sábado, 25 de junho de 2022

Jornalismo-carniça fareja menina obrigada a matar bebê. Mulheres que odeiam os homens

RAY CUNHA 

BRASÍLIA, 25 DE JUNHO DE 2022 – A velha imprensa, aquele balcão de negócios fedendo a carniça, doido para dar sumiço em Bolsonaro e voltar a faturar na sua senda de mentiras, publicou, esta semana, a história de uma menina de 11 anos vítima de aborto estimulado de outra criança de 7 meses, assassinada antes de nascer, mesmo com pessoas se oferecendo para adotar o bebê. 

Os gênios da reportagem noticiaram o negócio como se a menina fosse estuprada por um homem adulto e que uma juíza a estava escondendo para ela não abortar. Foi um Deus nos acuda. As feministas, o pessoal dos direitos humanos e os loucos para matar Bolsonaro puseram-se a gritar o direito da menina de mandar o bebê desta para outra melhor. 

Vamos aos fatos. O caso se deu em Santa Catarina. Segundo o delegado da Polícia Civil de Santa Catarina, Alison da Costa Rocha, que cuida do caso, o pai do bebê, de 13 anos, é filho do padrasto da menina e reside na mesma casa em que a garota morava, e o sexo era consentido. A mídia que inicialmente publicou o caso ocultou isso, cuidando de criar apenas um lado imoral da história. Mas a maior imoralidade mesmo foi o assassinato do bebê de sete meses. 

A Justiça de Santa Catarina teria tentado evitar o aborto, mantendo a menina em um abrigo longe da família, mas o Ministério Público Federal (MPF) recomendou que o bebê fosse retirado, independentemente da idade, ou seja, se estivesse para nascer, mesmo assim seria assassinado. 

O Feminismo é um negócio diabólico. Pretende empoderar as mulheres, igualando-as aos homens, em termos políticos, sociais, econômicos, libertando-as de padrões patriarcais e igualando-as também em termos sexuais, para então humilharem e depois matarem, de preferência tocando fogo, os homens. Mas as mulheres jamais serão homens; a recíproca é verdadeira. Os gêneros foram criados pelos engenheiros siderais para a reprodução de corpos, que são os escafandros nos quais os espíritos sobrevivem na atmosfera terrestre. 

As feministas entendem que são donas dos seus corpos e podem fazer o que quiserem com eles. Podem, mas têm de arcar com as consequências, que são duas: a primeira é que podem fornicar a abortar quantas vezes quiserem, até o corpo não aguentar mais, perder completamente a energia Qi e morrer; a segunda é que o corpo é cármico, o que quer dizer que ele serve, em última análise, para uma experiência moral ao espírito, submetido à lei da causalidade, do plantar livremente, mas colher obrigatoriamente. 

As feministas não entendem que hoje as mulheres ocidentais ombreiam-se aos homens e até os ultrapassam em vários setores da existência. As mulheres não são mais escravas dos pais e dos maridos. O problema é que as mulheres são românticas, fiéis e doces, e o mundo está cheio de escravocratas sanguinários. Mas dependendo da colheita, sempre se pode encontrar a alma gêmea. 

O maior problema é que o feminismo é estudado somente do ponto de vista material. O espírito não entra nessa história, como não entra em ciência alguma. Se as mulheres soubessem o que ocorre no plano espiritual quando matam o próprio bebê! É claro que no caso da menina de 11 anos há atenuantes.

A internet impediu que a velha mídia continuasse a uivar, a bramir, no caso da menina, pois o jornalismo no YouTube tratou de apresentar os fatos. Por enquanto, continuarão guinchando que Bolsonaro está tocando fogo na Amazônia e matando as zebras, leões, rinocerontes e hipopótamos que povoam a grande cordilheira!

segunda-feira, 20 de junho de 2022

Colômbia cai nas garras do foro de São Paulo. O Brasil será o próximo? Assassinarão Bolsonaro?

O CLUBE DOS ONIPOTENTES: narcotráfico e políticos da Ibero-América

RAY CUNHA 

BRASÍLIA, 20 DE JUNHO DE 2022 – O objetivo do Foro de São Paulo de criar uma União das Repúblicas Socialistas Soviéticas tropical na América do Sul avança cada vez mais. Eles começaram com Cuba, o PT (Partido dos Trabalhadores), as Farcs (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) e outros narcotraficantes, já contam com Venezuela, Argentina e Bolívia, e, a partir de ontem, com a Colômbia. Os comunistas são como gafanhotos, vão comendo tudo, deixam a terra arrasada, como em Cuba e na Venezuela. Sua política é a da corrupção total. 

Ontem, o guerrilheiro do M-19 (Movimento 19 de Abril), Gustavo Petro, se tornou o primeiro presidente comunista da Colômbia, pelas urnas. Logo que soube que fora eleito garantiu que soltará todos os presos do país. As Farcs estão comemorando. 

O Brasil não é a cereja do bolo da União Soviética tropical; é o próprio bolo! Com os recursos naturais que têm se os comunistas chegarem a tomar o poder garantirão para si uma bacanal de décadas. Lula Rousseff e o PT conseguiram controlar a burra uma década e meia. O plano é fustigar o presidente Jair Bolsonaro até ele reagir e aí darem o golpe, impedindo-o de disputar a reeleição ou de assumir. Ou assassinarem-no, como já tentaram. Mas falta combinar com as Forças Armadas. 

Mas até outubro esse cenário poderá mudar radicalmente, se os Estados Unidos conseguirem extraditar da Espanha, Hugo Carvajal, conhecido como El Pollo, O Frango, general, ex-chefe da Inteligência venezuelana. Preso na Espanha, ele seria extraditado para os Estados Unidos, acusado de ser um dos chefões do narcotráfico venezuelano e de financiar Lula, mas, até agora, o Tribunal Europeu dos Direitos Humanos conseguiu mantê-lo na Europa. 

Frango, general do exército venezuelano, chefiou a Inteligência de Hugo Chávez, entre 2004 e 2011, quando um tribunal de Nova York o acusou de coordenar, em 2006, o embarque de 5,6 toneladas de cocaína da Venezuela para o México e de lá para os Estados Unidos. Segundo o FBI, a polícia federal americana, Frango fazia parte do Cartel de los Soles, juntamente com o próprio Chávez, que morreu em 2013. 

Ele sabe muito. A jornalista espanhola Cristina Segui investiga o caso a fundo. Em setembro do ano passado, Frango foi preso na Espanha, após três anos escondido, desde abril de 2019, quando foi preso a pedido dos Estados Unidos, que queria extraditá-lo, mas no dia seguinte Carvajal fugiu. Fugiu, simplesmente. 

Para permanecer na Espanha, Carvajal confessou que o narcotráfico financiava políticos espanhóis e gente importantíssima na Europa. Está conseguindo, assim, permanecer na Espanha. Mas entregou também Lula, Cristina Kirchner (Argentina), Evo Morales (Bolívia), o paraguaio Fernando Lugo e o equatoriano Rafael Correa. Ele disse que tem como provar suas acusações, mas que só fará isso se os espanhóis não o entregarem para os americanos. 

