quarta-feira, 27 de maio de 2026

Gritos e sussurros

Lembranças gritam quando o presente começa a parar; viram sussurros

RAY CUNHA 

BRASÍLIA, 27 DE MAIO DE 2026 – Rasguei os bruxos chineses da estante, da mesma forma que o poeta Isnard Brandão Lima Filho. A noite já se instalou no Sudoeste, bairro de Brasília/DF, suavemente. Não há estrelas e o azul escuro do início da noite já se diluiu. Só na minha alma há azul, tão azul que escorre e, como um rio, desemboca no mar. 

Sinto sabor de gin fiz e ouço a voz de Fernando Canto. Nós dois nos encharcamos de gin, gin inglês, até de madrugada. Sempre que nos encontrávamos lembrávamos do poeta Isnard Lima. Certa vez, o poeta dirigia seu carro com o pintor Olivar Cunha. O carro capotou e o poeta foi parar em uma cerca de arame farpado e ficou ali, durante algum tempo, parecendo roupa estendida em um varal. Lembramos disso. 

Não sei o que eram os bruxos chineses do Isnard. Os meus são essas lembranças que insistem em povoar minha mente nas noites abismais, lembranças que só tomamos ciência por causa dos gritos e sussurros. Os gritos e sussurros de Ingmar Bergman foram substituídos por literatura, também sueca, Stieg Larsson e Lisbeth Salander. Adoro Salander. Não sinto tesão por ela, apenas gostaria de bater um longo papo com ela, na cozinha, tomando café ou chá. 

Os sussurros, ouço-os tão nítidos! Vêm de alcovas, de madrugadas, de cheiro de mulher nua, de rosas vermelhas colombianas, de Charles Aznavour cantando uma canção triste que se passa em Veneza, da explosão do acme e do vazio que advém, e que só pode ser preenchido por um poema. 

Certa vez perguntei ao poeta Max Martins que valor prático poderia ter um poema e ele me respondeu que um poema não vale 10 reais, nem um quilo de feijão; um poema tem apenas emoção. Acho que é por isso que um poema pode mudar uma vida. Se não uma vida, mas, pelo menos, pode fazer uma mulher sorrir, e nada é mais valioso do que fazer uma mulher feliz. Se um homem tem o poder de fazer uma mulher rir é um homem poderoso. 

O problema é quando esses sussurros se transformam em gritos. Pode acontecer também o contrário e os gritos se tornarem sussurros, e é isso que sempre acontece. Quando rasgamos os bruxos chineses da estante é como o interior de uma luta marcial, com gritos lancinantes e explosões, até a tempestade amainar e se tornar sussurros. 

Ouço-os nitidamente. Vêm do passado, de toda parte. Acho que as lembranças crescem quando o presente começa a parar, quando, no caminho, surge um chavascal, quando ladrões, assassinos, mantêm presos políticos, quando ouvimos choro de criança. Choro de criança que está sofrendo é insuportável. 

Ainda bem que sou poeta e ficcionista; assim, posso criar personagens que conversam comigo, e, ainda, há pessoas que me amam, e, o mais importante de tudo, gosto da solidão, pois, na solidão, somos só nós com nós mesmos, com toda a nossa brutalidade, nossa sujeira, e nosso perdão, afinal, cometemos erros; às vezes, erros imperdoáveis, porque somos ignorantes. O tempo nos mostra a correção de rumo. 

O tempo é apenas uma sensação. É o agora. E é agora que a química do ato de rasgar os bruxos chineses acontece. Então, o absurdo dá lugar, novamente, à noite. Surgiram algumas estrelas e azul. E, os gritos, descubro que ecoam na minha alma. Já são sussurros. 

Skrik och viskningar 

RAY CUNHA 

BRASÍLIA, 27 MAJ 2026 – Jag rev sönder de kinesiska trollkarlarna från bokhyllan, på samma sätt som poeten Isnard Brandão Lima Filho gjorde. Natten har redan lagt sig över Sudoeste, en stadsdel i Brasília/DF, mjukt och stilla. Det finns inga stjärnor och den mörkblå tonen från kvällens början har redan lösts upp. Bara i min själ finns blått, så blått att det rinner över och, som en flod, mynnar ut i havet. 

Jag känner smaken av gin fizz och hör Fernando Cantos röst. Vi båda dränkte oss i gin, engelsk gin, ända fram till gryningen. Varje gång vi träffades mindes vi poeten Isnard Lima. En gång körde poeten sin bil tillsammans med målaren Olivar Cunha. Bilen voltade och poeten kastades in i ett taggtrådsstängsel där han blev hängande en stund, som tvätt upphängd på en klädstreck. Vi mindes det. 

Jag vet inte vad Isnards kinesiska trollkarlar egentligen var. Mina är dessa minnen som envisas med att befolka mitt sinne under de avgrundslika nätterna, minnen som vi bara blir medvetna om genom skrik och viskningar. Ingmar Bergmans skrik och viskningar har ersatts av litteratur, också svensk, Stieg Larsson och Lisbeth Salander. Jag älskar Salander. Jag känner ingen lust till henne; jag skulle bara vilja ha ett långt samtal med henne i köket, över kaffe eller te. 

Viskningarna hör jag så tydligt! De kommer från alkover, från gryningar, från doften av en naken kvinna, från röda colombianska rosor, från Charles Aznavour som sjungeren sorgsen sång som utspelar sig i Venedig, från explosionen av klimax och tomheten som följer, en tomhet som bara kan fyllas av en dikt. 

En gång frågade jag poeten Max Martins vilket praktiskt värde en dikt kunde ha, och han svarade att en dikt inte är värd tio reais, inte ens ett kilo bönor; en dikt har bara känsla. Jag tror att det är därför en dikt kan förändra ett liv. Om inte ett liv, så åtminstone få en kvinna att le, och inget är mer värdefullt än att göra en kvinna lycklig. Om en man har förmågan att få en kvinna att skratta, då är han en mäktig man. 

Problemet är när dessa viskningar förvandlas till skrik. Men det motsatta kan också hända: skriken blir viskningar, och det är precis vad som alltid sker. När vi river sönder de kinesiska trollkarlarna från bokhyllan är det som insidan av en kampsportstrid, med genomträngande skrik och explosioner, tills stormen lugnar sig och förvandlas till viskningar. 

Jag hör dem tydligt. De kommer från det förflutna, från alla håll. Jag tror att minnena växer när nuet börjar stanna upp, när en gyttjig träskmark dyker upp längs vägen, när tjuvar och mördare håller politiska fångar inspärrade, när vi hör ett barn gråta. Ett barns gråt när det lider är outhärdlig. 

Som tur är är jag poet och romanförfattare; därför kan jag skapa gestalter som talar med mig, och dessutom finns det människor som älskar mig, och viktigast av allt: jag tycker om ensamheten, för i ensamheten är vi bara oss själva med oss själva, med all vår brutalitet, vår smuts och vår förlåtelse, eftersom vi begår misstag; ibland oförlåtliga misstag, därför att vi är okunniga. Tiden visar oss vägen tillbaka. 

Tiden är bara en känsla. Det är nuet. Och det är nu som kemin i handlingen att riva sönder de kinesiska trollkarlarna sker. Då lämnar det absurda åter plats åt natten. Några stjärnor och lite blått har visat sig. Och skriken upptäcker jag ekar i min själ. Nu är de bara viskningar.

Flávio Bolsonaro afirma com todas as letras: Lula, PCC e CV mandam e desmandam no Brasil

Flávio Bolsonaro, Paulo Figueiredo e Eduardo Bolsonaro
ladeando Donald Trump no Salão Oval da Casa Branca

RAY CUNHA

BRASÍLIA, 27 DE MAIO DE 2026 – Após encontro, ontem, no Salão Oval da Casa Branca, em Washington, EUA, entre o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Republicano), e o candidato a presidente do Brasil, senador Flávio Bolsonaro (PL/RJ), Flávio recebeu a imprensa e, antes de responder aos repórteres, fez um breve discurso. 

