quinta-feira, 18 de setembro de 2025

Dissimulado, Barroso choraminga e mente, fantasiando que não há censura no Brasil. Além de censura, há centenas de presos políticos

Para Barroso os jornalistas brasileiros censurados são bandidos 

RAY CUNHA

BRASÍLIA, 18 DE SETEMBRO DE 2025 – Durante a sessão de ontem do Supremo Tribunal Federal (STF) o presidente da corte, Luís Roberto Barroso, afirmou, choroso, que não há censura no Brasil, dando a entender que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, está enganado ao decretar sanções aos responsáveis pela ditadura da toga, que já prendeu centenas de pessoas pela manifestação de 8 de janeiro de 2023 e por pensarem em voz alta, entre os quais jornalistas e políticos com mandato. O pior é que há presos políticos que já foram espancados e alguns morreram na prisão.

Cínico, Barroso declarou que “é injusto punir ministros que, com coragem e independência, cumpriram o seu papel”, referindo-se às sanções impostas pelos Estados Unidos em razão da farsa do julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), preso pelo ministro Alexandre de Moraes e condenado a 27 anos de cadeia e a um milhão de reais em multa, acusado de chefiar um golpe de Estado fantasioso, kafkiano, hollywoodiano.

– É injusto punir ministros que, com coragem e independência, cumpriram o seu papel. No Brasil, a quase totalidade da sociedade reconhece que houve uma tentativa de golpe e que é importante julgar seus responsáveis – choramingou, secando do rosto o óleo de peroba que lhe minava dos olhos. – Nenhuma decisão do Supremo Tribunal Federal brasileiro tem pretensão de alcance extraterritorial. Nós só cuidamos do nosso jardim. Mas, sobretudo, não existe caça às bruxas ou perseguições políticas. Tudo o que foi feito baseou-se em provas, evidências exibidas publicamente.

Cidadãos americanos foram ameaçados por Alexandre de Moraes e o sistema corrompeu até o Departamento de Estado americano para forjar provas contra Bolsonaro.

A maior do perdeu, mané!, ou nós derrotamos o bolsonarismo, foi afirmar que não há censura no Brasil.

– Vigora a mais plena liberdade de expressão no país – disse. – Eu sou uma pessoa que leio de tudo. E recebo diariamente, de veículos de imprensa e de blogs, as críticas mais ácidas ao governo, ao Congresso e, sobretudo, ao Supremo Tribunal Federal. Muitas delas grosseiras e ofensivas. Todos esses veículos continuam no ar, sem qualquer abalo. Lê quem quer, acredita quem quer.

Como eu já disse: há dezenas de jornalistas presos, censurados, perseguidos e refugiados em outros países para escapar das garras dos togados.

– Como é público e notório, vivi, estudei e trabalhei nos Estados Unidos em épocas diferentes da minha vida. Na adolescência, fiz intercâmbio em Michigan com uma adorável família de quem sou amigo até hoje. Gente simples, tradicional, conservadora. Eu julgo as pessoas pelo caráter, não pela ideologia – declarou, citando também seu mestrado na Universidade de Yale, um trabalho em Washington, um pós-doutorado na Universidade de Harvard e sua atuação como professor na Kennedy School. – Faço essa breve descrição para deixar documentado que todos os meus sentimentos em relação ao país são bons: tenho ligações acadêmicas lá, tenho amigos queridos, admiro pessoas e instituições.

Esse vidão acabou!

Barroso ficou famoso ao defender o terrorista comunista Cesare Battisti. Condenado à prisão perpétua na Itália por quatro homicídios (dois policiais, um joalheiro e um açougueiro), fugiu para a França, México e Brasil. Preso no Rio de Janeiro, em 18 de março de 2007, por policiais brasileiros e franceses, Tarso Genro, ministro da Justiça de Lula da Silva, concedeu a ele o status de refugiado político. Em 31 de dezembro de 2010, Lula da Silva, fã confesso do Estado terrorista do Irã, não permitiu a extradição de Battisti.

Em 13 de dezembro de 2018, o ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal, mandou prender Battisti e no dia seguinte o presidente Michel Temer decretou sua extradição. Nessas alturas, Battisti tinha caído fora e estava na Bolívia, onde foi capturado em 13 de janeiro de 2019 e extraditado para uma prisão de segurança máxima na Sardenha.