Além de prisão perpétua, os americanos proporcionarão a Franco vomitórios eficientíssimos. Assim, há, no Brasil, gente que não quer nem ouvir falar na extradição de Frango, ou cachalote, pois os documentos que ele mantém zelosamente escondidos podem também levar cefalópodes de volta à jaula. 

Meu romance-reportagem O CLUBE DOS ONIPOTENTES percorre as entranhas das relações do narcotráfico com os comunistas ibero-americanos, especialmente os que criaram, juntamente com Fidel Castro, o Foro de São Paulo. Leia-o com urgência.

sexta-feira, 17 de junho de 2022

Ruy Castro cobra de Bolsonaro a vida de Bruno e Dom e o aconselha a se esconder. Do MI6?

Edição de JAMBU do Clube de Autores: o coração das trevas

RAY CUNHA* 

BRASÍLIA, 17 DE JUNHO DE 2022 – O jornalista Ruy Castro publicou na Folha de S.Paulo artigo delirante intitulado Onde estão Bruno e Dom, Bolsonaro?, dando a entender que o presidente é culpado pela morte de Bruno e Dom. É impressionante como os adoradores de Lula são fanáticos e capazes de textos tão estúpidos. 

– Parabéns, Bolsonaro, você conseguiu. Depois de três anos dedicado a entregar a Amazônia aos barões do desmatamento, garimpo, caça e pesca ilegais; aos invasores de terras, envenenadores de rios, algozes dos indígenas e abusadores de suas mulheres, pistoleiros profissionais e traficantes de ouro, madeira, animais e, agora, cocaína; a desmantelar a fiscalização que impedia a destruição da floresta; e a prostituir os ramos locais do Ibama, da Funai, da Polícia Civil, da Polícia Militar e do Exército, sua obra atingiu um novo clímax: o desaparecimento do indigenista Bruno Pereira e do jornalista britânico Dom Phillips – escreve o aclamado mineiro. 

Segue o fabiano: “Os assassinos de Bruno e Dom, se já estavam certos da impunidade, viram-se ainda mais seguros diante do corpo mole das autoridades e do seu desprezo presidencial pelo caso, ao culpar os dois pela “aventura” e emitir um diagnóstico que nos envergonha como nação: “Eles podem ter sido executados”, disse você, com notável tranquilidade” – escreve o jornalista. 

Em outro trecho Ruy Castro quase acerta: “O apagamento de brasileiros como Bruno Pereira é regra nessa Amazônia sem lei. Mas Dom Phillips é um cidadão britânico, credenciado por organizações internacionais de proteção ao meio ambiente e jornalista ligado a dois veículos poderosos: o inglês The Guardian e o americano The New York Times. Eles não deixarão barato e, de repente, você periga ter de engolir mais do que poderá mastigar”. 

Ele acerta em que na Amazônia vige a lei da selva. Agora, dizer que, nós, brasileiros, seremos atacados, ou que o MI6 vai eliminar Bolsonaro porque Dom Phillips é britânico, aí é histerismo. Ruy não conhece porra nenhuma da Amazônia. Vamos aos fatos. 

O indigenista brasileiro Bruno Araújo Pereira e o jornalista britânico Dom Phillips foram mortos a tiros e seus corpos esquartejados, queimados e enterrados em uma área entre as comunidades São Rafael e Cachoeira, e próxima à Terra Indígena Vale do Javari, em Atalaia do Norte, Amazonas, segundo informações da Polícia Federal. O pescador Amarildo da Costa de Oliveira, o Pelado, confessou ter participado do crime, ocorrido na manhã de domingo 5, próximo à comunidade de Cachoeira. 

Anteontem, Pelado, que está preso juntamente com seu irmão, Oseney da Costa de Oliveira, vulgo Dos Santos, que negou envolvimento no caso, ambos moradores da comunidade de São Gabriel, levou os policiais até o local onde enterrou os restos dos corpos, já enviados para perícia, em Brasília. Segundo Pelado, o assassinato foi em represália às denúncias de que ribeirinhos estavam invadindo a Terra Indígena Vale do Javari para pescar ilegalmente pirarucu e tracajás. 

Pelado foi preso no dia 7, por posse ilegal de armas de uso restrito e drogas. Testemunhas afirmaram que ele foi visto em uma embarcação próximo à lancha de Bruno e Dom. No dia 4, indígenas da Equipe de Vigilância da Univaja presenciaram ameaças feitas por um grupo de pescadores a Bruno e Dom. 

– Não foram só eles, não. Estamos pedindo para a Polícia Federal pegar outros envolvidos. Não foram só o Pelado e o Oseney – afirmou o índio marubo Manoel Chorimpa, da União dos Povos Indígenas do Vale do Javari (Univaja), para quem os assassinos são três ou quatro pessoas. 

Há suspeita de que o crime tenha sido ordenado por narcotraficantes, que financiam a pesca ilegal de pirarucu, um dos peixes mais valiosos da Amazônia, e de tracajá, quelônio apreciadíssimo na Hileia. 

Assim que deram falta do indigenista e do jornalista, os comunistas brasileiros trataram de jogar a culpa no presidente Jair Bolsonaro, a quem já acusaram de incendiar a Amazônia. Mas tanto a Polícia Federal quanto as Forças Armadas se mobilizaram imediatamente para procurar a dupla desaparecida. 

As relações dos narcotraficantes com o Brasil têm sido muito intensas, desde o Foro de São Paulo, especialmente a partir de 2003. O próprio presidente da República, Jair Bolsonaro, já comentou que o ex-presidente Lula, solto da jaula pelo Supremo Tribunal Federal (STF), tem ligação com o narcotráfico. 

– Vou falar sobre o último caso que veio à tona: o chefe do serviço de inteligência venezuelano, preso há pouco, disse que recebeu recursos e que todas as autoridades de esquerda receberam recursos do narcotráfico, fundos também enviados para a Espanha – afirmou, referindo-se a Hugo Armando Carvajal Barrios, El Pollo, O Frango, preso na Espanha. Os Estados Unidos estão aguardando a extradição dele para lá. Se isso acontecer, Frango vai abrir o bico. 

Toda a Amazônia é refém do narcotráfico, especialmente o estado do Amapá, atlântico, com fronteira com a Guiana Francesa e tomado pelos comunistas. Recentemente, a Operação Narco Brasil, coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública e comandada pela Delegacia de Tóxico e Entorpecentes (DTE) da Polícia Civil do Amapá, resultou em apreensões de drogas e prisões, algumas em flagrante. 

No Amapá, além das facções que agem no Rio de Janeiro e em São Paulo, os amapaenses ainda tem que se defender da Família do Norte (FDN), a máfia amazonense que deitou um tentáculo no Amapá, onde toca o terror, juntamente com a organização local Família Terror Amapá (FTA). 