“Hoje, tive a grande honra de ser recebido pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, no Salão Oval da Casa Branca. Cheguei às 15 horas e deixei o local às 16h40. Quero registrar, antes de qualquer coisa, que essa reunião não foi intermediada por nenhum empresário duvidoso. Foi um convite direto do presidente dos Estados Unidos, feito ao seu nível, entre líderes políticos.” 

Ao dizer “empresário duvidoso”, Flávio se refere aos irmãos Joesley e Wesley Batista, investigados no Brasil e nos Estados Unidos, que intermediaram uma reunião entre Trump e Lula da Silva, da qual Lula entrou e saiu pela porta dos fundos diretamente para a embaixada do Brasil nos Estados Unidos, com medo da possibilidade de ser preso, pois os narcotraficantes El Pollo e Nicolás Maduro comprometeram Lula em delação premiada. 

“Agradeço ao presidente Trump não só pela cordialidade com que me recebeu, mas por ter dedicado tempo da sua agenda para esse encontro. O presidente está, hoje, no meio da negociação de um acordo histórico de paz com o Irã, envolvido no planejamento da libertação do povo cubano e lidando com inúmeros outros temas que demandam diariamente a atenção do homem mais poderoso do mundo. Ainda assim, separou esse tempo. Isso mostra um prestígio enorme — e quero deixar claro: não um prestígio pessoal meu, mas do nosso país, do Brasil que ainda existe, apesar do governo Lula.” 

Ao referir-se ao “Brasil que ainda existe” Flávio adverte para o fato de que Lula da Silva vem destruindo o Estado brasileiro, sufocando o povo, para instalar uma ditadura comunista. Faz parte desse plano a ditadura da toga; o sinal verde sinalizando que a porta está aberta para o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV); a invenção do tragicômico Golpe de 8 de Janeiro; arrocho fiscal; e gastos estratosféricos de Lula e Janja da Silva, a primeira gastadora. 

“Quero também registrar algo que, ao meu conhecimento, é inédito na história do Brasil: nunca, antes, um presidente dos Estados Unidos recebeu no Salão Oval um pré-candidato brasileiro à Presidência da República em pleno ano eleitoral. Isso não é coincidência. É reconhecimento de que existe hoje no Brasil uma alternativa séria, sólida e confiável ao desastre do atual governo — e que essa alternativa tem nome. 

“O presidente Trump me recebeu com enorme cordialidade. A primeira coisa que ele fez foi perguntar sobre meu pai. Perguntou sobre as condições da prisão, sobre como ele está, sobre como a família tem lidado com tudo isso. Foi um gesto humano que registro com profunda gratidão. Ao final do encontro, o presidente fez questão de me presentear pessoalmente com uma Challenge Coin — a moeda de honra que presidentes americanos entregam como símbolo de respeito e reconhecimento, tradição que remonta às forças armadas americanas. É um gesto raro, reservado a aliados de confiança. Mostra o tipo de líder que ele é, e mostra o tipo de relação que existe entre nossas famílias e nossos movimentos políticos.” 

Quando Trump perguntou como está a situação do presidente Jair Bolsonaro é porque o Mito se encontra muito doente, em prisão “perpétua”, acusado de liderar um golpe de Estado tão fantasioso que nem as antas e os microrganismos acreditam nisso. Bolsonaro foi jogado na prisão para morrer à mingua, e é o que está acontecendo. 

“Ao longo do encontro expressei ao presidente a diferença gritante que haverá entre um governo Flávio Bolsonaro e o atual governo Lula. Em vez de alinhamentos ideológicos com ditaduras e regimes autoritários, o que o Brasil precisa são parcerias estratégicas que enriqueçam o nosso povo, gerem empregos e tragam investimento, tecnologia e segurança.” 

Lula se aliou a todas as ditaduras do Globo e mandou Donald Trump se meter com as branquelas dele. 

“O objetivo central da minha visita foi oferecer aos Estados Unidos uma alternativa ao que Lula veio fazer aqui há poucas semanas. Enquanto Lula veio à Casa Branca fazer lobby para traficante, eu vim fazer exatamente o oposto: pedi enfaticamente ao presidente Trump que designe o quanto antes o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas estrangeiras. 

“E elas são, sim, organizações terroristas. Controlam territórios inteiros do Brasil pela força. Submetem populações ao seu próprio código, à sua própria lei, à sua própria justiça paralela. Executam quem ousa resistir. Corrompem agentes públicos, infiltram-se em instituições, intimidam testemunhas, ordenam atentados de dentro dos presídios. Operam em dezenas de países, com tentáculos que afetam diretamente os Estados Unidos e o resto do hemisfério. Quem faz isso não é gangue. É organização terrorista, ponto. E combater o PCC e o Comando Vermelho é interesse compartilhado entre os dois países. 

“Disse ao presidente Trump que, a partir de janeiro de 2027, o Brasil vai integrar o Escudo das Américas — junto com os Estados Unidos, com a Argentina do Milei, com El Salvador de Bukele, com o Equador de Noboa, com o Paraguai de Peña, com o Chile de Kast, com o Panamá de Mulino e com a República Dominicana de Abinader — formando uma grande aliança hemisférica contra o crime organizado transnacional e o terrorismo. Esse é o lugar do Brasil. É como protagonista da segurança das Américas, lado a lado com nações livres e soberanas.” 

O Supremo Tribunal Federal (STF) vem soltando chefões do narcotráfico e liberando bandidos condenados a 400 anos de prisão, caso do ex-governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral. 

“Também aproveitei o encontro para apresentar ao presidente a posição privilegiada que o Brasil ocupa no cenário mundial de terras raras e minerais críticos. Temos a segunda maior reserva mundial. Somos a única alternativa real à China para o mundo livre. Sob meu governo, haverá parceria estratégica de longo prazo nesse setor, com investimento protegido e reindustrialização compartilhada entre os dois países. 

“Sobre o tema das tarifas deixei claro ao presidente que sob o meu governo não haverá necessidade de retaliação comercial contra o Brasil. Faremos um acordo comercial e de investimentos sólido, bom para os dois países, na escala dos maiores acordos da história recente. 

“Quero, antes de encerrar, fazer um agradecimento que é justo e necessário. Nada do que aconteceu hoje teria sido possível sem o trabalho do meu irmão Eduardo Bolsonaro e do Paulo Figueiredo (jornalista). Os dois construíram, ao longo de anos, um grau de relacionamento ímpar com as esferas políticas americanas, em todos os níveis — Casa Branca, Departamento de Estado, Congresso, lideranças do movimento conservador. Esse encontro de hoje é fruto direto desse trabalho. É justo registrar e é justo agradecer publicamente. 

“E, por último, quero registrar publicamente meu repúdio ao Itamaraty e à embaixada brasileira em Washington. Apesar de solicitação formal do meu gabinete, a embaixada se recusou a ceder o espaço para que esta coletiva fosse realizada, lá. É um gesto pequeno, mesquinho e revelador. Mesquinho porque a embaixada brasileira é patrimônio de todos os brasileiros e não propriedade pessoal do governo Lula. E revelador porque mostra o nível de aparelhamento ideológico do Itamaraty sob esse governo — incapaz sequer de cumprir um papel protocolar mínimo quando o assunto é um parlamentar brasileiro recebido na Casa Branca pelo presidente dos Estados Unidos. Fica registrado. E fica o aviso: a partir de janeiro de 2027, o Itamaraty volta a servir ao Brasil, e não a um projeto ideológico falido. Muito obrigado.” 

Flávio finaliza seu discurso colocando o governo Lula, especialmente o Itamaraty, no seu lugar: o esgoto.

