quinta-feira, 30 de maio de 2024

O Riso

Josiane Souza Moreira Cunha e Ray Cunha na Praia
do Meireles, em Fortaleza/CE (20 de maio de 2024)


RAY CUNHA 


Deus criou o mundo, as pessoas, os animais, os vegetais

Mas faltava alguma coisa, apesar do azul

Da imensidão e os murmúrios do mar

E da luz, que da criação é o triunfo

 

Alguma coisa faltava

Pois a criação de Deus é perfeita

Só se ouvia silêncio nas estrelas, nas galáxias

Apesar da luz do Universo

 

Por que a criação não estava completa? O que faltava?

Por que não se sentia, ainda, alegria?

Era a interrogação que a tudo perpassava

 

Então, Deus criou a Josiane

E deu a ela o riso

Acendeu-se a luz e fez-se a perfeição

terça-feira, 28 de maio de 2024

A IDENTIDADE CARIOCA: jornalista encontra o Tesouro dos Jesuítas do Morro do Castelo

O Último Tamoio: A IDENTIDADE CARIOCA - Clube de Autores

O Tesouro dos Jesuítas do Morro do Castelo existe? Ou se trata apenas da maior lenda urbana do Rio de Janeiro? O jornalista Reinaldo Loyola de Carmela, da revista A Carioca, descobre, na Biblioteca Nacional, um documento dando conta de que o Tesouro do Morro do Castelo é real e parte para uma investigação para elucidar o mistério: o tesouro existe ou não? Se existe, onde está? A jornada revela muito mais: como nasceu a identidade carioca e o Brasil. Saiba onde se encontra o maior tesouro da Cidade Maravilhosa neste thriller de tirar o fôlego.

RAY CUNHA nasceu em Macapá/AP, cidade situada na esquina do maior rio do mundo, o Amazonas, com a Linha Imaginária do Equador, na Amazônia Atlântica. É jornalista e terapeuta em Medicina Tradicional Chinesa, além de escritor, autor dos romances: A CASA AMARELA, FOGO NO CORAÇÃO, JAMBU, O CLUBEDOS ONIPOTENTES, HIENA e A CONFRARIA CABANAGEM.

sexta-feira, 17 de maio de 2024

A IDENTIDADE CARIOCA: Roberto Carlos, Olivar Cunha e o Tesouro do Morro do Castelo

Ebook da amazon.com.br de A IDENTIDADE CARIOCA

RAY CUNHA 

BRASÍLIA, 17 DE MAIO DE 2024 – Sessenta e sete toneladas de ouro e uma imagem em tamanho natural de Santo Inácio de Loyola, também em ouro, com olhos de brilhantes e dentes de pérolas, esse é o Tesouro dos Jesuítas do Morro do Castelo. Existe, ou se trata apenas da maior lenda urbana do Rio de Janeiro? 

O jornalista Reinaldo Loyola de Carmela, da revista A Carioca, descobre, na Biblioteca Nacional, um documento mencionando o tesouro e parte para uma investigação a fim de elucidar o mistério. Se o tesouro existe, onde está? A jornada revela muito mais: como nasceu a identidade carioca e o Brasil. Saiba onde se encontra o maior tesouro da Cidade Maravilhosa neste thriller de tirar o fôlego. 

Esse é o argumento do romance A IDENTIDADE CARIOCA, que, além de fazer uma revisão da História do Brasil, regatando-a das lentes dos historiadores marxistas e positivistas, mistura personagens de ficção com pessoas reais, como o cantor e compositor Roberto Carlos, ícone vivo do Rio de Janeiro. 

Reinaldo Loyola de Carmela é o herói da trama. Trata-se de personagem de ficção. Seu avô, Santiago Bragança de Carmela, migrou da Galícia para o Rio de Janeiro, juntamente com a esposa, Aline Martinez de Carmela, e o casal de filhos, Reinaldo e Lorena, em 1940, fugindo da Guerra Civil Espanhola. 