Ainda bem que o STF não proibiu as polícias do Amapá de entrarem nas favelas que o senador vitalício Jegue Sarney criou em Macapá, para manter seu curral eleitoral. Jegue se mandou para o Maranhão e deixou as favelas de presente para os macapaenses. 

Muito fabiano, amigos dos zumbis Fidel Castro, Hugo Chávez Maduro e Lula, estão apreensivos com a perspectiva de os Estados Unidos conseguirem pegar O Frango, pois muitos assassinatos serão esclarecidos, envolvendo amigos de Ruy Castro, como a família Castro, Ugo Chávez Maduro e ratazanas fabianas tupis.

Se você quer conhecer a verdadeira Amazônia, onde lateja o coração das trevas, mas onde luzes iluminam o caminho para se entender a alma da Hileia, esta pulsa no meu romance JAMBU, que se passa na cidade mais emblemática do Trópico Úmido: Macapá.

*RAY CUNHA é escritor e jornalista, natural de Macapá/AP, Amazônia, onde trabalhou nos maiores jornais da região.

quarta-feira, 15 de junho de 2022

Biblioteca da Universidade Federal do Amapá recebe JAMBU, romance de Ray Cunha

Fernando Canto, Thalita Rafaela Ferreira e JAMBU, de Ray Cunha

BRASÍLIA, 15 DE JUNHO DE 2022 – O escritor e acadêmico Fernando Canto entregou ontem à diretora da Biblioteca da Universidade Federal do Amapá (Unifap), Thalita Rafaela Ferreira, um exemplar do romance JAMBU (Clube de Autores Amazon.com.br, 2019, 190 páginas), de Ray Cunha. O livro entrará para o Catálogo de Escritores Amapaenses e estará à disposição dos leitores na biblioteca da universidade. 

A Biblioteca Pública Estadual Elcy Lacerda, de Macapá, também dispõe de alguns títulos de Ray Cunha. 

JAMBU mistura ensaio e ficção, personagens de ficção e personagens reais, vivas ou mortas, e subverte datas históricas. A sinopse do romance é a seguinte: o Festival de Gastronomia do Pará e Amapá está acontecendo no luxuoso Hotel Caranã, no bairro do Pacoval, em Macapá, sob os auspícios do Grupo Fortaleza. João do Bailique, editor da revista Trópico Úmido, patrocinada também pelo Grupo Fortaleza, prepara uma edição especial sobre a Amazônia, abordando a chamada Questão Amazônica. Assim, a edição se constitui em um mergulho nas entranhas da Hileia. 

Isso quer dizer que não são investigados apenas questões como internacionalização da Amazônia, o embuste ianomâmi, corrupção de colarinho branco e de ONGs, tráfico de crianças para escravidão sexual etc., mas também o lado esotérico da coisa: o que foi a Operação Prato, quando a Força Aérea Brasileira investigou a presença de Ovnis e ETs na costa do Pará; o que virá após a Data-Limite, predita por Chico Xavier? Existe um comando no mundo espiritual monitorando a história da humanidade, e, nesse contexto, a história do Brasil? JAMBU responde a todas essas perguntas. 

O romance faz ainda uma homenagem a dois artistas macapaenses: o poeta Isnard Brandão Lima Filho e o pintor Olivar Cunha. 

RAY CUNHA, que hoje reside em Brasília/DF, nasceu na cidade mais emblemática da Amazônia, Macapá/AP (o romance diz por que Macapá é tão emblemática assim), e, durante mais de uma década, trabalhou e viajou como repórter por toda a Hileia, além de, há décadas, pesquisar a história, a geografia e a geopolítica da região. Também é estudioso da questão espiritualista e da existência de alienígenas, detentores de tecnologia a anos luz à frente dos conhecimentos da ciência humana. Ray Cunha é também terapeuta em Medicina Tradicional Chinesa.

domingo, 12 de junho de 2022

Minha namorada

Josiane Souza Moreira Cunha e eu namoramos desde 1988
 
RAY CUNHA
 

O primeiro beijo que me deste explodiu

Como relâmpago na minha alma

Feriu-me, doce como brisa,

Pétalas pousando no púbis de um anjo

 

Desde então, flor da minha vida,

Voo na tua dimensão

Grávido de ti, como um abismo,

Mulher amada!

 

Segue-me, pois te mostrei quase nada

E tenho a chave dos sonhos

Que conduzem à eternidade

 

À fogueira do nosso amor, minha namorada,

Ao voo vertiginoso

Da luz movida a acme

sábado, 11 de junho de 2022

Lula quer a imprensa amordaçada e a mídia amestrada balançando o rabo para ele. Escritor Fernando Canto é censurado em Macapá/AP

Fernando Canto em sessão de autógrafos de Mama Guga

RAY CUNHA 

BRASÍLIA, 11 DE JUNHO DE 2022 – O maior ladrão do mundo, Lula Rousseff, desenjaulado pelo Supremo Tribunal Federal (STF), garante que se voltar ao poder amordaçará a imprensa, ao que os jornalistas amestrados dos balcões de negócios, tipo Grupo Globo, balançam suas rabadas gordas, baixando a cabeça para o molusco de nove cabeças de urubu e nove ventosas em garras, sedentas para colar na teta da burra. 

Ele sonha com Cuba, Venezuela, China, Coreia do Norte e ditaduras em geral, onde não existe imprensa e o povo é escravo da elite do partido único. Lula tem medo da imprensa de verdade porque, assim, ele se vê refletido no espelho das palavras: uma ave de rapina. 

– Eu vi como a imprensa destruía o Chávez (ditador da Venezuela, morto em 2013, antecessor do atual ditador, Maduro). Aqui eu vi o que foi feito comigo. Nós vamos ter um compromisso público de que vamos fazer um novo marco regulatório dos meios de comunicação – declarou o condenado, em entrevista coletiva em São Luís/MA, em 2021. 

Citação de Marcel Proust, do seu livro O Tempo Redescoberto, da série Em Busca do Tempo Perdido: “Na realidade, todo leitor é, quando lê, o leitor de si mesmo. A obra não passa de uma espécie de instrumento óptico oferecido ao leitor a fim de lhe ser possível discernir o que, sem ela, não teria certamente visto em si mesmo. O conhecimento, por seu foro íntimo, do que diz o livro, é a prova da verdade deste, e vice-versa, ao menos até certo ponto, a diferença entre os dois textos devendo ser frequentemente imputada não a quem escreveu, mas a quem leu”. 

O jornalista Elton Tavares publicou hoje no seu Blog de Rocha uma crônica (sempre deliciosa) de um dos mais lúcidos escritores amapaenses, Fernando Canto: Leitura Não-Recomendável para jovens. Canto inicia sua crônica com a citação de Proust. 