Luís Roberto Barroso nasceu em Vassouras/RJ, em 11 de março de 1958. Graduado em direito pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), mestre pela Universidade Yale, doutor pela UERJ e pós-doutorado pela Harvard Law School, é professor titular de direito constitucional e livre docente na UERJ. Leciona também na Universidade de Brasília. Foi indicado para o STF pela presidente Dilma Rousseff, em 2013.

É vaidoso. Uma caixinha de pose. Adora ouvir a própria voz, macia, uma boca de veludo.

quarta-feira, 17 de setembro de 2025

Lula da Silva está liquidando o Brasil. Ou será o pesadelo de uma longa noite sem redes sociais?

Morador de rua e seu cão. As grandes cidades brasileiras
estão atulhadas de moradores de rua, mendigos,
desempregados e asaltantes. Em pleno coração da capital,
Brasília/DF, o Setor Comercial Sul (SCS) se transformou no
bairro de moradores de rua, famílias inteiras atravessando
a longa noite petista de inflação, desemprego e corrupção

RAY CUNHA

BRASÍLIA, 17 DE SETEMBRO DE 2025 – O Brasil está pronto para se transformar no paraíso que o presidente Lula da Silva vem sonhando há meio século: uma ditadura comunista. As instituições foram cooptadas; a população foi desarmada; a polícia está de mãos atadas; a bandidagem está solta; a censura é uma ameaça patente; há centenas de presos políticos, inclusive morrendo na cadeia; e Lula se aliou à China, para quem já entregou até mina de urânio, e com a Rússia e o Estado terrorista do Irã, com o objetivo de extinguir o dólar como moeda de mercado e depauperar os Estados Unidos.

O problema é que nos 22 anos do Partido dos Trabalhadores (PT), também conhecido como Partido das Trevas, não houve investimento algum no Brasil, mas apenas gastos. O Brasil investiu em Cuba, Venezuela e outras ditaduras, construindo até portos, com dinheiro do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), sem previsão de retorno.

Em três anos de seu terceiro mandato, Lula da Silva já gastou 300 bilhões de reais em pedaladas fiscais, isto é, gastos fora do Orçamento, o que configura crime de responsabilidade fiscal, o que levou ao impeachment de Dilma Rousseff.

Em 2024, as empresas estatais federais registraram rombo de 6,7 bilhões de reais, o maior em 23 anos, e mais de 2 milhões de empresas encerraram suas atividades só em 2023, devido à alta carga tributária, burocracia excessiva e dificuldade de acesso a crédito.

No primeiro trimestre de 2025, o Brasil registrou a maior saída de dólares da sua história: 15,8 bilhões. As causas: descontrole fiscal, inflação alta, guerra tarifária, interferência do governo nas estatais e falta de segurança jurídica, o que gera um ambiente de insegurança para investimento.

A dívida pública interna foi de 7,631 trilhões de reais em julho passado; já a dívida pública externa foi de 302,1 bilhões de reais. O Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil, em 2024, foi de 2,18 trilhões de dólares.

A inflação cresce, a população de moradores de rua aumenta nas grandes cidades a olhos vistos, parte da população passa fome braba e a censura ameaça acabar com as redes sociais no país. Lula da Silva conseguirá concretizar seu sonho, ou será apenas o sonho de uma noite nepalesa?

terça-feira, 16 de setembro de 2025

EUA podem atacar qualquer ditadura, Estado terrorista ou narcotraficante que os ameace

O presidente Donald Trump está de olho nos abortos de ditador

RAY CUNHA

BRASÍLIA, 16 DE SETEMBRO DE 2025 – Os Estados Unidos podem atacar qualquer país que os ameace. A China não vai se meter, nem a Rússia, duas ditaduras nucleares. Não se meterão por um motivo: com uma guerra mundial nuclear não sobrará nem barata no planeta; se o planeta não explodir também ou sair de rota.

Madrugada de 25 de outubro de 1983. Forças americanas invadem Granada, no Caribe, para proteger cidadãos americanos na ilha. A Operação Fúria Urgente depôs o governo marxista-leninista instalado após o assassinato do primeiro ministro de Granada, Maurice Bishop. A invasão envolveu 7.600 soldados americanos, aviões e embarcações. Foi criado um governo provisório e, em dezembro de 1983, foram realizadas novas eleições.

