domingo, 22 de janeiro de 2023

O Rio de Janeiro antes do Rio de Janeiro

O Cristo Redentor e o Pão de Açúcar, tendo ao fundo, no
outro lado da boca da Baía de Guanabara, a cidade de
Niterói. Dá para ver também o bairro da Urca, à esquerda
do Cristo (Marcos de Paula/Prefeitura do Rio de Janeiro)

RAY CUNHA 

BRASÍLIA, 22 DE JANEIRO DE 2022 – Um dos ensaios mais extraordinários sobre o início da civilização brasileira é O Rio Antes do Rio (Relicário Edições, Belo Horizonte/MG, 2015, 472 páginas, quinta edição), do jornalista carioca Rafael Freitas da Silva, e que já nasceu clássico, imprescindível para alunos de História do Brasil, tanto que a agenda de palestras de Rafael em universidades e colégios é intensa, e o samba-enredo da Portela, em 2020, foi Guajupiá, Terra Sem Males, baseado no livro. 

Rafael fez uma pesquisa bibliográfica e antropológica de tirar o chapéu, e identificou sítios arqueológicos e a origem de topônimos de bairros do Rio de Janeiro, cidade que ele conhece como ninguém, e de cidades do entorno da Baía de Guanabara, como Niterói. O resultado é que tomamos consciência, com clareza, de que somos uma nação tupi, portuguesa e africana, e tudo começou no Rio. 

Tribos do tronco linguístico tupi-guarani migraram da Amazônia, há milhares de anos, para o litoral e o Sul. Quando os europeus começaram a visitar o litoral, havia, na Guanabara, cerca de 82 aldeias tupinambás, ou tamoias, entre as quais a Carioca, a mais importante delas, situada à margem do Rio Carioca, que deságua na orla do Flamengo. 

As mulheres tupinambás eram bonitas e quando os europeus as viram andando nuas pelas praias ficaram doidos, e não demorou a surgir uma geração de mamelucos. Aí vieram os portugueses, o governador geral Mem de Sá e seu sobrinho, Estácio de Sá, que fundou o Rio de Janeiro. Mais mamelucos. 

A Baía de Guanabara era, no século XVI, estratégica para os portugueses, daí porque trataram de exterminar os franceses da França Antárctica e fundar uma cidade. O livro, de quase 500 páginas, vai até aí. Da primeira à última página, Rafael Freitas da Silva conduz o leitor à cultura tupinambá, e começamos a viver com eles, chegamos a sentir o cheiro da comida, a embriaguez pelo caxiri, participamos dos rituais, sentimos a tensão das batalhas sangrentas e curtimos uma Baía de Guanabara paradisíaca – o que nunca deixou de ser. 

No século XVIII, encontraram ouro e diamante em Minas Gerais, que ia para Portugal via Rio de Janeiro. Aí, o Rio passou a ser a capital da colônia. No século XIX, o então príncipe dom João fez o imperador da França, Napoleão Bonaparte, de otário. Quando o general Junot entrou em Lisboa para saquear Portugal e de lá tentar invadir a Inglaterra ainda viu os navios que levavam dom João e sua corte para o Rio de Janeiro. Foi uma jogada de mestre. Do Rio, dom João pôde organizar, juntamente com a Inglaterra, a resposta a Napoleão. Assim, o Rio passava a ser a capital do Império do Brasil, Portugal e Algarves. 

Penso que o Rio de Janeiro é a cidade mais importante do planeta, por diversas razões. De longe, é a cidade mais bonita do mundo, e, a cada ano, fica mais bonita ainda. Suas praias, montanhas e avenidas são de tirar o fôlego. E fica na região mais aprazível do globo, a zona tropical. É a cidade-luz do Trópico. Tanto que é a cidade que mais recebe turistas no Hemisfério Sul.