– Meus livros Mama Guga e O Centauro e as Amazonas, ambos publicados pela Editora Paka-Tatu, de Belém, em 2017 e 2021, respectivamente, foram considerados como leitura “não-recomendável” para os jovens que frequentam a livraria e café Pajé, em Macapá. A proprietária me chamou e me entregou os livros não vendidos – narra Fernando Canto. – A princípio, não liguei, pois, com a minha idade, já ando calejado das coisas que passei na vida e não quero brigar ou procurar direitos onde não tenho. Mas cheguei a contar o fato numa live de um importante canal de literatura amazônica, de Belém-PA (Bate-Papo Literário com Paulo Maués Corrêa, no YouTube) e para alguns amigos. Todos lamentaram o ocorrido e ficaram indignados. 

Outro trecho da crônica: 

– Não tenho ideia do que levou a empresária a me devolver os livros, mas creio que nenhuma atitude que diz respeito à divulgação de obra tenha apenas o fundamento sexual implícito nos contos que os moralistas, normalmente religiosos, tendem a ser contra. Perguntei a mim mesmo: como eu escreveria algo a ser considerado “não-recomendável para jovens” se estes sabem tantas coisas oriundas mais das redes sociais do que do convívio social familiar e educacional desde a adolescência? Ora, a clientela do lugar não é formada só de jovens e, pelo que vi, os livros ali expostos se diversificam entre “clássicos” e “ingênuos”. Mas quem disse que as interpretações desses clássicos e ingênuos não vão além do mero texto escrito? 

Se a dona da livraria alegou que a literatura do Canto não é recomendável para jovem inferimos o seguinte: ela leu os livros dele e os censurou; ela lê todos os livros à venda na sua livraria para ver se são ou não recomendáveis para jovens; ela é moralista; ela é virginal; ela é comunista. 

Eu até pensei que não houvesse livraria em Macapá, mas tenho certeza de que vender livro lá só Paulo Coelho, Jegue Sarney e Fernando Canto. Paulo Coelho porque vende mesmo, e muito, no mundo todo, não importa o que ele escreva. Muita, mas muita gente pensa que ele é sábio, bruxo, que faz chover a hora que quer etc. Jegue Sarney porque é senador zumbi do Amapá e seu curral eleitoral continua fiel a ele, elegendo-o a cada oito anos a uma vaga no umbral. E Fernando Canto porque é o mais conhecido escritor amapaense e vende mil livros em apenas um lançamento, de modo que a livreira virginal perdeu um campeão de vendas. 

Na última vez que Fernando Canto e eu nos encontramos, durante uma farra de três dias (com direito a descanso, pois somos velhotes), disse-lhe que já está na hora de ele lançar seus livros em eventos como a Feira Literária Internacional de Paraty (Flip), e de publicar um romance (ele é contista), porque os leitores amapaenses, aqueles que frequentam livrarias e compram livros, já compraram todos os livros do Fernando Canto. E depois Macapá não tem muitos leitores. 

Entra governo, sai governo, entra prefeito, sai prefeito, em Macapá não existe política cultural; o que há são secretarias de Cultura abarrotadas de cargos em comissão promovendo viagens de funcionários a feiras como a de Frankfurt, Alemanha, para observar como se faz uma feira de livro. 

Macapá não tem feira de livro; as universidades e faculdades de Macapá não têm cadeira de literatura da Amazônia, muito menos do Amapá; o Amapá jamais promoveu um prêmio literário dos países de língua portuguesa, ou nacional; a Academia Amapaense de Letras vive à mingua; no Amapá não há editora profissional (há gráficas); em todo o estado do Amapá só deve haver a livraria e café Pajé, que não vende livros não-recomendáveis a jovens, pois, atualmente, não sei de outra, e, se há outra, deve ser em shopping, das redes de livrarias, onde os livros dos escritores amapaenses ficam escondidos e só vão para a vitrine best sellers, como Paulo Coelho, e a biografia autorizada de Jegue Sarney, que, na verdade, é ficção.

Comercialmente, a literatura do Amapá lembra um hímen à espera de uma mandioca.

quarta-feira, 8 de junho de 2022

Brasília em chamas. Bolsonaro afirma que não acatará mais decisões da ditadura da toga

Leia, urgentemente, no clubedeautores ou na amazon.com.br

RAY CUNHA

BRASÍLIA, 8 DE JUNHO DE 2022 – O confronto entre comunistas e patriotas do “coração do mundo, pátria do Evangelho” já começou. Brasília pega fogo. Ontem, o presidente Jair Bolsonaro disse publicamente que não vai mais acatar decisões flagrantemente inconstitucionais do Supremo Tribunal Federal (STF), que vem agindo como ditador, passando por cima da Constituição, prendendo políticos e jornalista por “crime” de dizerem o que pensam, soltando bandidos, impedindo que a política combata narcotraficantes e que Bolsonaro governe. 

O Senado, que constitucionalmente é que deveria controlar o Supremo, está de mãos atadas. Parece um valhacouto. Assim, Bolsonaro resolveu aceitar o confronto direto contra a ditadura da toga. Para que haja democracia plena só um lado pode sobreviver: ou os comunistas, liderados pelo molusco de nove cabeças e nove garras, ou os patriotas. Agora é tudo ou nada. Ditadura ou democracia.

– Eu fui do tempo em que decisão do Supremo não se discutia, se cumpria. Eu fui desse tempo. Não sou mais – advertiu Bolsonaro.

Qual será o próximo ataque da horda de rapina?

terça-feira, 7 de junho de 2022

Ditadura dos urubus do bico mole grita como pedrada na cara. Chegou a hora de a cobra fumar

Saiba mais sobre a ditadura dos urubus de bico mole e nove
garras e a contrarrevolução lendo O CLUBE DOS ONIPOTENTES

RAY CUNHA 

BRASÍLIA, 7 DE JUNHO DE 2022 – A ditadura da toga está a todo vapor. Seus principais agentes são um boca mole, ou melhor, bico, e uma ave, ou melhor, ovo. Mas são todos urubus. Nove. Também suas patas esquerdas têm quatro garras. As patas direitas são normais, com cinco garras. Todos têm boca mole, pegajosa; quando estão chupando, as bordas das ventosas aderem à teta da burra igual Super Bonder. 

Estão desesperados, pois já perceberam que o mito será reeleito e o valhacouto será renovado, de modo que partiram para a guerra total. Só que o mito está preparado para terra arrasada. Não ficará pedra sobre pedra, ou melhor, pena sobre pena. Até os pets sabem que chegou o momento de a cobra fumar. Acabou a graça. 

Não importa se os comunistas globais vão ficar vomitando dejeto... a coisa será feita. Precisa ser feita. A contrarrevolução. E não vão reclamar por muito tempo. Todos precisam do Brasil, a verdade é essa.

Chegou a hora de enviar essa cambada de ladrões, chefiada pelo molusco de nove garras, para o lixo da História!

sábado, 4 de junho de 2022

Lula chega ao fim da linha: o limbo

Lula dá sinais de senectude: pilhar a Petrobras cansa

RAY CUNHA 

Romance-reportagem
expõe a latrina do poder

BRASÍLIA, 4 DE JUNHO DE 2022 – A primeira derrota de Lula foi imposta por uma mulher. Em 2011, precisava de alguém da sua máxima confiança para substituí-lo no Palácio do Planalto, a fim de retornar em 2015, e aí terminar de criar as bases para uma ditadura comunista. Então delegou a missão à Dilma Rousseff, a quem conhecia bem. Dilma era corajosa, pois nos seus tempos de terrorista atuava na linha de frente, assaltando banco e explodindo coisas. Lula viu que Dilma era completamente estúpida e que seu sonho de instalar uma ditadura para pilhar quem ele quisesse seria concretizado. 

