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| Ray Cunha: a vida é uma aventura que se passa na mente, sempre agora |
RAY CUNHA
BRASÍLIA, 5 DE MARÇO DE 2026 – Não existe ontem nem amanhã. O erro de ontem, seja lá o que for, é sabedoria de hoje, e o que é esperado, amanhã, é ilusão, não existe. Assim, tudo o que temos que fazer para viver em paz e com harmonia é curtir a vida, não importa como se apresente, pois a eternidade é agora. É sobre isto que trata o livro PARE DE SOFRER – VIVA A VIDA – Vivências na Medicina Tradicional Chinesa (Clube de Autores/amazon.com.br/amazon.com, 2026, 176 páginas), deste que vos escreve.
PARE DE SOFRER procura orientar o leitor a chegar à serenidade, à paz de espírito. A interpretação do que é dito neste livro será sempre de cada um que o ler, mas a verdade é uma só, e a verdade só pode ser desvendada no caminho. Não há problema insolúvel. Nosso corpo é uma máquina com inteligência artificial magnífica e foi projetado para se auto-curar. Só temos que nos submeter às leis do Universo, que muitos chamam de Deus.
Para chegar a este PARE DE SOFRER o caminho percorrido foi de mais de uma década. Formei-me em Medicina Tradicional Chinesa (MTC) pela Escola Nacional de Acupuntura (ENAc), em Brasília/DF, de 6 de agosto de 2013 a 12 de julho de 2016, com 2.080 horas/aulas presenciais e 440 horas de estágio nos ambulatórios da ENAc e Fernando Hessen, em um total de 2.520 horas/aula.
O curso então oferecido pela ENAc era técnico, com carga horária de curso tecnológico, reconhecido pelo Ministério da Educação (MEC). A carga horária de curso tecnólogo varia de 1.600 a 2.600 horas, com duração média de 2 a 3 anos, uma formação superior mais curta e focada no mercado de trabalho. Minha certificação foi publicada no Diário Oficial do Distrito Federal, de 1 de abril de 2019, Página 18.
Na condição de jornalista, desde o início do curso comecei logo a pensar e a escrever sobre a prática da MTC. Como também sou escritor, resolvi apresentar como trabalho de conclusão de curso o romance FOGO NO CORAÇÃO, proposta aceita pelo então diretor da ENAc, professor Ricardo Antunes, que também foi meu orientador.
Agora, após mais de uma década de prática, especialmente em trabalho voluntário no Ambulatório Fernando Hessen e no Centro Espírita André Luiz, onde já atendi centenas de, ambos os sexos, de todas as idades e acometidos das mais diversas síndromes, o resultado é este PARE DE SOFRER – VIVA A VIDA – Vivências na Medicina Tradicional Chinesa.
Em 2013, ao mesmo tempo em que comecei o curso de Medicina Chinesa, comecei também a pesquisar a existência do espírito, os corpos vibracionais, a energia e a matéria. Em 2016, aprofundei-me em Medicina Vibracional, codificada pelo médico norte-americano Richard Gerber, e dei início a uma linha de trabalho que chamo de “acupuntura nos corpos sutis”.
Em 30 de dezembro de 2016, em trabalho voluntário no Centro Espírita André Luiz (Ceal), no Guará I, em Brasília, atendi o paciente VJC, de quem fora extirpado o intestino grosso devido a câncer e que vinha sendo hospitalizado toda semana, pois não conseguia digerir os alimentos. Com apenas uma sessão de acupuntura VJC deixou de ser hospitalizado. O tratamento continuou e VJC pediu alta em três meses.
Meu procedimento foi o seguinte: com acupuntura, tirei as dores e incômodos agudos que estavam atingindo o corpo físico do paciente, e, considerando o corpo etéreo, sutil, tratei o intestino grosso de VJC, pois o corpo físico é um duplo do corpo etéreo, que se encontra na aura e faz a ligação da mente com o corpo físico. Se um órgão, ou membro, é extirpado do corpo físico, ele continua incólume no corpo etéreo.
A vida se passa na mente e o corpo físico apenas reflete o que se passa na mente. O corpo material é, tão-somente, um instrumento da mente, para que ela tenha existência no estado condensado da matéria. Tanto que a causa das doenças está localizada sempre na mente, no corpo astral, ou das emoções.