Empresário, contava com recursos guardados em bancos dos Estados Unidos e do Brasil. Escolhera o Rio de Janeiro devido ao seu único irmão, Felipe, que já morava na cidade e era proprietário de alguns imóveis no Centro e em Copacabana, onde inauguraram, em 20 de julho de 1969, o Hotel Tropical, no Posto 6 da Avenida Atlântica, entre as Ruas Francisco Otaviano e Joaquim Nabuco, defronte ao Forte de Copacabana, com infraestrutura futurística. 

O complexo arquitetônico do shopping e Hotel Tropical tinha três subsolos de garagem. O Bunker, a escola de tiro, ficava no terceiro subsolo, contando com cinco baias com 50 metros de comprimento e transportadores de alvos digitais e alvos metálicos, e salas de aula. Sobre o subsolo seguiam-se dois pisos de lojas. 

No terceiro pavimento funcionava uma praça de alimentação, três cinemas, sendo um de arte, um teatro e uma ampla galeria de artes plásticas, onde Reinaldo guardava parte das obras de arte que colecionava na Reserva Técnica. Possuía inclusive um Pablo Picasso, um nu, grafite sobre papel, formato 21 por 14, da fase figurativa; um Diego Velásquez, um óleo sobre tela do tamanho de dois A4 sobrepostos horizontalmente, sem preço, simplesmente magnífico: uma mulher nua montando um touro; um casal obeso de Fernando Botero, de um por meio metro; três mulatas de Di Cavalcanti, de meio metro por meio metro cada um; e 21 Orquídea Sá Tamborindeguy, de Roberto Bragança Tamborindeguy, posando de todo jeito, principalmente nua. 

Mas seu pintor favorito era Olivar Cunha, nascido na Amazônia, em Macapá/AP, cidade que fica na margem esquerda do Canal do Norte do Rio Amazonas, quando o maior rio do mundo se posiciona para despejar no Oceano Atlântico 200 mil metros cúbicos de água, por segundo. Reinaldo tinha sete telas de Olivar Cunha, entre as quais o impressionante Tuiuiú Crucificado, “o berro mais fovista, o grito mais expressionista” do pintor. 

Ele a pintou em três meses, em 1992, em Jacaraípe, distrito de Serra, na Grande Vitória do Espírito Santo. Trata-se de uma acrílica sobre tela, em espátula e pincel, de 1,20 metro por 1 metro. Pertence à fase que o pintor chama de Habitat Transform, desenvolvida no Rio de Janeiro/RJ e em Jacaraípe, após pesquisa sobre a devastação da flora e da fauna do Pará, do Amapá e do Pantanal. No centro do quadro, um tuiuiú crucificado emerge de uma Baía de Guanabara atolada em dejetos industriais, tendo ao fundo o Pão de Açúcar e os Arcos da Lapa. 

Olivar Cunha morava em Conduru, distrito de Cachoeiro de Itapemirim, no Espírito Santo, cidade natal do maior astro da música popular brasileira, Roberto Carlos. Pintor e restaurador, com cursos no Parque Lage, onde foi aluno de Charles Watson, e no Museu Nacional, Olivar Cunha se tornou o grande restaurador de arte sacra do Espírito Santo, tanto de estátuas quanto de telas. Foi assim que conheceu e pintou Santa Rita de Cássia, e aí resolveu pintar, em grafite sobre tela, com espátula e pincel, em tamanho natural, Santa Rita de Cássia abençoando Roberto Carlos. 

Um dos maiores ícones do Rio de Janeiro, e do Brasil, Roberto Carlos Braga mora na Urca, pertinho de onde Estácio de Sá fundou o Rio de Janeiro. Roberto nasceu em Cachoeiro de Itapemirim, em 19 de abril de 1941. Começou a sua carreira no início dos anos 1960, sob influência da Bossa Nova. Compositor, geralmente em parceria com o carioca Erasmo Carlos, fundou as bases do rock brasileiro. Estrelou um programa de auditório na TV Record chamado Jovem Guarda, que daria nome ao primeiro movimento musical do rock no Brasil. 