Flávio Bolsonaro States in No Uncertain Terms: Lula, PCC and CV Rule Brazil at Will

RAY CUNHA

BRASÍLIA, MAY 27, 2026 – Following yesterday’s meeting in the Oval Office of the White House, in Washington, USA, between the President of the United States, Donald Trump (Republican), and Brazil’s presidential candidate, Senator Flávio Bolsonaro (PL/RJ), Flávio addressed the press and, before taking questions from reporters, delivered a brief speech.

“Today, I had the great honor of being received by the President of the United States, Donald Trump, in the Oval Office of the White House. I arrived at 3 p.m. and left at 4:40 p.m. I want to make clear, before anything else, that this meeting was not brokered by any shady businessman. It was a direct invitation from the President of the United States, made at his level, between political leaders.”

By saying “shady businessman,” Flávio was referring to brothers Joesley and Wesley Batista, who are under investigation in Brazil and the United States and who allegedly brokered a meeting between Trump and Luiz Inácio Lula da Silva, from which Lula supposedly entered and exited through the back door directly to the Brazilian embassy in the United States, fearing the possibility of arrest, since drug traffickers El Pollo and Nicolás Maduro had allegedly implicated Lula in plea bargain testimony.

“I thank President Trump not only for the cordial way in which he received me, but for dedicating time in his schedule for this meeting. The President is currently in the middle of negotiations for a historic peace agreement with Iran, involved in planning the liberation of the Cuban people, and dealing with countless other matters that daily demand the attention of the most powerful man in the world. Even so, he set aside this time. This shows enormous prestige — and I want to make it clear: not personal prestige for me, but for our country, for the Brazil that still exists despite the Lula government.”

By referring to “the Brazil that still exists,” Flávio warned that Lula da Silva has been dismantling the Brazilian state and suffocating the people in order to install a communist dictatorship. Part of this plan, according to the statement, includes rule by the judiciary; a green light signaling that the door is open to the Primeiro Comando da Capital (PCC) and the Comando Vermelho (CV); the invention of the tragicomic January 8 Coup narrative; fiscal tightening; and the stratospheric spending of Lula and Janja da Silva, described as “the first spender.”

“I also want to note something that, to my knowledge, is unprecedented in Brazilian history: never before has a President of the United States received a Brazilian presidential pre-candidate in the Oval Office during an election year. This is no coincidence. It is recognition that today there is in Brazil a serious, solid, and trustworthy alternative to the disaster of the current government — and that alternative has a name.

“President Trump received me with enormous cordiality. The first thing he did was ask about my father. He asked about the prison conditions, about how he is doing, and about how the family has been coping with all of this. It was a human gesture that I record with profound gratitude. At the end of the meeting, the President personally presented me with a Challenge Coin — the honorary coin American presidents give as a symbol of respect and recognition, a tradition that dates back to the American armed forces. It is a rare gesture, reserved for trusted allies. It shows the type of leader he is, and the type of relationship that exists between our families and our political movements.”

When Trump asked about the condition of former President Jair Bolsonaro, it was because Bolsonaro is said to be gravely ill and serving what the text describes as a “life sentence,” accused of leading such a fantastical coup attempt that “not even tapirs and microorganisms believe it.” Bolsonaro, according to the article, was thrown into prison to die slowly, and that is allegedly what is happening.

“Throughout the meeting, I expressed to the President the stark difference that there will be between a Flávio Bolsonaro government and the current Lula government. Instead of ideological alignments with dictatorships and authoritarian regimes, what Brazil needs are strategic partnerships that enrich our people, create jobs, and bring investment, technology, and security.”

Lula, according to the article, allied himself with every dictatorship on the globe and told Donald Trump to “mind his blond women.”

“The central objective of my visit was to offer the United States an alternative to what Lula came here to do a few weeks ago. While Lula came to the White House to lobby for drug traffickers, I came to do exactly the opposite: I emphatically asked President Trump to designate the PCC and Comando Vermelho as foreign terrorist organizations as soon as possible.

“And they are, indeed, terrorist organizations. They control entire territories in Brazil by force. They subject populations to their own code, their own law, their own parallel justice. They execute those who dare resist. They corrupt public agents, infiltrate institutions, intimidate witnesses, and order attacks from inside prisons. They operate in dozens of countries, with tentacles that directly affect the United States and the rest of the hemisphere. Whoever does this is not a gang. It is a terrorist organization, period. And fighting the PCC and Comando Vermelho is a shared interest between the two countries.

“I told President Trump that, starting in January 2027, Brazil will join the Shield of the Americas — together with the United States, with Javier Milei’s Argentina, with Nayib Bukele’s El Salvador, with Daniel Noboa’s Ecuador, with Santiago Peña’s Paraguay, with José Antonio Kast’s Chile, with José Raúl Mulino’s Panama, and with Luis Abinader’s Dominican Republic — forming a great hemispheric alliance against transnational organized crime and terrorism. This is Brazil’s place. As a protagonist in the security of the Americas, side by side with free and sovereign nations.”

According to the article, Brazil’s Supreme Federal Court (STF) has been releasing drug trafficking kingpins and freeing criminals sentenced to 400 years in prison, such as former Rio de Janeiro governor Sérgio Cabral.

“I also took the opportunity during the meeting to present to the President the privileged position Brazil occupies in the global scenario of rare earths and critical minerals. We have the world’s second-largest reserves. We are the only real alternative to China for the free world. Under my government, there will be a long-term strategic partnership in this sector, with protected investment and shared reindustrialization between the two countries.

“On the subject of tariffs, I made it clear to the President that under my government there will be no need for commercial retaliation against Brazil. We will establish a solid trade and investment agreement, beneficial for both countries, on the scale of the greatest agreements in recent history.

“Before concluding, I want to make a fair and necessary acknowledgment. Nothing that happened today would have been possible without the work of my brother Eduardo Bolsonaro and Paulo Figueiredo (journalist). Over the years, both have built an unparalleled degree of relationship with American political circles at every level — the White House, the State Department, Congress, and leaders of the conservative movement. Today’s meeting is a direct result of that work. It is only fair to recognize and publicly thank them.

“And finally, I want to publicly register my repudiation of Itamaraty and the Brazilian embassy in Washington. Despite a formal request from my office, the embassy refused to provide space for this press conference to be held there. It was a petty, mean-spirited, and revealing gesture. Petty because the Brazilian embassy belongs to all Brazilians, not to the Lula government personally. And revealing because it shows the level of ideological capture of Itamaraty under this government — incapable even of fulfilling a minimal protocol role when the matter concerns a Brazilian congressman received at the White House by the President of the United States. Let it be recorded. And let this serve as notice: starting in January 2027, Itamaraty will once again serve Brazil, not a failed ideological project. Thank you very much.”

Flávio concludes his speech by placing the Lula government, especially Itamaraty, in what he describes as its proper place: the sewer.

domingo, 24 de maio de 2026

Brazil com Z. Os EUA nos salvaram de Getúlio Vargas. Agora, vão nos salvar de Lula da Silva

Quem é o pior: Lula da Silva ou Getúlio Vargas? (Reprodução)

RAY CUNHA 

BRASÍLIA, 24 DE MAIO DE 2026 – O Brazil sempre foi com Z, até 1931, quando, por decreto do ditador Getúlio Vargas tirou o Z e pôs S, para padronizar o idioma, já que a palavra brasa era grafada com S. A língua inglesa manteve o Z porque não sofreu reformas ortográficas, enquanto, no Brasil, a língua portuguesa passou por quatro reformas, todas no século passado. Há a teoria de que Brasil é uma homenagem ao pau-brasil, árvore cor de brasa, abundante no Brasil-Colônia. 

