cartel latino-americano de ditadores comunistas, narcotraficantes, terroristas, guerrilheiros, militantes de Esquerda, todos dispostos a varrer os Estados Unidos da face da América.
Em 1 de janeiro de 1995, o comunista Fernando Henrique Cardoso, do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), braço do Partido dos Trabalhadores (PT), de Lula da Silva, chega ao poder, de onde só saiu oito anos depois, em 1 de janeiro de 2003, substituído pelo candidato de Cardoso, Lula da Silva, de extrema Esquerda.
Resultado: Lula da Silva está, até hoje, no poder, agora, em vias de instalar, definitivamente, uma ditadura nos moldes da China, sua parceira.
E o povo? O povo vota. Mas há três problemas: vota em urnas inauditáveis e em bandido. Primeiro, porque o sistema eleitoral brasileiro foi planejado para cegar o eleitor, e, depois, o eleitor vive sob o cabresto curto dos coronéis de barranco. O terceiro problema são as migalhas que o Estado proporciona ao eleitor, garantindo feijão com arroz e cachaça, de modo que não precise procurar emprego, mas apenas curtir os campeonatos de futebol e o Carnaval na televisão. Enfim, estimulando a estupidez.
Jambu é um erva largamente usada como tempero na Amazônia, principalmente no tacacá. Adormece as papilas gustativas, gerando uma sensação especial no sabor da famosa iguaria amazônica. Os amazônidas continuam entorpecidos por um efeito semelhante ao provocado por jambu, mas seu entorpecimento é o mesmo que sentiam no Brasil colonial, quando foram escravizados pelos portugueses.
Hoje, são escravizados pelos próprios amazônidas, políticos e empresários, que continuam explorando os povos da Amazônia, explorando minerais, traficando, inclusive crianças, e incendiando a floresta, em uma atividade infernal de terra arrasada, típica dos comunistas.
O Sudeste e o Sul não deixam de ter razão quando falam mal dos nordestinos e amazônidas, pois arcam com as despesas mais pesadas, pagam os impostos escorchantes e repõem os trilhões que o Estado gasta a rodo, ou, simplesmente, desvia.
A solução? Esperam por um Dom Pedro I ou por Donald Trump. Ou seja, dormem em berço esplêndido. Não compreendem o exemplo de Dom Pedro I. E Trump retirou as sanções e a Magnitsky porque Lula da Silva se arreganhou para ele e deu tudo o que Trump queria. Ainda não se sabe que tudo é esse, mas desconfia-se que é muito.
Só quem pode resolver o nosso problema, a ditadura, é o povo! O povo! Por isso, a solução ainda vai demorar. Vai depender de estratégia. Só quando tivermos uma elite patriótica, com jornalistas, empresários, intelectuais, bilionários, que pensem no Brasil como nação e não como puteiro, e invistam nas crianças e jovens, é que seremos, não digo uma Suíça, ou Dinamarca, ou Suécia, ou Israel, mas, pelo menos, teremos o mesmo sentimento pátrio de um americano.
Tentar arrombar a casa de um americano é pedir chumbo quente no couro. Um Pearl Harbor, então, é uma declaração de guerra. Sabemos como terminou a Segunda Guerra Mundial, com os americanos despejando as primeiras bombas atômicas no Japão.
Os americanos sabem muito bem o que são e o que querem. Uma coisa é certa, de alguma forma, Trump acaba fazendo o papel de Dom Pedro I, garantindo a nossa soberania. Aliás, os comunistas tentam confundir o povo afirmando que Trump quer acabar com a nossa soberania. Soberania só é possível quando o povo sabe quem é e o que quer, garantindo, assim, uma identidade nacional, o tutano de uma nação. Quando Trump nos defende da China livra-nos do inferno, literalmente. Trump não é Dom Pedro I, mas um reforço contra a ditadura. Democracia depende do povo.
Desde a descoberta da América e Caribe pelos ibéricos e desde os impérios português e espanhol, no século XV, que o Novo Continente é ambicionado pelas potências hegemônicas e pelo comunismo, a maior máfia do mundo, pois as Américas guardam as maiores províncias biológicas e minerais do planeta, principalmente o território brasileiro. Desde a União Soviética, a América do Sul, especialmente o Brasil, é alvo da ambição dos comunistas, que vivem em regime ditatorial e são como gafanhotos, como parasitas do capitalismo. Atualmente, a China, maior ditadura do planeta, vem investindo pesadamente no Brasil, quintal geopolítico dos Estados Unidos, a maior democracia do mundo.