Em termos de Brasil, foi a partir de lá que o país começou a se tornar uma nação. De modo que o Rio de Janeiro é, para a civilização brasileira, o equivalente à Grécia para o Ocidente. Assim, o Rio é o maior difusor da cultura brasileira. O Rio Antes do Rio me deixou orgulhoso de ser brasileiro, me fez compreender que o Brasil é um legado português e jesuíta, e que Estácio de Sá, ao fundar o Rio, lançava a pedra fundamental do Coração do Mundo, Pátria do Evangelho. O Rio Antes do Rio me fez amar ainda mais o Rio de Janeiro.

sábado, 14 de janeiro de 2023

O Comunismo está moribundo

O CLUBE DOS ONIPOTENTES, em edição do Clube de Autores

RAY CUNHA 

BRASÍLIA, 14 DE JANEIRO DE 2023 – Comunismo, do latim communis, com sentido de “democrático”, é uma ideologia política que visa à destruição de Deus, do espírito, das religiões, das classes sociais, da família, do sexo, da gramática e do dinheiro. O Estado, dirigido por uma elite, é o novo Deus. O povo passa a viver como porcos: come e procria, mas também trabalha como escravo. Quanto à elite, se esbalda nos prazeres do capitalismo, especialmente em bacanais. 

A diferença entre comunismo e máfia é que esta é uma organização que tem um capo di tutti capi com poder baseado no dinheiro, chantagem e assassinato, vive do capitalismo e explora todo tipo de negócio ilícito, incluindo os mais inimagináveis. O Estado comunista é a mesma coisa, mas funciona com instituições fisiológicas e vive do povo, que escraviza. 

O teórico do comunismo foi o alemão Karl Marx, que, na sua juventude, foi poeta e dramaturgo. Seus poemas e peças concentram-se em destruir Deus e substituí-lo pelo próprio Karl Marx, além de destruir a criação de Deus, o homem. De 1867 a 1883, publicou os três volumes de O Capital, com as bases do comunismo. 

Em 1917, o russo Vladimir Ilyich Ulianov, mais conhecido como Lenin, matou a bola no peito e chutou no gol. Usou a cartilha de Marx para liderar a brutal Revolução Comunista e fundar a União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS), sob o governo do Partido Comunista. 

Um século depois, os comunistas sofreram um baque mortal com a popularização da Internet, um Big Brother global, que se tornou sua maior preocupação. Com efeito, os comunistas, que se alimentavam da mentira, foram desmascarados e são cada vez mais desmoralizados pelos satélites da Internet. 

O comunismo já fez centenas de milhões de mortos, a maioria de fome, e os demais foram assassinados pelos exércitos vermelhos. Na Ibero América, arrasou Cuba, sob as ordens de dois assassinos frios como Hitler: Fidel Castro e Che Guevara. Na Venezuela, quem não conseguiu escapar da sanha de Hugo Chávez Maduro, para não morrer de fome já comeu seus pets e agora come lixo, quando tem. A Argentina, um país que já foi um dos mais ricos do planeta, está soçobrando. E assim seguem outros países, como Chile e Colômbia. O Brasil é a bola da vez. 

Mas, segundo os espíritos, o comunismo não será vencido no Brasil. Autodestruir-se-á, de dentro para fora, em uma implosão, como fez Dilma Rousseff, em 2016. Não existe um Salvador. Bolsonaro não é o Salvador. Foi o enviado para fazer o maior número de pessoas despertarem antes da transição de comunismo para Estado de direito. 

O capitão do Exército Jair Messias Bolsonaro era um apagado deputado federal pelo Rio de Janeiro e de repente começou a despertar multidões. Vendo isso, enviaram o militante Adélio Bispo para matá-lo. Adélio aplicou uma peixeirada tão potente no ventre de Bolsonaro que quase varou-o. Até chegar ao hospital, Bolsonaro perdeu metade do seu sangue. Os cirurgiões que o atenderem não sabem como é que ele sobreviveu. 

Eu sei. Uma equipe de espíritos, com tecnologia que nem sonhamos aqui neste plano da matéria, acompanhou o atendimento emergencial de Bolsonaro, pois sua missão só estava começando. Peço aqui, publicamente, ao médium e astrofísico Laércio Fonseca, para investigar isso no plano espiritual. Ele vai confirmar que houve intervenção no caso de Bolsonaro, pois sem essa intervenção nem um búfalo permaneceria vivo. 

Não será implorando a Deus para ajudar o Brasil que Ele atenderá, pois quando pedimos ajuda focamos na falta, em vez de agradecer a ajuda ensejada. Muitos sequer sabem o que está acontecendo no Brasil, mas não é alienação, é que são espíritos que não precisam passar por isto: angustiar-se com  o encosto do comunismo. Cada um sentirá o atual momento segundo o carma de cada qual. 