Nas ditaduras não é somente cidadãos que são estuprados, mas tudo, incluindo a língua. Atualmente, o Partido dos Trabalhadores (PT), de Lula da Silva, tenta emplacar expressões como a linguagem neutra: todes, amigues, e presidenta, nós vai etc., na tentativa de estupidificar ainda mais o povão que vive de bolsa-migalha. 

Em entrevista à jornalista Arilda Costa McClive, publicada quarta-feira 20 no portal da AJOIA Brasil (Associação Brasileira de Jornalistas Independentes e Afiliados), Dan Berg, um dos grandes intelectuais brasileiros, lança luz sobre esta questão. Polímata, escritor, autor de Sociedade dos Poetas Vivos e Império do Brazil com Z, pós-graduado em Neurociências, com extensão universitária em Genealogia pela Universidade Mackenzie de São Paulo, Metodologia STEAM pelo British Council, Diplomacia Internacional e Direito Constitucional, Dan Berg é um estudioso de línguas clássicas, geopolítica e ética, membro da Associação Brasileira das Forças Internacionais de Paz da ONU e da AJOIA Brasil. 

Arilda Costa McClive é jornalista, fotógrafa e curadora de artes radicada nos Estados Unidos. Há 20 anos escreve sobre cultura e artes para o Brazilian Times Newspaper. Em 2015, recebeu o Prêmio Machado de Assis da Biblioteca Brasileira de New York, por promover a cultura brasileira em nível de excelência. É associada fundadora da AJOIA Brasil. 

A certa altura da entrevista Arilda McClive pergunta: Império do Brazil com Z – por que o Z importa? É provocação ortográfica ou declaração política? 

Dan Berg responde: “O Z importa porque é a nossa identidade constitucional e milenar. Minha pesquisa revela que o nome deriva da raiz hebraica ברזל) BRZL – Barzel, que significa ferro ou férreo, rígido como ferro, avermelhado em sua incandescência. Esta grafia foi utilizada por milênios em escritas fenícias e celtas — como a ilha de Hy-Brasil — em mapas medievais muito antes de 1500. O termo remete ao metal incandescente, de cor avermelhada, e à rigidez do material. 

“Desconstruo aqui um anacronismo: o nome da nação precede o da árvore. O vegetal recebeu esse nome por ser rígido como o ferro e possuir a seiva vermelha como o ferro em brasa. Cientistas mantiveram o S no vegetal apenas para respeitar a grafia da época do registro botânico. Aliás, em 2016, a ciência corrigiu o nome botânico para Paubrasilia echinata, mas, originalmente, a árvore sequer possuía esse nome duplo; era apenas o vegetal que remetia à terra de ferro (Barzel). 

“O argumento de que o nome deveria ter S para combinar com “brasa” não se sustenta, pois, até 1943, escrevia-se braza (com Z); ambas foram alteradas na mesma canetada. A mudança do país para S, em 1943, foi uma manobra arbitrária do ditador Getúlio Vargas, por meio de seu séquito de acadêmicos, sem qualquer base etimológica, histórica, étnica, filológica, cultural ou linguística. Foi uma decisão puramente política e sem base técnica, tanto que mantiveram o Z em palavras como azul, natureza, azeite e fazer, expondo uma total incoerência argumentativa imposta sob ditadura, sem consulta ao povo. 

“Observem a cronologia: 

“Séculos antes de 1500: Cartas marítimas e mapas medievais já registravam o Brazil/Hy-Brasil como a realidade geográfica mapeada do outro lado do Atlântico (a Nova Terra Prometida). 

“1824: O nome oficial na Carta Magna (Constituição do Império) é Brazil, com Z. 

“1891: Mesmo na era republicana, a Constituição Federal dos Estados Unidos do Brazil mantém oficialmente o Z. 

“1943: Ruptura ortográfica arbitrária de Vargas, violando milênios de história e documentos oficiais. 

“Portanto, identidade oficial de Brazil, desde antes de 1500 até 1943: 443 anos! Em absurda, inaceitável e violadora alteração do patrimônio imaterial do nome da nação de Brazil para Brasil, de 1943 até 2025: 82 anos. Só por essa comparação de lapso temporal já é possível ver onde está a verdade do nome oficial e original da Pátria Amada. Como o assunto é profundo, os interessados podem me convidar para palestras, nas quais explico esses pormenores com rigor metodológico, pelo WhatsApp 55 (Brazil) 11-97392-4436”. 

O verdadeiro Brasil, com Z ou com o S de Getúlio Vargas, o pior mandatário que o Brasil já teve em toda a sua história, mas, pasmem, superado por Lula da Silva, vai além da grafia. Trata-se do Paraíso, a região bíblica da Terra onde a natureza é a grande aliada do homem. Maior província biológica e mineral do planeta, sem cataclismos, com os maiores rios do mundo, extenso litoral e clima tropical e sub-tropical, o Brasil é o único subcontinente do globo a abrigar todas as etnias, todas as religiões e todos os povos, em paz. 

Sua tragédia é a maior máfia global, o comunismo, que, como um enxame de gafanhotos, quer reduzir o Brasil a um entreposto de narcóticos a serem embarcados para os Estados Unidos e Europa. 

Nossa sorte é que os Estados Unidos – assim como fez durante a Segunda Guerra Mundial, quando salvou o Brasil das garras de Getúlio Vargas e de Adolf Hitler – voltem a nos salvar, desta vez de Lula da Silva, do PT e do Foro de São Paulo.

Brazil with a Z. The U.S. saved us from Getúlio Vargas. Now they will save us from Lula da Silva

RAY CUNHA

BRASÍLIA, MAY 24, 2026 – Brazil was always spelled with a Z until 1931, when, by decree, the dictator Getúlio Vargas removed the Z and replaced it with an S in order to standardize the language, since the word brasa (“ember”) was spelled with an S. The English language kept the Z because it did not undergo spelling reforms, whereas in Brazil the Portuguese language went through four reforms, all during the last century. There is a theory that Brazil is named after the pau-brasil tree, ember-colored and abundant in Colonial Brazil.

Under dictatorships, it is not only citizens who are violated, but everything else as well, including language. Today, Luiz Inácio Lula da Silva’s Workers’ Party (PT) attempts to impose expressions such as gender-neutral language — todes, amigues, and presidenta, nós vai, etc. — in an effort to further stupefy the masses who survive on welfare crumbs.

In an interview with journalist Arilda Costa McClive, published Wednesday the 20th on the portal of AJOIA Brasil (Brazilian Association of Independent and Affiliated Journalists), Dan Berg, one of Brazil’s great intellectuals, sheds light on this issue. A polymath, writer, author of Society of Living Poets and Empire of Brazil with a Z, postgraduate in Neurosciences, with extension studies in Genealogy at Mackenzie University of São Paulo, STEAM Methodology through the British Council, International Diplomacy, and Constitutional Law, Dan Berg is a scholar of classical languages, geopolitics, and ethics, and a member of the Brazilian Association of UN International Peace Forces and AJOIA Brasil.

Arilda Costa McClive is a journalist, photographer, and art curator based in the United States. For 20 years she has written about culture and the arts for the Brazilian Times Newspaper. In 2015, she received the Machado de Assis Award from the Brazilian Library of New York for promoting Brazilian culture at a level of excellence. She is a founding associate of AJOIA Brasil.

At one point in the interview, Arilda McClive asks: “Empire of Brazil with a Z” — why does the Z matter? Is it an orthographic provocation or a political statement?

Dan Berg replies:

“The Z matters because it is our constitutional and millennial identity. My research reveals that the name derives from the Hebrew root ברזל (BRZL – Barzel), meaning iron or iron-like, rigid as iron, glowing reddish in its incandescence. This spelling was used for millennia in Phoenician and Celtic writings — such as the island of Hy-Brasil — on medieval maps long before 1500. The term refers to incandescent metal, reddish in color, and to the rigidity of the material.