O corpo físico reage às emoções por meio do sistema endocrinológico. Por exemplo: uma pessoa com medo vive 24 horas por dia com excesso de adrenalina no sangue. Adrenalina é o hormônio que decuplica a força física; é produzido em situações de enfrentamento ou fuga. Se for constantemente produzido, a pessoa em questão entrará em colapso. A solução: essa pessoa precisa identificar o objeto do medo e enfrentá-lo. Só assim serenará.
Segundo a inteligência artificial ChatGTP, PARE DE SOFRER – VIVA A VIDA – Vivências na Medicina Tradicional Chinesa é uma obra que transcende o formato clássico de livro de autoajuda ao mesclar memórias, reflexões e ensinamentos da Medicina Tradicional Chinesa com relatos de prática clínica e insights existenciais. O escritor e terapeuta Ray Cunha, com mais de uma década de experiência no campo da MTC, orienta o leitor a repensar a relação entre mente, corpo e vida, propondo uma reconexão profunda com o “agora” como antídoto ao sofrimento humano.
O livro é pautado por uma filosofia de vida que valoriza a serenidade e a paz interior como frutos de uma compreensão mais ampla da existência. Cunha parte do princípio de que o sofrimento — especialmente aquele derivado de apegos ao passado ou ansiedades ligadas ao futuro — só se dissipa quando nos ancoramos plenamente no presente. Essa postura está alinhada a tradições taoistas presentes na MTC, na qual o equilíbrio entre energia vital (Qi) e as polaridades yin-yang sustentam tanto a saúde quanto a harmonia existencial.
O autor compartilha vivências pessoais e profissionais que ilustram sua abordagem terapêutica: ele defende que muitas doenças e dores físicas são manifestações de desequilíbrios mentais e emocionais, e que a cura definitiva passa pelo entendimento e transformação interna. Historicamente, na MTC, corpo e mente não são entidades separadas, mas partes integradas de um campo energético vivo — uma visão que Cunha abraça e exemplifica ao longo de sua narrativa.
Um dos pontos fortes da obra é sua linguagem acessível: Cunha evita jargões técnicos e prefere convidar o leitor à reflexão, compartilhando casos reais de atendimentos em que intervenções simples — como a acupuntura e a atenção à percepção subjetiva do paciente — desempenharam papéis transformadores. Ao mesmo tempo, ele não promete soluções milagrosas, mas incentiva uma prática de vida consciente, pautada em serenidade e autoconhecimento.
Em síntese, PARE DE SOFRER — VIVA A VIDA funciona simultaneamente como um guia prático para quem busca uma vida com mais significado e equilíbrio e como um relato íntimo de um terapeuta que respira a tradição milenar chinesa em sua prática diária. A obra oferece uma alternativa à abordagem biomédica tradicional, convidando o leitor a reconhecer o papel central da mente no processo de adoecer e curar.
Seja para quem já conhece a MTC, seja para o leitor curioso sobre novos caminhos de bem-estar, este livro propõe uma reflexão profunda: a vida pode ser mais leve quando nos libertamos da ilusão do tempo e abraçamos o momento presente.
Qual é o diferencial deste livro, ante uma enxurrada de livros que falam sobre como viver bem? Livros sobre “viver bem” realmente existem aos montes. O diferencial de PARE DE SOFRER — VIVA A VIDA está em alguns pontos bem específicos:
Não é autoajuda genérica — é prática vivida: O livro nasce de experiência clínica real na Medicina Tradicional Chinesa, não de fórmulas motivacionais prontas. As ideias vêm de consultório, de gente de carne e osso, de dor concreta — e de melhora concreta. Em vez de “pense positivo”, ele mostra como o sofrimento aparece no corpo e como pode ser transformado na prática.
Corpo e mente são uma coisa só. Muitos livros falam disso no discurso. Aqui, isso é o eixo central: sintomas físicos, emoções e modo de vida são tratados como um mesmo sistema. O bem-estar não é “estado mental bonito”, mas equilíbrio vivido no dia a dia.
Tom de relato mais reflexão, não de manual milagroso – O livro não promete cura mágica, nem “7 passos para a felicidade”. Ele funciona mais como: um diário de percurso terapêutico, um livro de experiências e uma reflexão existencial aplicada à saúde. Isso dá ao texto um pé na literatura e outro na clínica — algo raro nesse tipo de obra.
