RAY CUNHA
Nikolas Ferreira, o herói mineiro que desafia a ditadura da toga
BRASÍLIA, 20 DE JANEIRO DE 2026 – A ditadura da toga mantém dezenas de presos políticos, entre os quais parlamentares, jornalistas, donas de casa e anciões, que cometeram o “crime” de criticaram o regime político vigente no Brasil, liderado por Lula da Silva e, segundo o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sustentado com dinheiro do narcotráfico e desvio de verbas do erário, principalmente por meio do Banco Master.
Alguns dos presos políticos morreram na prisão, por falta de atendimento médico. A bola da vez é o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que, acusado de um inimaginável golpe de Estado – que saiu da cabeça do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes – e extremamente fragilizado, é assassinado a conta-gotas, ao vivo e em cores, preso na Papuda.
Desde 6 de setembro de 2018 que o regime vem tentando assassinar Bolsonaro. Nesta data, Adélio Bispo, militante do Psol (Partido Socialismo e Liberdade), a mando da Esquerda, meteu um facão enferrujado no baixo ventre de Bolsonaro que quase o transfixa. Bolsonaro sobreviveu, mas, deste então, vive praticamente em uma UTI, que é do que está precisando, agora, mas Alexandre de Moraes o mantém preso.
É por isso que o mais popular deputado federal do país, o jovem Nikolas Ferreira (PL/MG), começou, ontem, a Caminhada Pela Liberdade, de 200 quilômetros, pela BR-40, de Paracatu/MG a Brasília/DF, aonde chegará domingo 25. À medida que Nikolas avança, a multidão vai aumentando. Ao chegar a Brasília, ele espera que o Brasil inteiro esteja representado, aqui. Não sonhemos com uma manifestação popular iraniana, mas deverá ser gigantesca, pois precisa derrubar um regime ditatorial altamente aparelhado.
Nomes importantes vão engrossando a caravana, como outro gigante da Câmara dos Deputados, o também jovem Gustavo Gayer (PL/GO).
– O Brasil vive um momento grave, de abusos de poder, perseguições políticas e enfraquecimento das garantias constitucionais, e a sociedade não pode permanecer em silêncio – disse Gayer.
Nikolas Ferreira explicou que a caminhada é para denunciar a prisão de Bolsonaro, condenado pelo STF a 27 anos e 3 meses de prisão, apesar de que sua inocência é óbvia ululante. Acusado de liderar a manifestação de 8 de janeiro de 2023, na Praça dos Três Poderes, nem no Brasil ele estava. Encontrava-se nos Estados Unidos. Nikolas lembra também que a caminhada é pela “situação jurídica dos presos relacionados aos acontecimentos de 8 de janeiro”.
– Eu, como deputado federal, junto a outros deputados e senadores, fico com o mesmo sentimento de vocês diante das prisões injustas do 8 de Janeiro e a própria prisão do ex-presidente Bolsonaro, em relação a este governo e ao Supremo Tribunal Federal. Eu tenho orado para que Deus me desse uma ideia sobre o que fazer, vim pensando e chegou o dia. Por isso, decidi caminhar até Brasília em um ato simbólico para poder trazer luz a todos os fatos que estão acontecendo – disse Nikolas Ferreira.
Enquanto isso, nos Estados Unidos, o monstro bolivariano, Nicolás Maduro, ex-ditador carniceiro da Venezuela, capturado pelos americanos, começou a abrir a mandíbula. Maduro liderava, juntamente com Lula da Silva, o Foro de São Paulo, quadrilha de ditadores, narcotraficantes, terroristas, guerrilheiros comunistas e toda espécie de bandido da Ibero-América, com o objetivo de destruir os Estados Unidos, inundando de drogas o país; enviando para lá todo tipo de bandido; unindo-se à China e à Rússia para criar uma moeda que desestabilizasse o dólar; vendendo a preço de banana commodities e terras para a China; e aliando-se ao Estado terrorista do Irã.
Trump já tem as provas necessárias que porão na prisão, não na Papuda, mas nos Estados Unidos, algumas cabeças coroadas da Ibero-América. Mas isso ainda vai demorar um pouco. O caso de Bolsonaro é urgentíssimo, para agora, pois estão matando o homem, e o espetáculo dantesco acontece online, como em um desses shows de terror online na Web. E os presos políticos estão sofrendo. Há relatos de abusos inacreditáveis.
Por isso, à
chegada de Nikolas, domingo, aqui em Brasília, o Brasil inteiro deverá recebê-lo.
Oxalá o povo não tenha uma recepção de aiatolá. No Irã, onde a população foi às
ruas para derrubar a ditadura dos aiatolás, as forças de repressão já assassinaram
dezenas de milhares de iranianos nas ruas.
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