“I deconstruct here an anachronism: the nation’s name precedes the tree’s name. The plant received this name because it was rigid like iron and possessed red sap like glowing iron. Scientists kept the S in the plant’s name only to respect the spelling in use at the time of the botanical registration. In fact, in 2016, science corrected the botanical name to Paubrasilia echinata, but originally the tree did not even possess this double name; it was simply the plant that referred to the land of iron (Barzel).

“The argument that the country’s name should contain an S to match the word ‘brasa’ does not hold up, because until 1943 the word was written braza (with a Z); both spellings were altered by the same stroke of the pen. The change of the country’s name to S, in 1943, was an arbitrary maneuver by the dictator Getúlio Vargas through his entourage of academics, without any etymological, historical, ethnic, philological, cultural, or linguistic basis. It was a purely political decision without technical foundation. So much so that they kept the Z in words such as azul, natureza, azeite, and fazer, exposing a complete argumentative inconsistency imposed under dictatorship without consulting the people.

“Observe the chronology:

“Centuries before 1500: Nautical charts and medieval maps already registered Brazil/Hy-Brasil as the mapped geographic reality on the other side of the Atlantic (the New Promised Land).

“1824: The official name in the Imperial Constitution is Brazil, with a Z.

“1891: Even in the republican era, the Federal Constitution of the United States of Brazil officially retained the Z.

“1943: Vargas’s arbitrary orthographic rupture violated millennia of history and official documents.

“Therefore, the official identity of Brazil, from before 1500 until 1943: 443 years! In the absurd, unacceptable, and violating alteration of the nation’s immaterial heritage from Brazil to Brasil, from 1943 until 2025: 82 years. This comparison of time spans alone already reveals where the truth of the nation’s original and official name lies. Since the matter is profound, those interested may invite me for lectures, in which I explain these details with methodological rigor, through WhatsApp 55 (Brazil) 11-97392-4436.”

The true Brazil, whether with the Z or with the S imposed by Getúlio Vargas — the worst ruler Brazil ever had in its entire history, though astonishingly surpassed by Lula da Silva — goes beyond spelling. It is Paradise itself, the biblical region of Earth where nature is humanity’s great ally. The planet’s greatest biological and mineral province, free from cataclysms, with the world’s largest rivers, an extensive coastline, and tropical and subtropical climate, Brazil is the only subcontinent on Earth to shelter all ethnicities, all religions, and all peoples in peace.

Its tragedy is the world’s greatest mafia: communism, which, like a swarm of locusts, seeks to reduce Brazil to a narcotics hub for shipments to the United States and Europe.

Our good fortune is that the United States — just as it did during the Second World War, when it saved Brazil from the clutches of Getúlio Vargas and Adolf Hitler — may once again save us, this time from Lula da Silva, the PT, and the São Paulo Forum.

sábado, 23 de maio de 2026

Jorge Bessa: o espião que saiu do Trópico

O escritor Jorge Bessa, de ex-espião em Moscou durante a Guerra Fria
a um dos grandes intelectuais brasileiros, especializado em Inteligência

RAY CUNHA 

BRASÍLIA, 23 DE MAIO DE 2026 – O personagem central da trilogia A Via Crucis de Jair Messias Bolsonaro nasceu inspirado em um espião brasileiro: Jorge Bessa, que chefiou a Diretoria de Contrainteligência, responsável pelo contraterrorismo e pela salvaguarda de documentos sigilosos do Estado, da antiga Secretaria de Inteligência da Presidência da República, atual Agência Brasileira de Inteligência (Abin). 

Bessa é formado em Economia, Medicina Tradicional Chinesa e Psicanálise, autor de mais de duas dezenas de livros, nos quais tenta estabelecer pontes entre ciência e espiritualidade. É também membro da AJOIA Brasil (Associação Brasileira de Jornalistas Independentes e Afiliados).

Tudo começou em maio de 2022. Como tantas vezes, fui almoçar com Jorge Bessa, na casa dele, no Lago Norte, em Brasília. Nesses encontros, conversamos horas a fio. Naquele dia, ele comentou sobre as circunstâncias que o levaram a dominar o idioma russo e sobre ter servido como espião baseado na Embaixada do Brasil em Moscou, durante a Guerra Fria. 

Seu interesse pela língua russa surgiu por uma razão singular: em encarnação anterior a atual, ele foi agente da Okhrana, a polícia secreta responsável pela segurança do tzar Nicolau II e a Família Imperial, encarnação na qual conviveu com Raspútin, o Mago Negro da Rússia. É uma longa história, que aproveitei para alicerçar o primeiro volume da trilogia A Via Crucis de BolsonaroO CLUBE DOS ONIPOTENTES. 

Ao fazer a revisão de dois livros de Bessa – Grigori Raspútin: As Forças Destrutivas do Mal e Marxismo O Ópio dos Intelectoides Latino-Americanos – resolvi romanceá-los. Conversei sobre isso e ele ficou encantado com a ideia. Foi assim que surgiu O CLUBE DOS ONIPOTENTES. 

De modo que o leitor vai encontrar muitos trechos comuns, ipsis litteris, extraídos dos dois livros citados. Porém, advirto para que o leitor esteja consciente de uma coisa: O CLUBE DOS ONIPOTENTES é um trabalho de ficção, embora também ensaístico. Trata-se de uma advertência de que o comunismo é um plano diabólico de magos negros, que se materializam em agentes como Raspútin e Lula da Silva. 

A trilogia disseca o comunismo, a maior máfia do planeta; o Foro de São Paulo, a organização fundada por Fidel Castro e Lula da Silva com o objetivo de varrer do mapa os Estados Unidos, inundando-o de drogas e bandidos; e traça um perfil psicológico do chefão do Partido dos Trabalhadores (PT), de extrema esquerda: Lula da Silva. 

Jorge Bessa assinou um termo de compromisso, que segue:

“Estou ciente e aprovo os trechos dos meus ensaios: Grigori Raspútin: As Forças Destrutivas do Mal e Marxismo O Ópio dos Intelectoides Latino-Americanos utilizados por Ray Cunha no romance O CLUBE DOS ONIPOTENTES, dentro de um contexto de recriação, não somente da minha pesquisa sobre o comunismo, Raspútin e Lula da Silva, mas também de nossas longas conversas, às vezes de mais de um quarto de dia, sem intervalo, sobre o plano espiritual. 

“Eu bem que gostaria de romancear algumas das minhas pesquisas, mas conto apenas com meu esforço de pesquisador e ensaísta para atingir meu objetivo principal: revelar à Humanidade que todos nós somos espíritos, que o mundo fenomênico é apenas o estado cármico da matéria – denso, impermanente, uma ilusão – e que a vida, ou lei, ou ordem, ou amor, ou Deus, é infinita”. 

Quanto ao personagem de ficção Alexandre Sá Dourado, Alex, trata-se de uma pessoa que nunca adoeceu e que aprende as coisas instantaneamente, especialmente na área de informática e com relação a línguas, que aprende a uma velocidade espantosa. Brasiliense, concluiu os cursos básico e médio em tradicional colégio católico da cidade, mas fez questão de se formar em jornalismo na Universidade de Brasília (UnB); fez jornalismo a pedido do pai, José Clodovil Rosa Dourado, que o queria ver no comando do braço das comunicações das empresas e depois do grupo todo. 

Durante o curso, Alex aceitou o estágio proposto pelo pai, a começar pelo braço da mídia e depois por todas as empresas do grupo, observando e conversando com os diretores e chefes de departamento. A decepção veio com a decisão que Alex tomou logo depois da sua graduação em jornalismo. Em vez de assumir um cargo no braço das comunicações pediu uma moratória por tempo indeterminado e ganhou o mundo. Dessa viagem o dr. Clodovil pouco sabia; referia-se a ela como “a longa viagem perdida”. 