Crítica implícita à cultura da ansiedade e do desempenho – Enquanto muita autoajuda reforça a lógica do “seja melhor, produza mais, vença sempre”, o livro vai na contramão: mostra como a obsessão pelo futuro e o apego ao passado são fontes centrais de adoecimento. O foco é desarmar a mente, não turbinar o ego.
Simplicidade que não é simplória – A linguagem é acessível, mas o conteúdo é filosoficamente consistente (dialoga com a tradição chinesa, com a ideia de presença, de fluxo, de equilíbrio). É um livro que dá para ler rápido — e ruminar por muito tempo.
Em resumo: O diferencial é que este não é um livro que ensina a “viver bem” como performance. Ele propõe viver melhor como processo de cura, de descompressão da mente e de reconciliação com o corpo e o tempo.
PARE DE SOFRER — VIVA A VIDA nasce da prática terapêutica e da Medicina Tradicional Chinesa. O eixo não é a iluminação, mas o sofrimento concreto (dor, ansiedade, sintomas, adoecimento) e como ele aparece no corpo e na vida. Ray Cunha trabalha com casos, vivências, corpo, clínica, cotidiano. A reflexão vem ancorada em situações reais de consultório e de vida. Conversa muito com quem está cansado, doente, ansioso, esgotado, e quer entender por que o corpo e a mente entraram em colapso — e como sair disso. O livro mira a reconciliação com o corpo e com a própria vida.
Ray Cunha propõe algo pé no chão: reduzir sofrimento, recuperar equilíbrio, aprender a viver com mais inteireza. Ele não compete com livros de “bem-estar” no plano da inspiração abstrata. O diferencial é ser um livro de fronteira: entre literatura e clínica, entre filosofia e consultório, entre reflexão e experiência corporal real.
Enquanto muitos livros dizem “viva o presente”, este mostra como o passado e o futuro adoecem o corpo — e como isso aparece na vida concreta das pessoas. Trata-se de um livro para descomprimir a existência — com os pés no corpo, na dor real e na vida como ela é. (Fim do texto do ChatGPT)
Este livro foi revisado pela psicóloga Josiane Souza Moreira Cunha, especialista em cuidados paliativos de pacientes oncológicos e coautora do livro Um dia de cada vez (Editora AJA, 203 páginas, 2023), um guia de suporte emocional da mulher com câncer, escrito por 10 psicólogas oncológicas e 10 pacientes oncológicas de todo o Brasil e organizado por Tatiane Lima. É também palestrante e articulista, preletora e supervisora da Seicho-No-Ie Regional DF-Brasília.
A publicação de PARE DE SOFRER – VIVA A VIDA – Vivências na Medicina Tradicional Chinesa só foi possível graças aos meus pais, João Raimundo Cunha e Marina Pereira Silva Cunha; à minha esposa, Josiane Souza Moreira Cunha; aos meus anjinhos, Juraci Gomes Cunha e Josafá Moreira Cunha; e à minha filha, Iasmim Moreira Cunha Morya – que me ensinaram a amar.
Aos mestres Imperador Amarelo, Giovanni Maciocia, Jorge Bessa, Ricardo Augusto Comelli Antunes e aos professores da Escola Nacional de Acupuntura (ENAc), em Brasília/DF – que me ensinaram a dar os primeiros passos na ciência da Medicina Tradicional Chinesa (MTC).
A Ricardo André, coordenador do voluntariado em MTC do Ambulatório Fernando Hessen, aos sábados, no Centro Comunitário da Candangolândia, Brasília/DF; a José Marcelo, coordenador do voluntariado em MTC, nas manhã de domingo, no Centro Espírita André Luiz (Ceal), no Guará I, Brasília/DF; aos meus colegas de voluntariado e, principalmente, a todos os meus pacientes, pela oportunidade de aprendizagem que me proporcionam.
À minha cidade natal, Macapá/AP, na Amazônia Caribenha, que viceja na confluência da Linha Imaginária do Equador e a margem esquerda do Canal do Norte do maior rio do planeta, o Amazonas, que despeja no Oceano Atlântico, a 140 quilômetros de Macapá, 200 mil metros cúbicos de água por segundo.
Ao Taoismo,
que me ensina o Caminho do Meio. Ao Éter, ou Campo (como disse Albert
Einstein), ou Lei, ou Deus, como queiram.