Os idealizadores do programa se inspiraram em uma frase do revolucionário russo Vladimir Lenin: “O futuro pertence à jovem guarda porque a velha está ultrapassada”. Gíria usada na Marinha, velha-guarda faz referência aos marinheiros mais antigos. No primeiro embarque em navio, os oficiais são chamados guarda-marinha, de modo que velha-guarda se refere aos instrutores mais antigos. O termo migrou para outras áreas, qualificando fundadores e pioneiros, como no mundo do samba, por exemplo. 

A casa da família em Cachoeiro de Itapemirim, no alto de uma ladeira no bairro do Recanto, é hoje a Casa de Cultura Roberto Carlos. Aos seis anos de idade, no dia de São Pedro, padroeiro de Cachoeiro, Roberto sofreu fratura da perna direita. Levado para o Rio de Janeiro, teve sua perna amputada abaixo do joelho e passou a usar prótese. Sonhava, na infância, tornar-se arquiteto, caminhoneiro, aviador ou médico, mas aprendeu a tocar violão e piano, a princípio com sua mãe e depois no Conservatório Musical de Cachoeiro de Itapemirim. 

Incentivado pela mãe, apresentou-se pela primeira vez em um programa infantil na Rádio Cachoeiro, aos nove anos, cantando o bolero Amor y más amor. O prêmio foram balinhas. Em 1955, apresentou-se na Rádio Industrial de Juiz de Fora (ZYT-9). Continuava cantando bolero. 

Na segunda metade dos anos 1950, Roberto Carlos se manda para o Rio de Janeiro, ouvindo muito rock and roll, como Elvis Presley, Bill Haley, Little Richard e Chuck Berry. Em 1957, conheceu um grupo de amigos que se reunia na Rua do Matoso e no Bar Divino, na Rua Haddock Lobo, na Tijuca: Sebastião (Tim) Maia, Edson Trindade, José Roberto China e Wellington Oliveira. Surgiu The Sputniks. Mas a banda não durou muito tempo. 

No ano seguinte, Roberto Carlos conhece Erasmo Carlos e começa a carreira solo na boate do Hotel Plaza, em Copacabana, cantando samba-canção e bossa nova. O cantor, compositor e produtor Carlos Imperial apresentava Roberto Carlos como o “Elvis Presley brasileiro”. Em 1959, Roberto lança o compacto João e Maria/Fora do Tom, imitando João Gilberto, um dos inventores da Bossa Nova, e dois anos depois lança seu primeiro álbum, Louco Por Você. 

Em 1968, no Festival de San Remo, na Itália, Roberto Carlos, então com 26 anos, conquista o primeiro lugar, com a música Canzone per te, de Sergio Endrigo e Sergio Bardotti. Foi a primeira vez na história do evento que um cantor estrangeiro conquistou o festival. 

De 1961 e 1998, Roberto lançou um disco inédito por ano. Já vendeu mais de 140 milhões de cópias de discos, gravados em português, espanhol, inglês, italiano e francês. Foi além da carreira musical: estrelou três filmes, inspirados na fórmula lançada pelos Beatles: Roberto Carlos em Ritmo de Aventura (1968), Roberto Carlos e o Diamante Cor-de-Rosa (1970) e Roberto Carlos a 300 Quilômetros por Hora (1971). 

No quadro de Olivar Cunha, Roberto Carlos é imortalizado recebendo a bênção de Santa Rita de Cássia. Margherita Lotti, Santa da Rosa e dos Impossíveis, Advogada das Causas Perdidas, nasceu em Roccaporena, Itália, em 1381, e faleceu em Cássia, Itália, em 22 de maio de 1457. Freira agostiniana da diocese de Espoleto, Itália, foi beatificada em 1627 e canonizada em 1900. Quando ela morreu, um suave perfume se espalhou por todo o Mosteiro das Irmãs Agostinianas, em Roccaporena. Seu corpo, que permaneceu incorrupto ao longo dos séculos, é venerado em uma urna de vidro no santuário de Cascia.

O pintor do Amapá, Olivar Cunha, e o grafite sobre tela de Santa Rita de Cássia

quinta-feira, 16 de maio de 2024

Alexandre Ramagem é a solução para o Rio?