Em 20 de dezembro de 1989, os Estados Unidos invadiram o Panamá, na América Central, com o objetivo de capturar o ditador panamenho Manuel Noriega, acusado de tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e corrupção. A justificativa da Operação Justa Causa: proteger a vida dos cidadãos norte-americanos no Panamá e defender a democracia e os direitos humanos no Panamá, que se tornara um centro de lavagem de dinheiro e um entreposto do tráfico de drogas para os Estados Unidos e Europa. Noriega morreu na prisão.

Cuba nunca foi invadida pelos Estados Unidos por causa da Crise dos Mísseis, um confronto de 13 dias – 16 a 28 outubro de 1962 – entre os Estados Unidos e a União Soviética, que havia instalado mísseis nucleares balísticos na ilha, apontados para os Estados Unidos, a 145 quilômetros do litoral da Flórida.

O planeta escapou de ser pulverizado, ali, mas os presidentes John Kennedy e Nikita Kruschev chegaram a um acordo. Os russos pegaram seus mísseis e se mandaram e os Estados Unidos prometeram nunca invadir Cuba, a menos que recebessem uma provocação direta. Também concordaram em desativar alguns petardos instalados na Europa.

De 20 de março a 1 de maio de 2003, os Estados Unidos invadiram o Iraque. Não deixaram pedra sobre pedra. A Operação Liberdade do Iraque foi desencadeada contra o Terrorismo. O ditador Saddam Hussein foi pego e enforcado.

Os Estados Unidos realizaram intervenções militares e invasões em pelo menos 150 países. Agora, mesmo, está prestes a invadir a Venezuela, para pegar o ditador narcotraficante Nicolás Maduro, e também ameaça intervir no Brasil, que se tornou um entreposto de drogas, enviadas para os Estados Unidos e Europa, além de que o presidente Lula da Silva se aliou à China, Rússia e Irã com o objetivo de desestabilizar os Estados Unidos. Também a ditadura da toga instalada no país está censurando big techs norte-americanas. Ainda: o país mantém centenas de presos políticos, alguns já até morreram por falta de atendimento médico decente.

Lula da Silva declarou que não tem o menor medo dos Estados Unidos. O Supremo Tribunal Federal (STF) também declarou que não está nem aí para o presidente Donald Trump, e já condenaram o ex-presidente Jair Messias Bolsonaro, líder da Direita, a 27 anos de cadeia em regime fechado e pagar um milhão de reais de multa, sob a acusação de liderar um golpe de Estado, em 8 de janeiro de 2023. Bolsonaro não estava nem no Brasil nessa data e o que houve foi uma manifestação pacífica na Praça dos Três Poderes.

Caso os Estados Unidos queiram acabar com a farra de Lula, basta desativar o GPS no Brasil, impor sanções aos bancos brasileiros e fechar o espaço aéreo americano para o Brasil. Os esquerdopatas estão esperneando dizendo que Trump não respeita a soberania do Brasil. Para eles, soberania é bacanal 24 horas por dia.

Soberania é democracia plena, família, educação de primeira categoria, tecnologia de ponta e poder de dissuassão.

sexta-feira, 12 de setembro de 2025

Congresso anual da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo (Abrajet) em 2026 será realizado em Brasília com apoio do GDF

Ray Cunha, Wera Rakowitsch, José Humberto Pires de Araújo,
Wílon 
Wander Lopes e Aneris Alves dos Santos no Buriti

RAY CUNHA

BRASÍLIA, 12 DE SETEMBRO DE 2025 – Em reunião, hoje, no Palácio do Buriti, com o secretário de Estado de Governo do Distrito Federal, José Humberto Pires de Araújo, o presidente da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo (Abrajet), representação do DF, Wílon Wander Lopes, propôs a realização do congresso anual de 2026 da Abrajet, em Brasília, desde que conte com apoio do Governo do DF, no que José Humberto consultou imediatamente a governadora em exercício, Celina Leão, que está de acordo com a realização do evento em Brasília, reunindo, assim, na capital, centenas de jornalistas de todo o país e do exterior que atuam no setor turístico.

Wílon Wander Lopes fez-se acompanhar pelo vice-presidente, Ray Cunha; diretora de Eventos, Wera Rakowitsch; e secretária executiva, Aneris Alves dos Santos.