Mas uma coisa é certa: o comunismo se autodestruirá. Como um vampiro ao Sol. Todos têm apenas que vibrar positivamente e jamais duvidar da Luz. Os ceifadores já estão atuando. Primeiramente foi com o vírus chinês e agora é com o atual momento político. Muitos sofrerão. Contudo, as trevas só voltaram para nos ensinar, para abrimos os olhos e começar a enxergar um monte de coisas que a gente não enxergava, como em uma faxina na casa. O povo nas ruas foi um exemplo disso, mostrando união e solidariedade. 

A esquerda era confundida com o Paraíso, ou era vista de forma embaçada, ou as pessoas não conseguiam ver nada. Bolsonaro veio para fazer as pessoas enxergarem claramente a feiura, a podridão do comunismo. Mas ele não é o salvador, porque cada um de nós é o seu próprio salvador. Cada qual salvará sua própria alma por meio de oração e fé na Luz. E quem usar seu livre arbítrio para vibrar medo e raiva, sentimentos que alimentam as trevas, sofrerá.

Leia O CLUBE DOS ONIPOTENTES e você saberá mais claramente do que estou falando.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2023

A depuração do Brasil

O CLUBE DOS ONIPOTENTES, edição do Clube de Autores

RAY CUNHA 

BRASÍLIA, 4 DE JANEIRO DE 2023 – Para escrever os romances O CLUBE DOS ONIPOTENTES e JAMBU li vários livros e pesquisei amplamente a questão do comunismo e o plano espiritual, abeberando-me principalmente em dois pensadores brasileiros, que se encontram, atualmente, em plena produção: o escritor Jorge Bessa e o médium e astrofísico Laércio Fonseca. No fim das contas, O CLUBE e JAMBU explicam a atual situação política do Brasil. 

Em 2019, o presidente conservador Jair Messias Bolsonaro assume e durante os quatro anos de mandato estabelece e mantém duas coisas: um ministério técnico e enxuto, e não distribuído entre os partidos para fins fisiológicos; e impede a corrupção, principalmente o desvio de dinheiro público, ou roubo. O resultado é que, apesar da pandemia do vírus chinês, o Brasil experimentou um crescimento seguro jamais visto no país. Isso ressaltou a década e meia dos comunistas na presidência da República, período no qual estima-se que pelo menos um trilhão de reais foram desviados. 

Assim, os comunistas, o establishment, quando viram que Bolsonaro ia sair vitorioso nas eleições de 2017, tentaram matá-lo, atentado do qual Bolsonaro sobreviveu por milagre. Como não conseguiram eliminá-lo logo de saída, passaram quatro anos tentando incriminá-lo de alguma forma e prendê-lo. Não conseguiram. Aí, soltaram da prisão o líder comunista Lula, condenado nas três instâncias da Justiça por corrupção, e com urnas somente utilizadas no Brasil, Butão e Bengladesh. Lula foi considerado vitorioso pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). As eleições foram contestadas, mas o TSE não abriu o código-fonte para auditá-las. 

A população ficou tão furiosa que, desde 30 de outubro do ano passado, está na frente de quartéis das Forças Armadas pedindo que os militares interfiram para abrir o código-fonte. Mas os militares, até então considerados a instituição número um dos brasileiros, cruzaram os braços. A maior prova de que houve algo estranho nas eleições é que Lula, empossado em 1 de janeiro, se botar a cara na rua é chamado de ladrão pela multidão que se forma, e Bolsonaro, até no exterior, é aclamado. Assim, muita gente está chorando. 

Mas vamos ver a coisa pelo lado do plano espiritual. Sabemos, por médiuns e espíritos psicografados, que o livre arbítrio dá uma margem muito pequena de liberdade para a raça humana e que nossa existência no plano da matéria densa é sempre observada diuturnamente e orientada pelo plano dos ascensionados. Sabemos também que o Brasil é o Coração do Mundo, Pátria do Evangelho, e que desde 20 de julho de 2019, entramos em um ciclo de luz. 

Pois bem, se Bolsonaro fosse reconduzido, de pronto, à Presidência, as velhas práticas dos comunistas, o saque generalizado à burra, a parcialidade da imprensa amestrada, o puxa-saquismo dos interesseiros não seriam ressaltados nas redes sociais, desmascarando-os de uma vez por todas, expondo a carniça, enterrando-a e jogando um mar de cal sobre ela.

Então, o processo é este: paciência. Afinal, o Foro de São Paulo foi urdido por dois dos mais perigosos mafiosos que já emporcalharam este orbe.