Alexandre Ramagem: especialista no combate ao crime organizado

RAY CUNHA 

BRASÍLIA, 16 DE MAIO DE 2024 – O Rio de Janeiro é a cidade mais exuberante e maravilhosa do planeta e a mais importante do Brasil. Senão vejamos. Ergue-se na margem esquerda da boca da Baía de Guanabara, acidente geográfico que determinou a localização da cidade. Na margem direita, surge sua irmã, Niterói. As praias, tanto de uma como de outra, são, sejamos honestos, as mais encantadoras do mundo. O Rio nasce no mar e levanta voo nas encostas das montanhas, até o Cristo Redentor. De dia, sol, mar, a mais saborosa culinária do planeta, o cadinho étnico nas ruas. À noite, a cidade cintila. 

O Rio não é a capital do Brasil, porém tem mais funcionários públicos federais do que Brasília e sedia grandes estatais e instituições importantes. Muitos dos representantes do establishment brasileiro moram lá. Artistas do país inteiro quando não conseguem ainda jovens se mudar para o Rio sonham pelo menos em morrer lá, pois a cidade é a vitrine da cultura tupiniquim. E é a cidade que mais recebe turistas no Hemisfério Sul. 

Também é o paraíso da bandidagem. Mafiosos de toda parte adoram farrear no Rio. Desde o governo de Leonel Brizola, o crime organizado tornou zonas da cidade um estado dentro do estado. 

Eleger-se prefeito do Rio não é para amador. É necessário convencer quase dois milhões de eleitores de que o candidato vai resgatar o título de Cidade Maravilhosa. O atual prefeito, Eduardo Paes (PSD – Partido Social Democrático), é candidato à reeleição e aparece disparado como favorito. Já ocupou o cargo de 2009 a 2017. Especialista em cosmética, sua política é a do pão e circo. Há uma década administrando a cidade, o Rio é cada vez mais violento, com trânsito medonho e poluído. 

O Rio requer um candidato a prefeito que convença o carioca de que vai atacar, para valer, os problemas cruciais da cidade. Vou citar os quatro mais urgentes. Aparentemente, são problemas que só um presidente da República, ou um governador, poderá pelo menos dar início à solução. Mas não! Eles só precisam de um líder. Dinheiro há. O BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) não financiou porto em Cuba e metrô em Caracas? Até dinheiro chinês serve. 

Pois bem, o candidato do PL (Partido Liberal), deputado federal, o carioca Alexandre Ramagem, delegado da Polícia Federal e ex-diretor-geral da Abin (Agência Brasileira de Informação) no governo de Jair Messias Bolsonaro, tem tudo para isso. Comprometido com a família, a cidade e as instituições voltadas para o desenvolvimento, conhece bem o Rio e é um dos maiores especialistas brasileiros no combate ao crime organizado. 

Vamos lá aos problemas cruciais: em primeiro lugar, o Rio precisa da despoluição da Baía de Guanabara, útero da cidade. 

Em segundo lugar: construção da Linha 3 do Metrô, ligando o Rio a Niterói, por debaixo da Baía de Guanabara. 

Em terceiro lugar: criação de um centro de inteligência com especialistas e tecnologia de ponta capaz de direcionar as polícias Federal, Civil e Militar no combate à bandidagem, sob o lema “tolerância zero”. 

Em quarto lugar: ampliação do fornecimento de água encanada, energia elétrica e esgoto para a população em geral.

O CLUBE DOS ONIPOTENTES é um romance-reportagem que, não
por acaso, tem seu epílogo no Rio de Janeiro. Ao investigar tráfico de crianças em Brasília jornalista descobre plano sinistro para impedir, a qualquer custo, que o presidente da República seja reconduzido ao cargo. Este é o argumento da reportagem política e histórica de Ray Cunha em formato de romance. Misturando personagens de ficção e reais, vivos e mortos, e com ação nos planos material e espiritual, O CLUBE põe a nu o momento político atual, a tentativa permanente de assassinarem o ex-presidente Jair Messias Bolsonaro e destruírem seu núcleo familiar. Trata-se de uma advertência de que o comunismo é um
plano diabólico de magos negros que se materializam na
besta de onze cabeças e nove tentáculos.