Este ano, o 40º Congresso Nacional da Abrajet ocorrerá na capital de Alagoas, Maceió, de 25 a 28 de setembro, com o tema A Nova Era do Jornalismo de Turismo: Inovação e Compromisso com a Verdade. Wílon Wander Lopes anunciará, durante o congresso da Abrajet, a proposta de Brasília sediar o que é um dos mais importantes eventos do trade turístico do país, pois reúne jornalistas ligados ao turismo de todo o Brasil.

A Abrajet foi fundada no dia 26 de janeiro de 1957, na cidade do Rio de Janeiro, por um grupo de jornalistas e escritores que já viam, então, o potencial da indústria turística brasileira e queriam divulgar a história e a geografia do país, por meio das mídias disponíveis. Os fundadores da instituição foram: Domingos C. Brandão, Belfort de Oliveira, Fernando Hupsel de Oliveira, Luiz D. P. Bravo, Aulete de Almeida, Hilda Peres de Medeiros, José Mário Alves da Silva e Oberon Bastos de Oliveira.

Hoje, a Abrajet conta com representações nos Estados do Acre, Alagoas, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraná, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Sul, Rio Grande do Norte, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

Sob a presidência do jornalista Luiz Pires (biênio 2025-2026), da seccional de Tocantins, a Abrajet Nacional registra um quadro de associados em torno de 200 profissionais, que atuam em cerca de 140 canais de mídias sociais, jornais, revistas, TVs, rádios e assessorias de imprensa de órgãos públicos ou empresas do setor de turismo.

A Abrajet Nacional tem assento permanente no Conselho Nacional de Turismo (CNT), órgão de assessoramento do Ministério do Turismo do Brasil, voltado para a discussão de políticas públicas para o desenvolvimento do turismo no país.

A diretoria da Abrajet do Distrito Federal tomou posse em 30 de agosto de 2025, no mais tradicional bar e restaurante de Brasília, o Beirute, na l09 Sul, com a presença dos fundadores Wílon Wander Lopes, Ray Cunha, Luiz Solano, Maurício Melo Júnior, Wera Rakowitsch, Aneris Alves dos Santos e Isabel Almeida. São fundadores, ainda, Gilberto Camargo, José Francisco Barbosa, Maurício Albuquerque, Nicole Soares, José Marcelo e Graziele Cristina Goulart Silva dos Santos.

A Abrajet/DF já nasce com dupla missão. A primeira, é a divulgação do potencial turístico do Distrito Federal e Entorno, considerando, aí, a história da capital, a arquitetura de Oscar Niemeyer e o turismo rural. A segunda missão é fazer ligação entre a presidência da Abrajet Nacional – sediada na cidade do presidente, atualmente, Palmas –, o Congresso Nacional e Embaixadas.

No aspecto político, estaremos em contato permanente com as comissões de Turismo do Senado Federal, da Câmara dos Deputados e da Câmara Legislativa (distrital), o Ministério do Turismo, a Secretaria de Turismo do DF, a Associação Comercial do Distrito Federal (ACDF), órgãos e empresas do trade turístico e Embaixadas.

Uma das pautas de trabalho já sugerida pelo presidente da Abrajet/DF, Wílon Wander Lopes, é mostrar que Brasília não é a capital da corrupção nem de ladrões, como se acredita em outras cidades, mas fruto de uma empreitada hercúlea, liderada pelo presidente Juscelino Kubitschek, que promoveu, com a construção de Brasília, a redenção do Brasil, um país continental composto por regiões então estanques. Brasília ligou – na prática ou simbolicamente, o que também é altamente válido, considerando-se o contexto – o litoral ao sertão e Oiapoque a Chuí.

O turismo responde por 8% do Produto Interno Bruto (PIB) do país e recebe cerca de 7 milhões de turistas estrangeiros por ano, movimentando em torno de 13 bilhões de reais. É pouco. Em 2021, o México recebeu mais de 30 milhões de turistas estrangeiros e o Vietnã, 18 milhões, só para comprar.

O Brasil, este subcontinente tropical, lindo por natureza, ocupa só 1% do fluxo mundial de turismo. Estudo publicado pela Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Turismo identificou, em 2022, três barreiras principais que impedem o crescimento do turismo no Brasil: imagem péssima no exterior, no que diz respeito à segurança pública; falta de continuidade em políticas para o setor turístico; e serviço de transporte e mobilidade ruim.

