domingo, 11 de outubro de 2026

Petrobras anuncia Belém do Pará como base de apoio logístico da Margem Equatorial. Mas os amapaenses não ficarão só lambendo os dedos

Ponte sobre o Rio Oiapoque, ligando a cidade de Oiapoque,
no Amapá, à Caiena, capital da Guiana Francesa (Divulgação)

RAY CUNHA 

BRASÍLIA, 11 DE OUTUBRO DE 2026 – A presidente da Petrobras, Magda Chambriard, afirmou, sexta-feira 9, em Belém do Pará, que a Cidade das Mangueiras será a principal base de apoio logístico para as operações de exploração de petróleo da Margem Equatorial, na costa do Amapá. “Belém é uma base de apoio importante para qualquer trabalho que a gente venha fazer e que nós já estamos fazendo no Amapá” – declarou. 

E como ficam Macapá, a capital do Amapá, e Oiapoque, cidade mais próxima do Poço Morpho, na Bacia da Foz do Amazonas, a 175 quilômetros da costa, no contexto da exploração da Margem Equatorial? 

Macapá, inevitavelmente, será outro polo de suporte logístico, hotelaria, suprimentos, serviços e formação de mão de obra para a Petrobras e empresas terceirizadas. Quanto à cidade de Oiapoque, já vive um boom imobiliário, hoteleiro e migratório. 

O governador eleito do Amapá, Dr. Furlan (PSD), ex-prefeito de Macapá, vem preparando uma equipe para a transição do Amapá antes e pós petróleo, visando qualificação de mão de obra local, fortalecimento de fornecedores regionais e uso responsável dos royalties, dinheiro que poderá ser utilizado em três obras fundamentais para o desenvolvimento do Estado: a conclusão da BR 156, a ponte sobre o Rio Jari e a estadualização e ampliação do Porto de Santana. 

Furlan também já está cuidando da modernização dos processos burocráticos para agilizar a preparação da infraestrutura física do Amapá para receber investimentos do setor petroleiro, além do alinhamento do desenvolvimento com a segurança jurídica e o cumprimento da legislação ambiental. 

A Margem Equatorial se estende por 2.200 quilômetros, da costa do Amapá até o Rio Grande do Norte, com potencial de 41 bilhões de barris de óleo e produção de 1,1 milhão de barris por dia, gerando centenas de milhares de empregos e bilhões de reais em royalties. 

Tudo isso vem junto com a melhor das notícias: após 23 anos de governo lulopetista e ditadura da toga, Lula da Silva e o PT deverão ser enterrados domingo 25, no segundo turno das eleições para Presidente. As pesquisas e o povo nas ruas berram que só restam 25% de jumentos no país e que o líder da Direita, Flávio Bolsonaro, será eleito, o que garantirá que a Margem Equatorial não será saqueada, pois, com Lula, até os aposentados do INSS foram assaltados. 

Além de uma limpeza das organizações narcoterroristas que Flávio Bolsonaro promoverá, com ajuda do Escudo das Américas, especialmente dos Estados Unidos, a primeira missão dele será libertar as centenas de presos políticos que apodrecem nas masmorras de Brasília, alguns dos quais não suportaram as torturas a que são submetidos e morreram. Outros, estão morrem não morrem, caso do Mito, como é conhecido o ex-presidente Jair Bolsonaro. 

No Amapá, além da eleição em primeiro turno do Dr. Furlan para o governo, Randolfe Rodrigues (PT), um dos mais nefastos senadores do Estado, líder de Lula no Senado, não foi reeleito, o que enfraquece o atual presidente do Senado, Davi Alcolumbre (AP/União Brasil), fiel escudeiro da ditadura da toga e que pretende se reeleger presidente do Senado. A família Alcolumbre ainda manda e desmanda no Amapá. 

No Pará, Dr. Daniel (Podemos) foi eleito governador em primeiro turno, desbancando a família Barbalho, virtualmente dona do Estado. O patriarca, Jader Barbalho, é quem dita as ordens no Pará, associado a Lula da Silva. 

Assim, a Margem Equatorial será a redenção econômica para um Brasil arrasado por duas décadas de ditadura petista. Os comunistas agem como enxames de gafanhotos: comem, roubam, tudo e não produzem nada.

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