segunda-feira, 13 de maio de 2024

Romance de ação e mistério A IDENTIDADE CARIOCA é um culto à cidade do Rio de Janeiro

Capa do e-book: O Último Tamoio, de Rodolfo Amoedo (1883)

RAY CUNHA 

BRASÍLIA, 13 DE MAIO DE 2024 – O thriller de ação e mistério A IDENTIDADE CARIOCA (Amazon, 233 páginas, 2024) investiga a maior lenda urbana do Rio de Janeiro: o Tesouro dos Jesuítas do Morro do Castelo. Em segundo plano, conta a história da Cidade Maravilhosa desde seu início, na Urca, até a Esplanada do Castelo. Também faz uma revisão da história do Brasil, resgatando-a dos historiadores comunistas e devolvendo à ribalta seus heróis. 

O romance, ambientado no Rio de Janeiro, visita os subterrâneos da cidade e algumas de suas instituições mais icônicas, como a Academia Brasileira de Letras (ABL) e o Cristo Redentor, além de escritores como Machado de Assis, Rubem Fonseca e Luiz Alfredo Garcia-Roza, bem como compositores e cantores como Antônio Carlos Jobim e Roberto Carlos. 

Inscrito na nona edição do Prêmio Kindle de Literatura, A IDENTIDADE CARIOCA pode ser adquirido na amazon.com.br ou na amazon.com

Capa da brochura: Cristo Redentor

domingo, 12 de maio de 2024

A mãe

Edição da amazon.com: Seringueira no muro do Colégio Amapaense

RAY CUNHA

BRASÍLIA, 12 DE MAIO DE 2024 – Ao retornar a Macapá, sua cidade natal, 27 anos depois, João Picanço Cardoso seguiu diretamente do aeroporto para a casa onde viveu até os onze anos de idade, e lá só encontrou a Seringueira. Uma velha seringueira esquelética desviava-se do muro do Colégio Amapaense. Ou era o muro que se desviava dela. Tinha uma cavidade no tronco que quase a transpassava. Pediu ao taxista que o aguardasse e foi até a Seringueira. Pegou no seu tronco. Lembranças afloraram à sua memória e o fizeram chorar, acomodado com a testa sobre o braço direito, encostado à seringueira. Uma senhora e uma criança passavam. A senhora quase para, mas seguiu adiante. Eram onze horas. O sol se tornara insuportável. João retornou ao táxi e deu a direção da casa de sua mãe, na Avenida Presidente Vargas. A mãe o aguardava no pátio da casa. Desceu do táxi, abriu o portão da cerca, a cancela do pátio e abraçou a mulher, quase machucando-a, e sentiu entrar no jardim imenso, de onde divisou os galhos mais altos da Mangueira, do Cajueiro e da Seringueira, antes de ultrapassar as grossas paredes amarelas.

Trecho final do romance A CASA AMARELA, à venda no Clube de Autoresamazon.com.br e amazon.com

Edição do Clube de Autores: Fortaleza de São José de Macapá

domingo, 5 de maio de 2024

Amazon lança A IDENTIDADE CARIOCA, novo thriller do romancista amapaense Ray Cunha

A IDENTIDADE CARIOCA, capa da edição em ebook. Foto
de 
O Último Tamoio, óleo sobre tela de Rodolfo Amoedo
– Museu Nacional de Belas Artes  Rio de Janeiro/RJ

RAY CUNHA 

Capa da brochura

BRASÍLIA, 5 DE MAIO DE 2024 O Tesouro dos Jesuítas do Morro do Castelo existe? Ou se trata apenas da maior lenda urbana do Rio de Janeiro? O jornalista Reinaldo Loyola de Carmela, da revista A Carioca, descobre, na Biblioteca Nacional, um documento mencionando a maior lenda urbana do Rio de Janeiro, o Tesouro do Morro do Castelo, e parte para uma investigação para elucidar o mistério: o tesouro existe ou não? Se existe, onde está? A jornada revela muito mais: como nasceu a identidade carioca e o Brasil. Saiba onde se encontra o maior tesouro da Cidade Maravilhosa neste thriller de tirar o fôlego – sinopse de A IDENTIDADE CARIOCA (Amazon, 233 páginas), deste escriba.