É aí que entra a Abrajet, com a publicação de matérias que ajudem a iluminar o setor e a pressionar os políticos a criarem legislação voltada para o desenvolvimento do trade turístico, segurança pública, saneamento básico, transportes e cultura.

terça-feira, 9 de setembro de 2025

Esquerdopatas confundem soberania com ditadura totalitária. Somos todos americanos

O povo agradece aos EUA a guerra contra o crime organizado

RAY CUNHA

BRASÍLIA, 9 DE SETEMBRO DE 2025 – Em 1961, o presidente John Fitzgerald Kennedy, do Partido Democrata, que abriga os comunistas americanos, criou a Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (United States Agency for International Development – Usaid), a maior instituição oficial de ajuda humanitária do planeta, que passou a despejar trilhões de dólares para ajudar mais de 100 países em dificuldade.

Os comunistas foram, aos poucos, aparelhando o órgão, para usarem o gordo orçamento da agência, repassando verba para ONGs e agentes, em todo o planeta, visando à lavagem cerebral e ideologização nas escolas e universidades, compra de jornalistas, censura da Direita, promoção de identidade de gênero para crianças e de aborto, desarme da população, destruição da família e das religiões, e criar anarquia e instalar ditaduras comunistas, o Estado totalitário, com o objetivo de escravizar as populações e instalar um regime global totalitário.

A coisa começou a engrossar no governo dos democratas Bill Clinton (1993-2001) e Barack Hussein Obama II (2009-2017). Em 16 de junho de 2009, foi criado o Brics, clube de países formado originalmente por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. Depois, aglutinou o Estado terrorista do Irã, entre outros países. Missão: derrubar os Estados Unidos – começando por criar uma moeda que minasse o dólar –, invadindo e instalando ditaduras na Ibero-América, principalmente no Brasil.

O presidente democrata Joe Biden (2021-2025) intercedeu por Lula da Silva nas eleições à Presidência da República, em 2022, no Brasil, onde os comunistas, infiltrados nos três poderes, tiraram Lula da Silva da prisão e limparam sua ficha. Em 16 de agosto de 2022, Alexandre de Moraes assume a presidência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), até 3 de junho de 2024, quando foi substituído pela ministra Cármen Lúcia.

Lula da Silva já estava com passe livre para disputar a presidência da República contra Bolsonaro, que tentaria a reeleição, e Joe Biden deu sinal verde no Brasil para a censura e prisões políticas. O TSE costurou a boca de Bolsonaro e dos bolsonaristas. A imprensa, principalmente a TV Globo, fez campanha cerrada a favor de Lula, inventando tudo o que não presta contra Bolsonaro, que estava proibido de se defender.

Para calar a Direita, Biden usou até a Central Intelligence Agency (Agência Central de Inteligência – CIA), apoiando o establishment da Esquerda. O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, se tornou, então, acusador, policial, carcereiro, juiz e carrasco de jornalistas e parlamentares.

Para suceder Biden, os democratas lançaram a então vice-presidente dos Estados Unidos, a esquerdopata Kamala Harris, com a missão de enterrar de vez a Direita mundial. Mas em política tudo pode acontecer. E aconteceu. Quem ganhou as eleições foi o maior líder da Direita em todos os tempos: Donald Trump, do Partido Republicano. Trump fechou a Usaid, está aplicando tarifaço e a Lei Magnitsky a torto e à direita, e qualifica o crime organizado como terrorista, no que se enquadram as máfias brasileiras, que dão as cartas no governo Lula da Silva.

Os esquerdopatas confundem soberania com ditadura. Como diz a Wikipédia: “Soberania é o poder supremo e independente que um povo ou um Estado possui para governar a si mesmo, sem subordinação a nenhuma outra autoridade externa. No âmbito interno, significa o poder de criar leis e tomar decisões sem interferências, enquanto, no externo, envolve a capacidade de se relacionar com outros Estados em pé de igualdade".

Mas o conceito evoluiu, acompanhando a evolução da Humanidade. Hoje, nas democracias, não há mais o poder de um governante sobre o povo; o que há é o poder do povo (soberania popular) sobre si mesmo, dentro do arcabouço das leis.