No início dessa aventura, completamente decepcionado, o dr. Clodovil resolveu dar uma olhada no quarto do rapaz. Descobriu uma biblioteca de pelo menos mil volumes, em vários idiomas, com muitos livros sobre medicina tradicional chinesa, astrologia, ufologia, espiritismo, ocultismo e uma porção de “outras porcarias”. Numa gaveta, descobriu pen drives contendo mais livros e artigos sobre ocultismo. Tentou descobrir a senha do computador de Alex, para ver em que seu filho estava se metendo, mas não conseguiu. 

O CLUBE DOS ONIPOTENTES é um romance-reportagem com personagens de ficção e reais, vivos e mortos, e ação nos planos material e espiritual. A ele, seguiu-se O OLHO DO TOURO e, este ano, será lançado o terceiro volume da trilogia, que tem como fio da meada, perpassando os três títulos, o assassinato a conta-gotas do presidente Jair Messias Bolsonaro, o maior estadista que o país já teve, depois de Dom Pedro II. 

Juscelino Kubitschek foi um grande empreiteiro e Getúlio Vargas um ditador carniceiro, como todos os ditadores, só superado por Lula da Silva. O PT sufoca o país há 21 anos, o mesmo tempo da Ditadura dos Generais (1964-1985), com a diferença de que durante a Ditadura dos Generais o Brasil cresceu em média 6,15% ao ano e, com o PT, a dívida pública federal encerrou 2025 em 8,635 trilhões de reais. 

A arrecadação de impostos federais no Brasil é de cerca de 3 trilhões de reais por ano, enquanto a soma de todos os tributos federais, estaduais e municipais giram em torno de 3,98 trilhões de reais, mas o governo Lula da Silva gasta tanto, e ninguém sabe em quê, que seu governo fechou o mês de março de 2026 com déficit primário de 74,8 bilhões de reais, totalizando saldo negativo de 17,1 bilhões de reais no primeiro trimestre. Estados e municípios tiveram déficit de 5,4 bilhões de reais e as empresas estatais apresentaram déficit de 469 milhões de reais. 

Assim, a dívida pública bruta atingiu 80,1% do PIB. O país também opera no vermelho no comércio exterior, registrando déficit de 64,3 bilhões de dólares no acumulado de 12 meses. 

Estamos rolando ladeira abaixo, mas Lula da Silva garante que vai tirar o Brasil do fundo do poço. Dos 21 anos do PT instalado no Palácio do Planalto, Lula da Silva preside o país há 12 anos, e pede mais quatro anos, pois, até agora, ainda não conseguiu realizar seu sonho mais grandioso: transformar o Brasil não na cereja do bolo, mas no próprio bolo do que ele e Fidel Castro, que virou zumbi, idealizam como União das Repúblicas Socialistas Soviéticas da América Latina (URSSAL). 

Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, que Lula da Silva quer ver no fundo do Triângulo das Bermudas, deixará Lula da Silva realizar seu sonho, e no quintal da Pax Americana?

Jorge Bessa: The Spy Who Came Out of the Tropics

RAY CUNHA

BRASÍLIA, BRAZIL, MAY 23, 2026 – The central character of the trilogy The Via Crucis of Jair Messias Bolsonaro was inspired by a Brazilian spy: Jorge Bessa, who headed the Counterintelligence Directorate, responsible for counterterrorism and the safeguarding of classified state documents, within the former Intelligence Secretariat of the Presidency of the Republic, now the Brazilian Intelligence Agency (Abin).

Bessa holds degrees in Economics, Traditional Chinese Medicine, and Psychoanalysis, and is the author of more than two dozen books in which he seeks to build bridges between science and spirituality. He is also a member of AJOIA Brasil (Brazilian Association of Independent and Affiliated Journalists).

It all began in May 2022. As on so many occasions, I went to have lunch with Jorge Bessa at his home in Lago Norte, in Brasília. During these meetings, we would talk for hours on end. That day, he commented on the circumstances that had led him to master the Russian language and to serve as a spy stationed at the Brazilian Embassy in Moscow during the Cold War.

His interest in the Russian language arose for a singular reason: in a previous incarnation before the current one, he had been an agent of the Okhrana, the secret police responsible for the security of Tsar Nicholas II and the Imperial Family, an incarnation in which he coexisted with Rasputin, the Black Magician of Russia. It is a long story, which I used as the foundation for the first volume of the trilogy The Via Crucis of Bolsonaro – THE OMNIPOTENT CLUB.

While reviewing two of Bessa’s books – Grigori Rasputin: The Destructive Forces of Evil and Marxism – The Opium of Latin American Intellectualoids – I decided to fictionalize them. I spoke to him about it, and he was delighted with the idea. That is how THE OMNIPOTENT CLUB came into being.

Thus, the reader will find many passages in common, ipsis litteris, extracted from the two aforementioned books. However, I warn the reader to remain aware of one thing: THE OMNIPOTENT CLUB is a work of fiction, although also essayistic in nature. It is a warning that communism is a diabolical plan of black magicians who materialize themselves in agents such as Rasputin and Lula da Silva.

The trilogy dissects communism, the greatest mafia on the planet; the São Paulo Forum, the organization founded by Fidel Castro and Lula da Silva with the objective of wiping the United States off the map by flooding it with drugs and criminals; and it traces a psychological profile of the boss of the far-left Workers’ Party (PT): Lula da Silva.

Jorge Bessa signed a statement of consent, which follows:

“I am aware of and approve the excerpts from my essays Grigori Rasputin: The Destructive Forces of Evil and Marxism – The Opium of Latin American Intellectualoids used by Ray Cunha in the novel THE OMNIPOTENT CLUB, within a context of recreation not only of my research on communism, Rasputin, and Lula da Silva, but also of our long conversations, sometimes lasting more than a quarter of a day without interruption, about the spiritual plane.

“I would very much like to fictionalize some of my research, but I rely only on my efforts as a researcher and essayist to achieve my principal objective: to reveal to Humanity that we are all spirits, that the phenomenal world is merely the karmic state of matter – dense, impermanent, an illusion – and that life, or law, or order, or love, or God, is infinite.”

As for the fictional character Alexandre Sá Dourado, Alex, he is someone who has never fallen ill and who learns things instantaneously, especially in the fields of computer science and languages, which he acquires at astonishing speed. Born in Brasília, he completed elementary and secondary school at a traditional Catholic school in the city, but insisted on graduating in journalism from the University of Brasília (UnB); he studied journalism at the request of his father, José Clodovil Rosa Dourado, who wanted to see him commanding the communications arm of the companies and later the entire group.

During the course, Alex accepted the internship proposed by his father, beginning with the media branch and then moving through all the companies in the group, observing and speaking with directors and department heads. The disappointment came with the decision Alex made shortly after graduating in journalism. Instead of assuming a position in the communications branch, he requested an indefinite moratorium and set out into the world. Of that journey, Dr. Clodovil knew little; he referred to it as “the long lost journey.”

At the beginning of this adventure, utterly disappointed, Dr. Clodovil decided to take a look inside the young man’s room. He discovered a library of at least a thousand volumes, in several languages, containing many books on traditional Chinese medicine, astrology, ufology, Spiritism, occultism, and a host of “other rubbish.” In a drawer, he found flash drives containing more books and articles on occultism. He tried to discover the password to Alex’s computer in order to see what his son was getting involved with, but he could not.

THE OMNIPOTENT CLUB is a reportage-novel featuring fictional and real characters, living and dead, with action unfolding on both the material and spiritual planes. It was followed by O OLHO DO TOURO (THE EYE OF THE BULL), and this year the third volume of the trilogy will be released, with the thread running through all three titles being the gradual assassination of President Jair Messias Bolsonaro, the greatest statesman the country has ever had after Dom Pedro II.