E estava certo. Augusto Nunes, um dos mais genuínos jornalistas brasileiros, foi quem primeiro observou que Dilma Rousseff só tem um neurônio, e, assim, não pode raciocinar. Mas o tiro de Lula, novamente, e isso se tornou uma constante, saiu pela culatra. Em 2005, Dilma Rousseff começou a achar que o mérito de ela ser a “presidenta”, como gostava de ser chamada, era dela, e não de Lula, bateu o pé e foi reeleita, para levar uma pezada na bunda, em 2016. Com ela, Lula e o PT começaram a se afogar na merda.

Acusado de todo tipo de safadeza, Lula foi condenado por mais de uma dezena de juízes e desembargadores à jaula. Foi enjaulado, mas logo foi solto, perdoado pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Espera, mas o STF não é para defender a Constituição? É?

Agora, Lula quer voltar ao Palácio do Planalto, para concluir seu plano perverso, o de tornar o Brasil uma imensa União Soviética tropical, juntamente com Cuba, Venezuela, Argentina, Chile e Bolívia, para começar, e, finalmente, Estados Unidos, onde o comunismo se espojaria nos despojos da Meca do capitalismo. 

Enquanto estava albergado na jaula da Polícia Federal, Lula foi ninado pela dra. Janja, Rosângela da Silva, paranaense de 56 anos, socióloga, petista. Foi amor à primeira vista. Recentemente, Janja se casou com Lula, 77 anos. Inclusive o casamento do “pai dos pobres”, como Lula gosta de posar, foi um dos mais caros do país. Nada demais para Lula. 

Mas a saúde do molusco não anda boa. Aquela rouquidão dele tem a ver com o meridiano do coração. A pílula azul poderá afetá-lo. Contudo, o grande problema de Lula é seu passado. 

Há uma lei implacável no Universo: a de causa e efeito. Segundo ela, planta quem quiser plantar. Faz parte do livre arbítrio. Obrigatório é colher. Assim, se plantamos luz, colhemos luz; se plantamos escuridão, o limbo está à espera. Melhor: à espreita. E a vida da besta de nove cabeças de urubu e nove garras foi dedicada ao saque, à luxúria, à mentira, ao foro de São Paulo, à maior de todas as pandemias: o comunismo.

Por tudo isso, Lula sequer manterá sua candidatura à presidência da República. Ele está no fim da linha, pois sua energia, seu Qi pré-celestial, está se esgotando. O coração do mundo, a pátria do Evangelho, não precisa de carniça, mas de democracia.

No meu recente romance-reportagem O CLUBE DOS ONIPOTENTES estampo um retrato de Lula nu, revelando sua alma enegrecida pelo chorume da corrupção.

Leia trecho do livro:

"Alex sonhou que três grays, seres extraterrestres cinzentos e pequenos, saíam de um portal de luz e um deles pôs o dedo indicador entre as sobrancelhas de Alex, que se sentiu bastante sereno. Sentou-se na cama. Outro gray se acercou, inclinou a cabeça de Alexandre e encostou algo, bem pequeno, na sua nuca, na altura da glândula pineal, que se localiza no centro do cérebro e que faz a ponte entre os planos espiritual e da matéria. Na tradição hinduísta, é o sexto chacra, Ajna, ou terceiro olho, ou ainda olho espiritual. Chacras, na cultura hindu, ou yogue, ou no ocultismo, são centros de absorção de energias cósmicas. Na Medicina Tradicional Chinesa o terceiro olho é equivalente ao yintang, um acuponto. O gray explicou mentalmente para Alex o que estava fazendo. Alex sabia muito bem o que é a pineal, o chacra do duplo etéreo, o elo entre o períspirito e o corpo carnal. Via a micro pastilha do chip caminhando lentamente em direção à sua pineal.

"Depois, sonhou que estava em um túnel, longo, negro, misterioso, pegajoso, que fedia a chorume. Estendia-se, abismal, rumo ao inferno. De repente, à tênue luz da lanterna de bolso, surgiram sete bocas semelhantes, como um entroncamento de tripas. Alexandre sabia que todas levavam ao ventre da besta. Assestou o ouvido direito na boca do centro e ficou quieto. Nada ouviu. Assim fez com as demais, passando a auscultá-las da direita para a esquerda. Na última, ouviu som, cavo, de água pingando, reverberando. Tomou por ali. À medida que avançava, o túnel se tornava cada vez mais infecto. Assim que tomou por ele o chão começou a se inclinar levemente, numa descida quase imperceptível, não fosse o chão lodoso. Quanto mais fundo, mais opressivo ficava o ar. A parede brilhava no escuro, sebenta e pegajosa como sangue, o chorume minando e pingando. Alexandre caminhou durante 49 minutos até um ponto em que a galeria começou a subir, e, quando o chão ficou muito íngreme, o túnel se alargou de repente e surgiram degraus. A partir dali, calculou que caminhara talvez um quilômetro, ora em chão plano, ora em degraus ascendentes, até surgir, adiante, tênue claridade. À medida que se aproximava daquele ponto a claridade se tornava mais difusa. Então desligou a lanterna, até porque precisaria dela para voltar. Foi quando ouviu som de voz, misturado a risos, rosnados e ganidos. Prosseguiu cautelosamente, procurando não produzir o menor ruído. Ouviu aqueles sons mais nitidamente e caminhou com mais cautela ainda, até chegar a um ponto mais largo, de onde, atrás de uma pedra, divisou o que se passava: no centro de uma ampla galeria havia uma grande mesa de pedra, em torno da qual se reuniam milhares de criaturas. Uma delas, a que falava e era ouvida atentamente pelas demais, era uma mistura de homem, dragão e escorpião. De repente ela se calou e pareceu farejar o ar. As demais criaturas ficaram estáticas; uma hiena riu e logo se ouviu um coro de risos.

"– Silêncio! – gritou o dragão. – Pensei ter sentido o cheiro de carne humana.

"A horda ficou atenta, e o dragão voltou a falar.

"– Já obsedei o senador Patarrão, que é sócio do Chefão. Ele vai acabar com o Messias, definitivamente. Desta vez a estrovenga não escapa. O plano já está montado, até o detalhe mais insignificante.

"Surgiu uma briga entre dois daqueles seres, meio homem, meio hiena. Parecia que um macho se aproximou muito de uma fêmea, naquele bolo fétido. O dragão dirigiu uma baforada de fogo e chamuscou a pelagem das duas hienas, que começaram a chorar.