Também, o poder absoluto do Estado soberano é limitado pela globalização, por organizações internacionais e pelo poder financeiro, tecnológico e militar. Sem tecnologia, um país está à mercê de outros países, caso do Brasil, que não investe em tecnologia, Inteligência e armas. Nesse aspecto, o Brasil não é soberano. Está a mercê do ditador.

O povão acha que soberania é natural. Não! É apenas um conceito. O povo acredita nas mentiras de Lula da Silva, amplificadas pela TV Globo e imprensa adestrada, quando ele rosna e ofende Donald Trump, dizendo que o loirão é uma besta com pose de xerife do mundo. E é xerife, mesmo.

No 7 de Setembro de 2025, uma gigantesca bandeira dos Estados Unidos foi estendida na Avenida Paulista, em agradecimento a Donald Trump, que tanto tem feito para enterrar a ditadura da toga.

Milhões de manifestantes foram para as ruas, em todo o Brasil, pela anistia das centenas de presos políticos no país, que sofrem espancamento e estão morrendo por falta de atendimento médico; pelo impeachment de Lula da Silva e de Alexandre de Moraes; e por urnas auditáveis.

Também na Avenida Paulista, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, chamou Moraes de tirano e ditador, e defendeu a inocência e a anistia de seu mentor político, o ex-presidente Jair Messias Bolsonaro, afirmando que “é essencial que Bolsonaro seja eleito em 2026”.

Bolsonaro é acusado de liderar um golpe de Estado. O golpe: uma manifestação pacífica na Praça dos Três Poderes, em 8 de janeiro de 2023, e Bolsonaro não estava sequer no Brasil, mas nos Estados Unidos. A prova: delação obtida sob tortura de Mauro Cesar Barbosa Cid, tenente-coronel da ativa do Exército Brasileiro, ex-ajudante de ordens do ex-presidente da República, Jair Bolsonaro. Depois da delação sob tortura ele desmentiu tudo.

Alexandre de Moraes e seus pares querem aplicar uma sentença de 40 anos de cadeira para Bolsonaro. A ideia, segundo o próprio Bolsonaro, é matarem-no na cadeia, já que ele foi esfaqueado por um militante da Esquerda quase até a morte e as sequelas do esfaqueamento minaram sua saúde.

Mas mesmo que consigam assassinar Bolsonaro, a Direita, no Brasil, está disposta a tudo para impedir a instalação de uma ditadura no país, e, agora, conta com a ajuda da Direita dos Estados Unidos.

sábado, 6 de setembro de 2025

Neste 7 de Setembro alguma coisa vai acontecer

RAY CUNHA

BRASÍLIA, 6 DE SETEMBRO DE 2025 – Os portugueses tomaram posse do Brasil em 1500, mas só começaram a colonização a partir de 1530, com a primeira expedição colonizadora, liderada por Martim Afonso de Souza, o estabelecimento das Capitanias Hereditárias e o Governo-Geral, até a Independência do Brasil, em 1822, quando o país já tinha uma identidade: o sentimento pátrio do povo brasileiro, a consciência de que não somos portugueses, mas sim uma nação mestiça, forjada de três etnias – o índio, que já vivia no Brasil quando os portugueses chegaram; o lusitano, que construiu o país; e o africano, a mão de obra escrava, que pôs a mão na massa.

Em 24 de agosto de 1820, eclode a Revolução Liberal do Porto, com o objetivo de instaurar uma monarquia constitucional e exigir o retorno imediato de D. João VI e da corte para Portugal, e o fim da abertura dos portos, restaurando o comércio exclusivo com o Brasil. Ou seja: a volta da colônia.

Em 26 de abril de 1821, Dom João VI retorna a Portugal, mas deixa no Brasil seu filho, Dom Pedro I, que tinha, então, 22 anos de idade, como príncipe-regente. No ano seguinte, as Cortes Portuguesas exigem que Dom Pedro I vá também para Portugal, rebaixando o Brasil à colônia, com um governo geral português, mas D. Pedro, que amava o Brasil, respondeu que não iria, convocou uma Assembleia Constituinte e declarou inimizade às tropas portuguesas.

A Princesa Maria Leopoldina, esposa de Dom Pedro I, trabalhava para convencer o marido a apoiar a independência do país. Na ausência de Dom Pedro no Rio de Janeiro, ela, ao presidir o Conselho de Estado, sancionou a declaração da independência do Brasil, em 2 de setembro de 1822, redigida por José Bonifácio, e enviou a decisão a Dom Pedro, que estava em São Paulo.