O livro foi inscrito e publicado na Amazon, dia 1 de maio, no Prêmio Kindle de Literatura, em sua nona edição. O prêmio, anual, é promovido pela Amazon e Editora Record. 

Em março deste ano, quando estive no Rio de Janeiro para lançar o romance JAMBU, fiz uma revisão das locações que utilizei na trama de A IDENTIDADE CARIOCA, as quais têm tudo a ver com a história da cidade e com a alma carioca, abarcando desde a descoberta da Baía de Guanabara pelos portugueses, em 1502, até os dias de hoje, com um Rio entregue ao crime organizado. Aliás, organizadíssimo. 

Mas a Cidade Maravilhosa está presente também, especialmente com uma Copacabana sempre feérica, bem como artistas que ajudaram a construir a identidade carioca. 

Em segundo plano à trama fictícia do romance faço uma revisão da História do Brasil, reconhecendo o legado com o qual os lusitanos nos presentearam, forjando o Coração do Mundo, Pátria do Evangelho. Conforme digo em JAMBU, caso exploda a terceira guerra mundial, a própria Terra se revoltará e a guerra, já devastadora, seria seguida por cataclismos fatais, que, associados à irradiação nuclear, tornariam inabitável o Hemisfério Norte, gerando êxodo em massa para a América do Sul, Austrália e sul da África. 

O Brasil seria dividido em quatro nações distintas, e somente uma quarta parte do território permaneceria com os brasileiros: a Região Sudeste, o estado de Goiás e o Distrito Federal. Os europeus ocupariam a Região Sul, o Uruguai, a Argentina e o Chile; os asiáticos, principalmente chineses, japoneses e coreanos, ocupariam Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraguai, Bolívia e Peru; o Nordeste seria ocupado pelos russos e povos eslavos; e os norte-americanos, canadenses e mexicanos ocupariam Venezuela, Colômbia e Amazônia brasileira. 

Ao pesquisar e ler amplamente sobre o Rio de Janeiro percebi, claramente, que foi lá que o Brasil começou, e que historiadores preconceituosos, positivistas ou marxistas criaram muitos mitos na História do Brasil. Um deles é o de que os portugueses só queriam saquear o país. Isso não é verdade. Além de garantirem a extensão territorial brasileira e a língua portuguesa em todo o território nacional, Dom João VI modernizou o país e o transformou em um império. 

E depois, os portugueses não tinham o preconceito étnico dos demais europeus. Assim, o Brasil é um cadinho étnico, gerando o povo brasileiro, mestiço de índio, europeu e africano, o que nos dá a vantagem de abrigarmos todas as religiões do mundo. Vantagem? Sim, vantagem! O que somos, senão espírito? E para onde vamos, senão para o plano astral? 

Na prática, atualmente, só precisamos acabar, o mais rapidamente possível, com o assassinato de presos políticos e com a censura, e criar uma instituição que defenda, realmente, a lei, ou seja, a Constituição. 

Você pode adquirir A IDENTIDADE CARIOCA em ebook, brochura ou capa dura. Descubra onde está o Tesouro dos Jesuítas do Morro do Castelo! 

RAY CUNHA nasceu na Amazônia Atlântica, no estado do Amapá, em Macapá, cidade situada na esquina do maior rio do mundo, o Amazonas, com a Linha Imaginária do Equador. É jornalista e terapeuta em Medicina Tradicional Chinesa, além de escritor, autor dos romances: A CASA AMARELA, FOGO NO CORAÇÃO, JAMBU, O CLUBE DOS ONIPOTENTES, HIENA e A CONFRARIA CABANAGEM; dos livros de contos TRÓPICO e AMAZÔNIA; e da coletânea de poemas DE TÃO AZUL SANGRA