"– Engulam o choro, estercos, e deem graças ao diabo porque estou com pressa. Como eu estava dizendo, vocês vão obsedar os que comandam os idiotas úteis que apoiam o esfarelamento do Estado brasileiro; nesse quesito, é importante obsedarmos o maior número possível de professores, para que se empenhem em tornar seus alunos verdadeiros estupores morais. Vamos entregar o Brasil para a China, que tem grana, e também para a Rússia, para que os dois possam peitar os Estados Unidos e depois entrarem em guerra entre si. O que sobrar será nosso, e vamos gozar muito durante esse processo todo – disse o animal asqueroso que liderava a assembleia. – Mas como vamos fazer isso? Como já disse, está tudo arquitetado. Desta vez não será uma facada, mas um Estado paralelo, juntamente com uma pandemia, um vírus, que virá da China, e que vai esfarelar a economia, fechará centenas de milhares de empresas e deixará milhões desempregados. Vamos dar a chance de a estrovenga se tornar um mito de verdade! Vamos matá-lo, e a seus rebentos, pelo desgaste, inventando as mais infames mentiras sobre ele e sua prole. Aí, é só trazer de volta nosso grande mago negro. – Fez uma pausa. – Agora vão, seus ratos, e quero resultados, senão vou fazê-los sofrer durante a eternidade, dores as quais vocês nem suspeitam da existência. Vão e façam com que a elite desta república de merda sinta uma só obsessão: a depravação total da família e do Estado brasileiros. Destruam os valores éticos e morais da sociedade. O vírus fará o resto. Agora, vão, cancros!

"A horda se moveu em massa, milhares de ratos assustados correndo para onde Alexandre se encontrava e se aproximando rapidamente dele, mas a massa de pelos abjetos já ia atropelá-lo quando ele acordou".

sexta-feira, 3 de junho de 2022

Bolsonaro será reeleito, a pandemia sumirá do mapa e o Brasil entrará na corrida espacial: 2023

Bolsonaro e Elon Musk unidos pela Amazônia (Agência Brasil)

RAY CUNHA* 

BRASÍLIA, 3 DE JUNHO DE 2023 – Os comunistas não acreditam na existência de Deus e, por extensão, do espírito. Assim, para eles, só há matéria, os cinco sentidos e o cérebro; não existe plano espiritual, que, embora também seja matéria, não é energia condensada, mas sutil, ou seja, trata-se de um estado da matéria diferente da energia condensada, com massa e três dimensões. Como eles dizem: religião é o ópio do povo. Se Dilma Rousseff não houvesse implodido o PT, Lula teria conseguido instalar sua ditadura comunista no Brasil, pois já aparelhara o Estado e estava desmoralizando o ensino, as famílias e as Forças Armadas. Instalada a ditadura, seu exército pessoal começaria a matar padres e pastores igual quem mata pombo. 

De modo que vou sustentar a tese do título deste artigo em sinais intuitivos, vindos do mundo das ideias, ou do plano da luz, emitidos por pensadores espiritualistas como Chico Xavier, Laércio Fonseca, Jorge Bessa etc. 

Comecemos por Bolsonaro. Em 6 de setembro de 2018, o deputado federal Jair Bolsonaro participou de um comício em Juiz de Fora (MG), em campanha eleitoral para a presidência da República. Como vinha acontecendo nas suas aparições públicas, o capitão reformado do Exército atraía centenas de milhares de apoiadores, pois representava a esperança de que o Brasil, finalmente, se livraria das garras da corrupção, que o exauria, como um gigante minado por microrganismos. Invariavelmente, a multidão acabava por carregá-lo nessas aparições. 

Enquanto era carregado, naquele mar de pessoas, Bolsonaro sentiu uma espécie de soco no baixo ventre, mas fora um golpe de peixeira, que quase o transfixa. O autor, Adélio Bispo de Oliveira, foi agarrado na hora e preso em flagrante pela Polícia Federal. 

Os agentes federais que cuidavam da segurança de Bolsonaro, prevendo uma ocorrência como essa, já vinham planejando rotas para hospitais a cada encontro do candidato com as multidões, assim, ele foi transportado rapidamente para a Santa Casa de Misericórdia de Juiz de Fora. Ao chegar à sala de cirurgia, Bolsonaro já perdera metade do seu sangue. A facada atingiu a veia mesentérica superior e os intestinos grosso e delgado. Se o atendimento demorasse mais um minuto Bolsonaro teria morrido. 

Bolsonaro sobreviveu. Embora tenha resistência de búfalo, a sobrevivência do então candidato deixou os comunistas, que continuam tentando eliminar Bolsonaro de qualquer jeito, desconcertados. Aliás, até os cirurgiões ficaram boquiabertos. Terá havido intervenção espiritual? 

O médium e astrofísico Laércio Fonseca sustenta no seu livro Projeto Terra que a vida em nosso planeta, e o próprio planeta, foram projetados por seres cósmicos, visando ao aprimoramento e à ampliação do espírito, de modo que esses seres superiores mantêm controle absoluto sobre a Humanidade, embora respeitem o livre arbítrio, sem o qual não haveria evolução. 

A vida, grosso modo, funciona da seguinte maneira: os espíritos nascem de Deus, ou seja, do que os cientistas clássicos chamavam de éter e Albert Einstein, de campo, e começam uma caminhada de aperfeiçoamento. A vida, aqui na Terra, é apenas um tipo de experiência pela qual passam alguns espíritos, classe denominada de raça humana; uma gota d’água no oceano em uma jornada eterna. 

Morrer significa que o espírito se separou do corpo carnal, que se desintegra, e o espírito ascende para o plano astral, sutil aos sentidos carnais, e do plano astral para o plano da luz e dos ascensionados. Jesus Cristo, por exemplo, é um espírito ascensionado. Segundo Laércio Fonseca, o Universo é povoado por várias raças de espíritos e controlado por agentes de Deus. Aqui e ali, um espírito ascensionado desce à Terra com a missão de fazer correções de rumo, dar uma ajuda aos humanos. 

O Brasil, “Coração do Mundo, Pátria do Evangelho”, viveu, de 2003 a 2018, corrupção desenfreada, com consequências até o presente momento, ataques dos comunistas à democracia, na tentativa assassina de abocanharem o país como o fizeram em Cuba e na Venezuela, e como estão fazendo agora na Argentina, Chile e Bolívia. A ideia, regada no Foro de São Paulo, é criarem uma imensa união de repúblicas comunistas na Ibero-América, uma espécie de Meca do narcotráfico, de onde pretendem atacar, com ajuda da China, os Estados Unidos. 

Atualmente, Bolsonaro tem que sobreviver a cada dia, mas ele conta com algumas armas que são verdadeiras bombas atômicas que explodem somente na vibração dos comunistas e só a eles causam baixas: a mesma Constituição que o Supremo rasgou; o povo, que, a cada dia, compreende mais o que é o comunismo; e as Forças Armadas, conscientes de que o Brasil só será o “Coração do Mundo, Pátria do Evangelho” se cada soldado, cada general, for consciente o seu papel de defensor da liberdade. 