Metais de terras raras são utilizados na indústria de smartphones a turbinas eólicas, LED, TVs, baterias de veículos elétricos, aparelhos de ressonância magnética, satélites, computadores, tecnologia militar, caças, submarinos, lasers, mísseis Tomahawk etc. A China controla 92% da produção global de terras raras na etapa de processamento. Entre 2020 e 2023, 70% das importações americanas de compostos de terras raras saíram da China, segundo relatório do Serviço Geológico dos Estados Unidos.
O Brasil é o segundo país em reservas de terras raras do planeta, atrás somente da China. Os Estados que concentram as maiores reservas são Goiás, Minas Gerais e Amazonas. O município com as maiores reservas e projetos de exploração é Minaçu, em Goiás, seguido por Poços de Caldas e Araxá, em Minas Gerais, que também produz nióbio. Seguem-se São Gabriel da Cachoeira, no Amazonas, e Caracaraí, em Roraima. Mas a cidade que mais se destaca neste mapa é Poços de Caldas, município do sul de Minas Gerais, com 171.533 habitantes (IBGE, 2024), famoso pelas suas águas termais. Poços é o epicentro de uma das regiões mais desenvolvidas do país, relativamente próxima de São Paulo e Rio de Janeiro.
Os americanos estão de olho no Brasil, principalmente Poços de Caldas. As instituições que zelam pela democracia no Brasil, como a Associação do Brasil de Jornalistas Independentes e Associados (Ajoia), sediada em Belo Horizonte/MG e com representantes em todo o país, precisam esclarecer para o povo que o mais importante de tudo não é Carnaval, futebol e cerveja, mas soberania. Contudo, soberania só se tem com democracia plena, e democracia plena só se tem mandando os tiranos para o inferno.
Enquanto isso, Bolsonaro é torturado até a morte ao vivo em espetáculo horrendo para a plateia de estúpidos. Bem que o filósofo Olavo de Carvalho alertou a Direita de que não há mais democracia no Brasil, mas a Direita ainda não se deu conta disso e acha que o Congresso Nacional ainda funciona, que ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) serão presos, que haverá anistia ampla, geral e irrestrita, que o senador Flávio Bolsonaro (PL/RJ) será eleito presidente em 2026 e que o presidente Lula da Silva se importa com sanções americanas e de aliados dos Estados Unidos.
O Congresso só faz o que o Supremo manda, pelo andar da carruagem não haverá anistia alguma, os presos políticos morrerão na cadeia, Flávio Bolsonaro será preso, como qualquer candidato da Direita, Lula da Silva será perpetuado na Presidência da República e o Brasil se consolidará como um Estado narcotraficante. O regime endurecerá, consolidará sua parceria com a China, que, por sua vez, começará a ocupar todo o Brasil, instalando fazendas e bases militares do tamanho de países.
Nessas alturas, o maior líder da Direita, Jair Messias Bolsonaro, estará enterrado, após oito anos de perseguição tentando assassiná-lo.
A menos que Donald Trump, xerife do mundo, faça justiça à Pax Americana, capture ou mate os chefões do narcotráfico da Ibero-América para o Centro de Confinamento do Terrorismo de El Salvador.
Fé cega não funciona. Fé significa propósito e disposição. Sem ação nada acontece. Por hora, o povo brasileiro que deseja democracia de verdade tem que pôr a mão na massa, senão terá que sobreviver como na Coreia do Norte, onde a população é escrava do ditador Kim Jong-um, senhor da vida e da morte.
A grande inteligência é sacar o futuro, com visão geopolítica e maquiavélica. O filósofo da Direita, Olavo de Carvalho, sacou, escreveu e deixou vídeos sobre o futuro do Brasil. Disse que Lula da Silva não voltará para a prisão e que a Direita será massacrada, porque não consegue enxergar a realidade. Está cega para o futuro. Não consegue ver que no comunismo não há futuro para seus filhos e netos, pois a Escola e a Universidade foram aparelhadas para estupidificar as crianças e os jovens.
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer. Trump já demonstrou que está do lado da democracia, da liberdade de pensamento, da liberdade de ir e vir, das pessoas escolherem o que querem das suas vidas, sem que o Estado se meta na vida delas. Mas Trump só pode ir até certo ponto, a partir do qual precisa receber sinal verde para atacar. A democracia não cai do céu. Não se iludam. Sacudam o torpor.
As máquinas serão cada vez mais inteligentes, porém jamais terão consciência, serão sempre estúpidas. Até computadores quânticos são estúpidos, porque nunca terão consciência, vida, e vida implica em liberdade, que é o antônimo de estupidez. Há mais estupidez do que assistir Bolsonaro sendo torturado, assassinado, em um BBB horrendo, 24 horas por dia?
Isso faz parte de um plano de poder, vingança e crueldade. E de sadismo e estupidez de quem assiste ao espetáculo horrendo, enquanto come, fornica, rouba, estupra e mata com estupidez suína.

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