Em 7 de setembro, Dom Pedro se encontrava próximo ao riacho do Ipiranga, que hoje faz parte da rede de esgoto de São Paulo, e recebeu o documento enviado por sua esposa. Puto da vida, consciente de que o Brasil já era uma nação, declarou: “Independência ou morte!” Depois disso correu muito, muito sangue, para expulsar os portugueses do Brasil, e vieram as negociações diplomáticas, mas, desde então, o Brasil é uma nação independente.

Em 1917, a Rússia derruba o império do czar e institui o comunismo, uma espécie de máfia com verniz político. Entre 1919 e 1943, a Internacional Comunista (Comintern), leva o marxismo para todo o planeta, em uma tentativa de instalar uma ditadura mundial, principalmente no Brasil, o subcontinente das commodities.

De 1961 a 1964, assume no Brasil um governo comunista, liderado por João Goulart, o Jango, visando à instalação de uma ditadura nos moldes de Cuba, mas os militares disparam um contragolpe, em 1 de março de 1064, e ficam no poder até 1985. Nesse meio tempo, os comunistas instalam uma imensa guerrilha em todo o território nacional, mas são anistiados. Então, começam a aparelhar o Estado.

Em 1980, Lula da Silva e intelectuais fundam o Partido dos Trabalhadores (PT), comunista, e, em 1990, juntamente com o ditador Fidel Castro, fundam o Foro de São Paulo, uma organização que reúne a escória da Ibero-América: candidatos a ditador, terroristas, narcotraficantes, guerrilheiros, comunistas em geral, com o objetivo de destruir os Estados Unidos.

Em 2003, o PT chega ao poder e não sai mais. Chega ao poder com Lula da Silva presidente da República, que intensificou o aparelhamento do Estado. Nem o Supremo Tribunal Federal (STF) escapou. Ainda não se sabe, ao certo, se as Forças Armadas escaparam.

No dia 5 de abril de 2018, o juiz federal Sergio Moro decreta a prisão de Lula, condenado pelo Tribunal Regional Federal da Quarta Região (TRF-4) a 12 anos e um mês de cadeia, por corrupção, mas só fica enjaulado 580 dias, na carceragem da Polícia Federal, em Curitiba; é solto no dia 8 de novembro de 2019, por quem? Pelo Supremo Tribunal Federal. Solto e livre para concorrer novamente à Presidência da República.

Em 2022, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) amordaçou o presidente de Direita, Jair Messias Bolsonaro (PL), que concorria à reeleição, em urnas inauditáveis. Não deu outra: Lula voltou. E ainda, com ajuda do Supremo, acusou Bolsonaro de golpe de Estado.

Contudo, no seu afã de instalar a tão sonhada ditadura comunista no Brasil e de destruir os Estados Unidos, Lula se aliou à China, Rússia e Irã, além de Cuba e Venezuela, países que trabalham para destruir os Estados Unidos, de modo que o presidente americano, o republicano Donald Trump, considera Lula terrorista e voltou a mira dos seus submarinos atômicos para o molusco e seu staff.

Neste 7 de Setembro, alguma coisa vai acontecer. Os bolsonaristas vão para as ruas pela anistia das centenas de presos políticos, entre os quais políticos, jornalistas e até general de quatro estrelas, além de donas de casa e velhinhos, alguns dos quais espancados na prisão e outros morrendo por falta de atendimento médico adequado. Os bolsonaristas clamarão também pelo impeachment de Lula e do seu principal assessor, o ministro do Supremo, Alexandre de Moraes.