Quanto a Adélio Bispo de Oliveira, a Polícia Federal não encontrou mandante e o Supremo poderá soltá-lo. O Supremo está podendo tudo. Até soltou Lula, condenado à prisão por vários juízes e desembargadores. 

Quanto à pandemia, a Humanidade, desde seus primórdios, sempre esteve às voltas com elas. Aqui e ali uma pandemia leva a mudanças radicais de hábitos, relacionamentos humanos e pontos de vista. A Peste Negra ceifou metade da população mundial; a Gripe Espanhola, como outras pestes, levou outro tanto. Desde 2020, foi a vez do vírus chinês, o novo coronavírus, que já matou a torto e a direita. Mas astrólogos já tinham apontado 2020 como um divisor de águas para a Humanidade. 

Em 2016, o astrólogo Boris Cristoff (1925-2017) previu para 2020 um acontecimento que sacudiria a Humanidade, com índices pavorosos de desencarnes e radicais mudanças políticas e econômicas mundiais. Também os astrólogos Henri-Joseph Gouchon (1898-1978), Andre Barbault (1921-2019) e a brasileira Celisa Beranger previram a mesma coisa. Mas previram também que a partir de 2023 começaremos o maior período de crescimento já experimentado pela Humanidade. 

Segundo o médium Chico Xavier, forças angélicas da Terra se reuniram em 20 de julho de 1969, data em que o homem pisou na lua, para deliberar sobre os terráqueos, ameaçados por uma terceira guerra mundial, atômica, seguida de cataclismos arrasadores. 

Jesus Cristo, que participava do conclave planetário, deliberou por uma moratória de 50 anos aos terráqueos, a iniciar-se naquela data, até 20 de julho de 2019. Desde 1969, a presença de discos-voadores e seres extraterrestres aumentou em todo o planeta. Estariam atentos para intervirem e evitarem a batalha final? 

Em 2020, explodiu a pandemia do novo coronavírus, desestruturando sociedades, levando à anomia e ao medo. Nos países com regime fabiano, agentes, que se beneficiam do inchaço do Estado, aproveitam para tentar derrubar governos conservadores e instalar uma ditadura mais feroz. A reclusão forçada no lar, devido à quarentena, levou a ajustes de contas na família, a separações, assassinatos e suicídios. A vida se tornou on-line mais do que nunca. 

A pandemia está no fim. Mas não será a última. Ela é apenas mais uma amostra de que a matéria é nada, como dizem os budistas; de que nossa estada neste planeta é apenas um pequeníssimo ciclo evolutivo na eternidade. Mostra que a luta encarniçada pelo poder e pela posse é própria dos espíritos mais baixos, mais animalizados. 

A morte, individual ou em massa, é uma certeza absoluta da Humanidade. Por que? Porque não somos daqui, da Terra. Por isso não ficaremos aqui. Quando os engenheiros siderais projetaram a Terra, não havia vivalma, aqui, e agora são 7,7 bilhões de almas. De onde vieram? De outros planos e orbes, para viverem a experiência da matéria, que é esta, feita de átomos. As naves dos ETs movem-se em velocidade quântica, passando de um plano para outro. O Universo é infinito e as raças que o habitam, inúmeras. Mas todos são espíritos. 

Em 2010, o físico teórico Stephen Hawking fez uma advertência: “Se os alienígenas nos visitarem, o resultado será parecido a quando Colombo desembarcou na América, o que não deu muito certo para os nativos americanos”. Os ETs sabem desde sempre da raça humana e da Terra, e, ao contrário do que sustentou Hawking, procuram nos proteger de nós mesmos. 

Quanto a discos-voadores, a Operação Prato, realizada pela Aeronáutica, no Pará, é a prova brasileira mais contundente da existência de ETs e Ovnis. E o sinal mais pungente de que as coisas vão mudar de água para vinho, como se diz, é justamente a presença de Ovnis nos céus do mundo. Segundo Laércio Fonseca, os ETs estão entre nós desde sempre, inclusive ao nosso lado, caminhando, nas ruas. Em 2023, quem sabe aconteça uma prova mais convincente. 

E sobre a corrida espacial, a Linha Imaginária do Equador é o local de rotação mais veloz da Terra. Assim, o PIB francês é ampliado por três foguetes lançados na base espacial em Kourou, próximo ao Equador, no meio da selva, no Departamento Ultramarino francês, a Guiana Francesa: Ariane, Soyuz e Vega. O maior deles, o Ariane 5, foi criado em 1996, levando para o espaço alguns dos maiores satélites de telecomunicações e meteorologia do planeta. 

O projeto do Ariane 6, foguete de 62 metros de altura, desenvolvido para lançar espaçonaves ainda maiores do que as transportadas pelo Ariane 5, tem orçamento de 2,4 bilhões de euros, dinheiro dos países da Agência Espacial Europeia (ESA); mais barato e eficiente do que o Ariane 5. Cada lançamento do Ariane custa em torno de 100 milhões de dólares. 

Mas uma nova geração de foguetes reduziu os custos. A SpaceX, Space Exploration Technologies, do bilionário Elon Musk, pode fazer a mesma coisa que o Ariane 5 dezenas de milhões de dólares mais barato. Os dois primeiros foguetes da empresa são os Falcon 1 e Falcon 9, homenagem à Millennium Falcon, de Star Wars, e sua primeira nave espacial é a Dragon, em homenagem ao filme Puff the Magic Dragon, tudo isso concretizado em apenas sete anos. 

Em setembro de 2008, o Falcon 1 fez história: tornou-se o primeiro foguete privado a colocar um satélite na órbita terrestre, e, em 25 de maio de 2012, a Dragon ancorou na Estação Espacial Internacional, tornando-se a primeira empresa privada a fazer isso. 

O Brasil possui duas bases de foguetes: o Centro de Lançamento da Barreira do Inferno, em Natal/RN, e o Centro de Lançamento de Alcântara/MA, ambos na Região Nordeste. A Agência Espacial Brasileira (AEB) coordena o programa espacial desde 1994, pesquisando e desenvolvendo tecnologias para a produção de foguetes e satélites. Agora, Elon Musk entrou na jogada. Quer investir na corrida espacial brasileira. 

Os sinais são estes.

 

*RAY CUNHA é jornalista, terapeuta em Medicina Tradicional Chinesa (acupunturista) e escritor, autor de O CLUBE DOS ONIPOTENTES, no qual baseou este artigo.

quarta-feira, 1 de junho de 2022

Raspútin, o mago negro da Rússia, reencarna em Brasília para auxiliar na eliminação de Bolsonaro

Um dos maiores jornalistas que fazem a cobertura política do país, José Maria Trindade, do programa Os Pingos nos Is, lê O CLUBE DOS ONIPOTENTES durante folga nos estúdios da Jovem Pan em Brasília

BRASÍLIA, 1 DE JUNHO DE 2022 – Grigori Yefimovich Raspútin, o Mago Negro da Rússia, influenciou para que a família imperial russa fosse massacrada e para que Josef Stalin instalasse, em 1917, na Rússia, o comunismo, a maior peste que já assolou a humanidade. 