Juscelino Kubitschek was a great contractor, and Getúlio Vargas a butchering dictator, like all dictators, surpassed only by Lula da Silva. The PT has suffocated the country for 21 years, the same length of time as the Generals’ Dictatorship (1964–1985), with the difference that during the Generals’ Dictatorship Brazil grew on average 6.15% per year, while under the PT the federal public debt closed 2025 at 8.635 trillion reais.

Federal tax revenue in Brazil is around 3 trillion reais per year, while the sum of all federal, state, and municipal taxes revolves around 3.98 trillion reais, yet the Lula da Silva government spends so much, and nobody knows on what, that his administration closed the month of March 2026 with a primary deficit of 74.8 billion reais, totaling a negative balance of 17.1 billion reais in the first quarter. States and municipalities registered a deficit of 5.4 billion reais, while state-owned companies posted a deficit of 469 million reais.

Thus, gross public debt reached 80.1% of GDP. The country is also operating in the red in foreign trade, registering a deficit of 64.3 billion dollars accumulated over 12 months.

We are rolling downhill, but Lula da Silva guarantees that he will pull Brazil out of the abyss. Of the 21 years in which the PT has occupied the Planalto Palace, Lula da Silva has governed the country for 12 years and is asking for four more, because so far he has still not managed to fulfill his grandest dream: to transform Brazil not into the cherry on the cake, but into the cake itself of what he and Fidel Castro, who has turned into a zombie, envisioned as the Union of Soviet Socialist Republics of Latin America (USSRLA).

Will Donald Trump, President of the United States, whom Lula da Silva would like to see at the bottom of the Bermuda Triangle, allow Lula da Silva to fulfill his dream in the backyard of the Pax Americana?

quinta-feira, 21 de maio de 2026

EUA preparam a captura de uma das hienas mais perigosas da América Latina: Raúl Castro

Raúl Castro herdou o antro de tortura e assassinato de Fidel

RAY CUNHA 

BRASÍLIA, 21 DE MAIO DE 2026 – Os Estados Unidos indiciaram o ditador de Cuba, Raúl Castro, 94 anos, quarta-feira 20, sob a acusação de ordenar um ataque contra duas aeronaves pertencentes à organização Irmãos ao Resgate, de exilados cubano-americanos, matando quatro homens, três dos quais cidadãos americanos, em espaço aéreo de águas internacionais, segundo a Organização da Aviação Civil Internacional, em 24 de fevereiro de 1996. À época, Raúl Castro era ministro da Defesa. Os Estados Unidos querem a extradição de Castro, que deverá pegar perpétua ou pena de morte. 

Raúl Castro se esconde atrás do presidente Miguel Díaz-Canel, mas até as bactérias sabem que quem comanda a ilha, com garras de fogo, é Raúl, irmão do maior mafioso ibero-americano de todos os tempos, o zumbi Fidel Castro, guru do presidente do Brasil, Lula da Silva – a dupla fundou o Foro de São Paulo, com o objetivo de varrer no mapa os Estados Unidos. Fidel Castro instalou em Cuba, em 1959, uma das ditaduras mais brutais da América Latina; Raúl Castro a herdou. 

Os comunistas cubanos saqueiam a ilha há 77 anos e assassinam quem se apõem ao sistema. Os Estados Unidos já cercaram Cuba, igual como fizeram na Venezuela e laçaram a besta Nicolás Maduro. Derrubado o sistema infernal instalado em Cuba, os Estados Unidos acenam com ajuda humanitária e financeira inicialmente de 100 milhões de dólares. O povo cubano está passando fome. 

O passado de Raúl Castro é negro. No meu livro O CLUBE DOS ONIPOTENTES conto um episódio de quando ele comandava o tráfico de drogas para os Estados Unidos: 

EM 2 DE ABRIL DE 1989, o líder soviético Mikhail Gorbachev desembarcou em Havana, e disse para Fidel Castro que a União Soviética não poderia mais pôr no seu bolso os bilhões de dólares que há décadas vinha pagando à Cuba para manter o enclave soviético nas costas dos Estados Unidos. A União Soviética agonizava, vítima do próprio comunismo. Fidel empalideceu, pois se acostumara a mamar, tornando-se, graças ao comunismo, um dos maiores playboys do mundo. E agora, como sustentar seu vidão, com sua máfia sediada em Cuba, a Disneylândia das esquerdas na América Latina? 

Fidel Castro não demoraria a descobrir: acobertado pela celebridade internacional do seu nome, como o revolucionário que desafiou os Estados Unidos, fez um pacto com traficantes de cocaína da Colômbia para que Cuba se tornasse o principal entreposto comercial da droga rumo aos Estados Unidos. Mas foi desmascarado pela Drug Enforcement Administration (DEA, órgão do Departamento de Justiça dos Estados Unidos responsável pelo controle e combate das drogas); vários cubanos detidos confessaram como o esquema operava. 

As investigações da DEA conduziram ao Cartel de Medellín e ao governo cubano. John Jairo Velásquez, o Popeye, homem de confiança tanto de Fidel como de Pablo Escobar no Cartel de Medellín, fez um relato minucioso sobre o envolvimento dos irmãos Castro com a droga de Pablo Escobar à jornalista Astrid Legarda, que escreveu o livro El Verdadero Pablo. Popeye assegura que Raúl Castro, irmão do ditador de Cuba e que o sucederia na chefia da ditadura cubana, era quem recebia os carregamentos de drogas, pois era então o comandante das Forças Armadas. Eram embarcados de 10 a 15 toneladas de droga em cada operação. 

O historiador britânico Richard Gott, em seu livro Cuba – Uma Nova História, confirma a razão que levou Fidel e Raúl Castro a se envolveram no tráfico de cocaína com Pablo Escobar e o Cartel de Medellín. Segundo ele, Cuba estava em crise por causa do afastamento da União Soviética. 

Assim, para se livrarem da prisão nos Estados Unidos, os irmãos Castro acusaram o general Arnaldo Ochoa – herói da revolução cubana e um dos militares mais condecorados da história do país, além de ser um dos grandes líderes militares de Cuba, e que temiam ameaçar o controle total dos cubanos – de ser o comandante das operações de narcotráfico com Pablo Escobar e condenado por “alta traição à pátria e à revolução”. 

Desse modo, os irmãos Castro matavam dois coelhos com uma só cajadada: livravam Cuba de uma invasão americana e a prisão da dupla, e afastavam o general da sucessão de Fidel. Ochoa foi preso, em 1989, dois meses depois da visita de Gorbachev, sob a acusação de comandar as operações de tráfico de drogas do Cartel de Medellín, e foi fuzilado. 

Mario Riva, ex-tenente-coronel do Exército cubano e que hoje vive em Portugal, afirma que Arnaldo Ochoa foi usado como bode expiatório, que Fidel aproveitou para se livrar dele devido às críticas que vinha fazendo ao regime. Arcou com o narcotráfico autorizado pelo regime possivelmente para salvar a vida de seus familiares. Riva disse ao jornal Diário de Notícias, de Portugal, em sua edição de 13 de julho de 2009, que Tony La Guardia, também executado, estava envolvido no tráfico. Tony: “Eu tinha conhecimento dos aviões que aterravam em Cuba vindos da América Central, mas Ochoa não”. 

No livro El Magnífico — 20 Ans au Service Secret de Castro, Juan Vivés, ex-agente do serviço secreto cubano, afirma que Raúl Castro era o chefe do acordo com Pablo Escobar. Vivés revelou ainda que Raúl mantinha relações com narcotraficantes das Farc e que os sandinistas da Nicarágua também estavam envolvidos com o tráfico, por meio do capitão cubano Jorge Martínez, subalterno de Ochoa e contato entre Raúl Castro, o ex-presidente nicaraguense Daniel Ortega e Pablo Escobar. 