Diante disso, Lula convocou seus militantes, para quem já reservou toneladas de pão com mortadela. Só que nem com mortadela eles andam demostrando disposição de apoio à hiena velha; lembram os militantes de outra hiena, Nicolás Maduro, que convocou a população da Venezuela para enfrentar o aparato militar que Trump enviou para invadir o país, pegar o narcotraficante, ladrão do povo venezuelano, e jogá-lo na jaula pelo resto da escuridão da sua vida, destino de outros ditadores e aborto de ditadores.

quinta-feira, 4 de setembro de 2025

Dr. Furlan prepara os amapaenses para a exploração de petróleo da Margem Equatorial

Furlan está tirando o sono do senador Randolfe Rodrigues 

RAY CUNHA

BRASÍLIA, 4 DE SETEMBRO DE 2025 – O prefeito de Macapá/AP, Dr. Furlan (MDB), reeleito em primeiro turno com 85,05% dos votos, a maior votação obtida por um candidato a prefeito eleito em todo o Brasil, em 2024, e provável governador do Amapá nas eleições de 2026, vem sendo perseguido pela mídia ligada ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil/AP), e ao líder do Governo no Senado, Randolfe Rodrigues (PT/AP).

Furlan vem urbanizando Macapá, inclusive está prestes a implementar sua obra mais importante: a instalação de rede de esgoto na cidade, com 489.676 habitantes. Os eleitores já entenderam que o Amapá precisa de um governador como o Dr. Furlan para administrar o desenvolvimento do Estado a partir da exploração de petróleo na costa amapaense, a Margem Equatorial, que tornará o quadrilátero setentrional um dos Estados mais ricos do país.

A Margem Equatorial é um lençol de 30 bilhões de barris de petróleo na costa entre a foz do Rio Oiapoque, no Amapá, até o litoral do Rio Grande do Norte. A Petrobras prevê investimento de 3 bilhões de dólares nessa região, nos próximos cinco anos, com a perfuração de 15 poços.

Desde agora, Furlan já prepara a população para o boom do petróleo e gás, promovendo cursos gratuitos de qualificação profissional voltada para o setor, visando preparar jovens e profissionais para atuar em áreas estratégicas da cadeia petrolífera, com 80 vagas para cada curso, que são os seguintes: Segurança e Operações Petrolíferas – Protocolos de segurança e boas práticas operacionais no setor de exploração e produção; Monitoramento Ambiental em Áreas de Exploração de Petróleo; Controle e mitigação dos impactos ambientais das atividades petrolíferas; Logística de Transporte do Petróleo; Processos de armazenamento, transporte e distribuição com foco em eficiência e segurança.

Não só o Dr. Furlan é uma ameaça para Davi Alcolumbre e Randolfe Rodrigues. Deputado estadual, Furlan concorreu, nas eleições de 2020, a prefeito de Macapá, vencendo Josiel Alcolumbre, irmão do senador Davi Alcolumbre. A esposa do prefeito, Rayssa Furlan (Podemos), e o senador Lucas Barreto (PSD/AP), lideram a disputa para as duas vagas ao Senado, em 2026, sem sequer anunciarem suas candidaturas.

Davi Alcolumbre tem mandato até 2030, mas deverá ser abatido pela Lei Magnitsky, pois é um dos pilares da ditadura da toga e do presidente Lula da Silva, que se aliou ao ditador e narcotraficante Nicolás Maduro, às ditaduras da China e Rússia, e ao Estado terrorista do Irã, e vem tentando derrubar o dólar e os Estados Unidos.

Quanto a Randolfe Rodrigues, as pesquisas de opinião já mostram que os amapaenses não estão mais aguentando seu papo defendendo o indefensável, o “gópi” e os ladrões dos aposentados do INSS.

O Instituto Paraná Pesquisas mostra que se as eleições fossem hoje, Furlan levaria o governo do Estado em primeiro turno, com 73% dos votos contra 27% do atual governador, Clécio Luís (Solidariedade).

Antônio Paulo de Oliveira Furlan nasceu em San José, na Costa Rica, em 9 de julho de 1973. Filho de brasileiros, com 10 meses de idade, sua família mudou-se para Belém, onde cresceu e se formou em medicina pela Universidade Federal do Pará (UFPa), e fez residência médica em cirurgia cardiovascular na Real e Benemérita Associação Portuguesa de Beneficência. Foi para o Amapá a convite, onde instalou uma empresa de cirurgia cardiovascular.

No início deste mês, a Polícia Federal cumpriu 13 mandados de busca e apreensão, em Macapá e Belém/PA, investigando suspeita de fraude na licitação da construção do Hospital Geral Municipal de Macapá, no valor de 69,3 milhões de reais; desvio de recursos públicos; e lavagem de dinheiro.

Imediatamente, toda a grande imprensa brasileira soube da investigação e o nome de Furlan, por ser prefeito, foi para as manchetes.