Raspútim reencarnou em Belém do Pará, migrou para Brasília, onde se elegeu senador, e está influenciando para a eliminação do presidente Jair Messias Bolsonaro e família e na instalação do comunismo no Brasil pelas ventosas da besta de nove cabeças e nove garras. 

Raspútin foi assassinado por um agente 007 do MI6 em plano liderado pelo príncipe Félix Yussupov, que também reencarnou em Brasília e está no encalço do senador Patarrão.

Este é o argumento do thriller político O CLUBE DOS ONIPOTENTES (Editora Clube de Autores e amazon.com.br, 2022, 278 páginas, R$ 44,14 e ebook R$ 18,19). 

Ao começar o livro você só o largará na última página. Bolsonaro, que na vida real é perseguido dia e noite pelo Foro de São Paulo, será, nesta história de ficção, assassinado?

Ray Cunha. Ao fundo, o grafite sobre tela Tuiuiú Crucificado,
de Olivar Cunha, que representa a baía de Guanabara poluída

O autor desta reportagem romanceada, ambientada na história política recente do país, é o macapaense (AP) Ray Cunha, escritor e jornalista, com passagem nos maiores jornais da Amazônia e de Brasília, onde cobriu o Congresso Nacional.

O CLUBE DOS ONIPOTENTES na edição do Clube de Autores

Capa na edição da amazon.com.br e da amazon.com

quinta-feira, 26 de maio de 2022

O que fizeram de ti, Rio de Janeiro?

Cristo Redentor. Foto de Tânia Rego/Agência Brasil

RAY CUNHA 

BRASÍLIA, 26 DE MAIO DE 2022 – O comunismo, teoria político-econômica de Karl Marx, poeta e dramaturgo fracassado, foi posta em prática durante sete décadas na Rússia e outros países invadidos pela Rússia. O resultado foi uma das maiores catástrofes da História, repetida pelos chineses, coreanos do norte, Cuba e agora pela Venezuela, Argentina e Chile. 

Mataram mais de duas centenas de milhões de pessoas, seus próprios conterrâneos, pela fome. Em Cuba, famílias colocam suas meninas nos puteiros para não morrerem de fome. Na Venezuela, logo, logo começarão histórias de canibalismo. Na Argentina, que já foi um dos dez países mais ricos do mundo, muita gente já está comendo lixo. 

No comunismo, a população vira escrava dos líderes revolucionários, que se tornam os donos do Estado. A população perde o direito à propriedade de suas casas e crianças são escolhidas a dedo para serem estupradas em propriedades secretas dos líderes comunistas. Não há Legislativo nem Judiciário, mas somente partido único, e os narcotraficantes passam a agir livremente, desde que deixem uma espécie de imposto para o Estado. 

É o que está acontecendo no Rio de Janeiro, vitrine do Brasil, a cidade mais linda do planeta. A pedido de um dos partidos comunistas do país, o Supremo Tribunal Federal (STF) proibiu que a polícia combata o crime no Rio. O resultado é que os chefões de todo o país foram para lá e a tornaram a capital do crime. 

O Rio começou a virar a Meca da bandidagem em 15 de março de 1991, quando o comunista Leonel Brizola assumiu como governador, até 2 de abril de 1994. Brizola fez vista grossa aos chefões do narcotráfico. Aí a bandidagem foi ampliada em velocidade quântica. 

De 1 de janeiro de 1995 a 1 de janeiro de 2003, outro comunista, Fernando Henrique Cardoso, assumiu a presidência da República, e, em 2003, até 2016, entrou o Partido dos Trabalhadores (PT), liderado por Lula, que pretendia instalar uma ditadura nos moldes de Cuba. 

Em 2019, assumiu o capitão do Exército Jair Messias Bolsonaro, que desde então vem impedindo a roubalheira capitaneada por Lula e procura reduzir a criminalidade nas ruas em todo o Brasil. Mas Lula conseguiu aparelhar o Estado. Já até tentaram matar Bolsonaro, que só não morreu à facada porque é forte como um leão e conseguiu sobreviver. Mas continuam tentando. 

Quanto ao Rio, a Cidade Maravilhosa está em guerra. Não demora e as máfias tomarão conta do Palácio da Guanabara. Está claro aos patriotas brasileiros que não nos livraremos dos comunistas pela paz, mas pela única linguagem que eles entendem: a do inferno.

Não importa o que pensem, digam e divulguem no exterior, se a situação ficar insustentável as Forças Armadas terão que intervir, pela sobrevivência do próprio país. Será a grande oportunidade de uma erradicação em escala da praga. Já temos vírus demais à solta.

Repórter investiga tráfico de crianças e descobre complô com o objetivo de eliminar Bolsonaro

Edição da amazon.com.br: conseguirão eliminar Bolsonaro?

RAY CUNHA*

Edição clubedeautores.com.br

BRASÍLIA, 26 DE MAIO DE 2022 – Ao investigar tráfico de crianças em Brasília repórter descobre indícios de que essas crianças, depois de servirem sexualmente até morrerem, são queimadas e seus restos misturados a compostagem utilizada nos jardins públicos de Brasília. Também descobre um complô do establishment para eliminar o presidente da República, Jair Messias Bolsonaro, e sua família.

O Partido dos Trabalhadores (PT) chegou ao poder, pelas garras de Lula, em 1 de janeiro de 2003, e foi defenestrado pelo neurônio único Dilma Rousseff, em 2016. Planejava instalar uma ditadura tipo a de Cuba, porém não combinara com as Forças Armadas. Mas conseguiu desviar trilhões de reais e aparelhar o Estado. 

Bolsonaro se candidatou à presidência, prometendo estancar a roubalheira e a partilha dos ministérios, e investir na infraestrutura do país. Quando viram que ele ia ganhar tentaram matá-lo. O assassino aplicou um facão nas vísceras de Bolsonaro que mataria um búfalo, mas ele resistiu e conseguiu assumnir a presidência da República. Vem fazendo tudo o que prometeu. Agora, o complô é para que ele não se reeleja, ou não seja reempossado. 

É esta a sinopse de O CLUBE DOS ONIPOTENTES, meu último romance, que mistura personagens de ficção com a história política recente do país. Bolsonaro morrerá? Será preso? O clube dos onipotentes rirá por último? No último capítulo, o repórter sai atrás de um pato no Cerrado. 

Leia O CLUBE DOS ONIPOTENTES. Você pode adquiri-lo no: 

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RAY CUNHA e o grafite sobre tela Tuiuiú Crucificado, de Olivar Cunha

*RAY CUNHA é jornalista, escritor e terapeuta em Medicina Tradicional Chinesa. Natural de Macapá/AP, trabalhou nos grandes jornais da Amazônia e de Brasília/DF, onde mora. é autor dos romances: JAMBU, FOGO NO CORAÇÃO, HIENA, A CONFRARIA CABANAGEM e A CASA AMARELA