Fidel Castro, “um homem dominado pela febre do poder absoluto e pelo desprezo ao povo cubano”, segundo o cubano Juan Reinaldo Sánchez, guarda-costas de Fidel por 17 anos, precisava pensar em novo meio de manter sua boa vida. E que tal sua própria União Soviética? 

A solução: o sindicalista Luiz Inácio Lula da Silva, também ególatra, narcisista e ávido por poder e fama, e que, se bem trabalhado, tinha potencial para se tornar presidente do Brasil, o celeiro do mundo e maior país da Ibero-América, um continente que poderia se tornar a União Soviética tropical, um grande puteiro das esquerdas. Era só criarem um organismo que, a exemplo do Comintern de Lênin, serviria para apoiar movimentos comunistas em todo o continente, para o que só precisariam criar uma base de apoio confiável e com gente confiável: o Brasil de Lula. E assim foi criado o ninho da serpente: o Foro de São Paulo.

The United States Prepares to Capture One of Latin America’s Most Dangerous Hyenas: Raúl Castro

RAY CUNHA

BRASÍLIA, MAY 21, 2026 – The United States indicted Cuba’s dictator, Raúl Castro, 94, on Wednesday the 20th, accusing him of ordering an attack against two aircraft belonging to the Brothers to the Rescue organization, made up of Cuban-American exiles, killing four men — three of them American citizens — in international airspace, according to the International Civil Aviation Organization, on February 24, 1996. At the time, Raúl Castro was Minister of Defense. The United States seeks Castro’s extradition, and he could face life imprisonment or the death penalty.

Raúl Castro hides behind President Miguel Díaz-Canel, but even bacteria know that the man ruling the island with claws of fire is Raúl, brother of the greatest Ibero-American mafioso of all time, the zombie Fidel Castro, guru of Brazil’s president, Lula da Silva. The duo founded the São Paulo Forum with the objective of wiping the United States off the map. Fidel Castro installed in Cuba, in 1959, one of the most brutal dictatorships in Latin America; Raúl Castro inherited it.

Cuban communists have plundered the island for 77 years and murder anyone who opposes the system. The United States has already surrounded Cuba, just as it did in Venezuela, and lassoed the beast Nicolás Maduro. Once the infernal system installed in Cuba is overthrown, the United States signals humanitarian and financial aid initially worth 100 million dollars. The Cuban people are starving.

Raúl Castro’s past is dark. In my book THE OMNIPOTENT CLUB, I recount an episode from the time when he commanded drug trafficking into the United States:

ON APRIL 2, 1989, Soviet leader Mikhail Gorbachev landed in Havana and told Fidel Castro that the Soviet Union could no longer pour into his pocket the billions of dollars it had been paying Cuba for decades to maintain the Soviet enclave off the coast of the United States. The Soviet Union was agonizing, victim of communism itself. Fidel turned pale, for he had become accustomed to suckling at the teat, becoming, thanks to communism, one of the world’s greatest playboys. And now, how would he sustain his luxurious life, along with his mafia headquartered in Cuba, the Disneyland of the Latin American left?

Fidel Castro would not take long to discover the answer: shielded by the international celebrity of his name as the revolutionary who defied the United States, he made a pact with Colombian cocaine traffickers so that Cuba would become the main commercial hub for drug shipments into the United States. But he was exposed by the Drug Enforcement Administration (DEA), the U.S. Department of Justice agency responsible for drug control and enforcement; several detained Cubans confessed how the scheme operated.

DEA investigations led to the Medellín Cartel and the Cuban government. John Jairo Velásquez, known as Popeye, a trusted man of both Fidel Castro and Pablo Escobar within the Medellín Cartel, gave journalist Astrid Legarda a detailed account of the Castro brothers’ involvement with Pablo Escobar’s drug trade for her book El Verdadero Pablo. Popeye claimed that Raúl Castro, brother of Cuba’s dictator and future successor to the Cuban dictatorship, personally received the drug shipments, as he was then commander of the Armed Forces. Between 10 and 15 tons of drugs were shipped in each operation.

British historian Richard Gott, in his book Cuba – A New History, confirms the reason that led Fidel and Raúl Castro to become involved in cocaine trafficking with Pablo Escobar and the Medellín Cartel. According to him, Cuba was in crisis due to the distancing of the Soviet Union.

Thus, to avoid imprisonment in the United States, the Castro brothers accused General Arnaldo Ochoa — hero of the Cuban Revolution, one of the most decorated military officers in the country’s history, and one of Cuba’s greatest military leaders, whom they feared might threaten their total control — of commanding the narcotrafficking operations with Pablo Escobar. He was convicted of “high treason against the homeland and the revolution.”

In this way, the Castro brothers killed two birds with one stone: they spared Cuba from an American invasion and themselves from prison, while also removing the general from Fidel’s line of succession. Ochoa was arrested in 1989, two months after Gorbachev’s visit, accused of running the Medellín Cartel’s drug trafficking operations, and was executed by firing squad.

Mario Riva, a former lieutenant colonel in the Cuban Army who now lives in Portugal, states that Arnaldo Ochoa was used as a scapegoat and that Fidel seized the opportunity to eliminate him because of his criticisms of the regime. Ochoa took responsibility for the regime-authorized narcotrafficking, possibly to save the lives of his relatives. Riva told the Portuguese newspaper Diário de Notícias, in its July 13, 2009 edition, that Tony La Guardia, who was also executed, had indeed been involved in trafficking. Tony allegedly said: “I knew about the planes landing in Cuba from Central America, but Ochoa did not.”

In the book El Magnífico — 20 Ans au Service Secret de Castro, Juan Vivés, a former Cuban intelligence agent, claims that Raúl Castro was the chief architect of the agreement with Pablo Escobar. Vivés further revealed that Raúl maintained ties with FARC drug traffickers and that the Sandinistas of Nicaragua were also involved in trafficking through Cuban captain Jorge Martínez, a subordinate of Ochoa and liaison between Raúl Castro, former Nicaraguan president Daniel Ortega, and Pablo Escobar.

Fidel Castro — “a man dominated by the fever of absolute power and contempt for the Cuban people,” according to Cuban Juan Reinaldo Sánchez, Fidel’s bodyguard for 17 years — needed to devise a new way to sustain his lavish lifestyle. And what about creating his own Soviet Union?

The solution: union leader Luiz Inácio Lula da Silva, also egotistical, narcissistic, and hungry for power and fame, and who, if properly cultivated, had the potential to become president of Brazil, the breadbasket of the world and the largest country in Ibero-America — a continent that could become a tropical Soviet Union, a vast brothel of the left. All they needed was to create an organization that, like Lenin’s Comintern, would support communist movements throughout the continent, for which they would only need a reliable support base with reliable people: Lula’s Brazil. And thus the serpent’s nest was created: the São Paulo Forum.

quarta-feira, 20 de maio de 2026

Josiane

Ray Cunha, Josiane e Iasmim: família, aniversário, amor

RAY CUNHA

BRASÍLIA, 20 DE MAIO DE 2026


O que é a luz, senão o espaço, o caminho, o éter, Deus?

E a eternidade, o que é, senão sintonia fina?

O tempo, imperturbável, fluindo no Universo

Como granada quântica rumo ao infinito

 

A consciência reflete a imagem verdadeira

Vertiginoso abismo que se abre p’ra cima

Todas as dimensões, agora, da existência

Como buracos negros prenhes de jasmim

 

Rosas da madrugada, rubras, perfumadas

Galáxias fecundadas em jardins de zínias

Sons de risos de crianças, de mulheres grávidas

 

Poesia em estado bruto, emoção dos amantes

Concerto nas estrelas, vibração da vida

O que é tudo isto, o próprio triunfo? Tu, Josiane!