sábado, 13 de dezembro de 2025

Trump não é Dom Pedro I, mas um reforço contra a ditadura. Democracia depende do povo

Há quem pense que Trump é o restaurador da democracia no Brasil

RAY CUNHA

BRASÍLIA, 13 DE DEZEMBRO DE 2025 – Desde a descoberta da América e Caribe pelos ibéricos e desde os impérios português e espanhol, no século XV, que o Novo Continente é ambicionado pelas potências hegemônicas e pelo comunismo, a maior máfia do mundo, pois as Américas guardam as maiores províncias biológicas e minerais do planeta, principalmente o território brasileiro.

Desde a União Soviética, a América do Sul, especialmente o Brasil, é alvo da ambição dos comunistas, que vivem em regime ditatorial e são como gafanhotos, como parasitas do capitalismo. Atualmente, a China, maior ditadura do planeta, vem investindo pesadamente no Brasil, quintal geopolitico dos Estados Unidos, a maior democracia do mundo.

Também, o Brasil é o maior entreposto de drogas do planeta. Dos portos brasileiros saem para os Estados Unidos e Europa milhares de toneladas de drogas, todos os anos. Também o Brasil abriga bandidos e terroristas do mundo todo, porque aqui se sentem seguros.

Ainda, o presidente Lula da Silva tenta instalar uma ditadura comunista, com apoio do Supremo Tribunal Federal (STF), especialmente do ministro Alexandre de Moraes, que rasgou a Constituição, fechou virtualmente o Congresso Nacional, prendeu políticos e jornalistas por crime de opinião e instituiu a censura.

Por essa razão, foi alvejado pela Lei Magnitsky, dos Estados Unidos. Mas, ontem, o presidente Donald Trump voltou atrás. Por quê?

Antes de responder a essa pergunta, voltemos a 2022, fim do mandato do presidente Jair Messias Bolsonaro, líder da Direita e candidato a reeleição contra Lula. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) proclamou Lula vitorioso. O povo não gostou e foi protestar na Praça dos Três Poderes, dia 8 de janeiro de 2023. Bolsonaro estava nos Estados Unidos. Alexandre de Moraes disse que a manifestação era um golpe de Estado liderado por Bolsonaro e a partir daí prendeu mais de mil pessoas, aplicando penas de mais de 15 anos de cadeia. Para Bolsonaro, aplicou 27 anos em regime fechado.

Bolsonaro está preso. Em 6 de setembro de 2018, ele foi golpeado com um facão no baixo ventre pelo militante de Esquerda, Adélio Bispo de Oliveira; não morreu, mas ficou com sequelas graves. Assim, está à morte na prisão, sem ter cometido nenhum crime, o que leva a supor que a ordem é assassiná-lo de qualquer jeito e na prisão é mais fácil.

Em 20 de janeiro deste ano, o republicano Donald Trump assumiu a presidência dos Estados Unidos. Percebendo que o Brasil está virando uma ditadura comunista, que o país é o maior entreposto do narcotráfico mundial e que a China está comprando territórios imensos no Brasil, Trump virou suas ogivas contra Alexandre de Moraes, executor da política de Lula, aplicando-lhe a Lei Magnitsky.

O povo brasileiro achou que Trump estava fazendo isso para restaurar a democracia no Brasil e continuou dançando samba. Aí, ontem, Trump retirou a Magnitsky de Moraes e a Direita brasileira desabou, achando que Trump é traidor.

Trump é presidente dos Estados Unidos e não do Brasil. Se o povo do Carnaval quer soberania terá que parar de viver pulando igual cabra montesa, ir para as ruas e exigir a deposição dos tiranos, igual a geração Z fez no Nepal.

Trump não é Dom Pedro I. É um senhor reforço que o povo recebeu, pois não deve esperar nada do Congresso Nacional, o maior valhacouto brasileiro.

E por que Trump voltou atrás na Magnitsky? Trump fez um acordo com Lula. Retirou a Magnitsky do pescoço do cão de Lula e sanções econômicas em troca de o molusco acabar com a censura, riscar a China de acordos tecnológicos e ceder terras raras para empresas americanas.

Metais de terras raras são utilizados na indústria de smartphones a turbinas eólicas, LED, TVs, baterias de veículos elétricos, aparelhos de ressonância magnética, satélites, computadores, tecnologia militar, caças, submarinos, lasers, mísseis Tomahawk etc.

A China controla 92% da produção global de terras raras na etapa de processamento. Entre 2020 e 2023, 70% das importações americanas de compostos de terras raras saíram da China, segundo relatório do Serviço Geológico dos Estados Unidos.

O Brasil é o segundo país em reservas de terras raras do planeta, atrás somente da China. Os Estados que concentram as maiores reservas são Goiás, Minas Gerais e Amazonas.

O município com as maiores reservas e projetos de exploração é Minaçu, em Goiás, seguido por Poços de Caldas e Araxá, em Minas Gerais, que também produz nióbio. Seguem-se São Gabriel da Cachoeira, no Amazonas, e Caracaraí, em Roraima.

Mas a cidade que mais se destaca neste mapa é Poços de Caldas, município do sul de Minas Gerais com 171.533 habitantes (IBGE, 2024), famosa pelas suas águas termais. Poços é o epicentro de uma das regiões mais desenvolvidas do país, relativamente próxima de São Paulo e Rio de Janeiro.

Os americanos estão de olho no Brasil, principalmente Poços de Caldas. As instituições que zelam pela democracia no Brasil, como a Associação do Brasil de Jornalistas Independentes e Associados (Ajoia), sediada em Belo Horizonte/MG e com representantes em todo o país, precisam esclarecer para o povo que o mais importante de tudo não é Carnaval, futebol e cerveja, mas soberania, e soberania só se tem com democracia plena, e democracia plena só se tem mandando os tiranos para o caralho.

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