RAY CUNHA
BRASÍLIA, 16 DE JUNHO DE 2026 – O então deputado, capitão do Exército, Jair Messias Bolsonaro, vulgo Mito, maior líder da Direita do Brasil, ousou enfrentar o sistema e, agora, está à morte. Só está vivo porque é um búfalo. Em 6 de setembro de 2018, candidato a Presidente, tomou uma peixeirada enferrujada nos intestinos que quase o transfixa. Quando chegou à Santa Casa de Misericórdia de Juiz de Fora/MG, perdera metade do seu sangue.
Depois de cumprir sua missão, o autor da facada, Adélio Bispo de Oliveira, militante da Esquerda, não estava preocupado em fugir, pois, imediatamente, advogados caríssimos surgiram para defendê-lo. Ficou por isso mesmo. Quanto a Bolsonaro, submeteu-se a uma infinidade de cirurgias, mas está cada vez mais fraco.
Bolsonaro foi eleito Presidente e conseguiu permanecer no cargo até o fim do mandato, mas prepararam algo diabólico para ele. Acusaram-no de liderar um golpe de Estado, em 8 de janeiro de 2023, embora ele estivesse nos Estados Unidos e o golpe fosse apenas uma manifestação de velhinhos e donas de casa. Pois bem, prenderam mais de mil pessoas e aplicaram penas de mais de uma década e meia de cadeia a elas. Alguns desses presos políticos morreram à mingua no presídio. Como se não bastasse, prenderam até generais de quatro estrelas, só porque assessoraram Bolsonaro durante seu governo.
Preso, Bolsonaro já foi encontrado até no chão da sua cela. Ninguém sabe o que aconteceu. Ele está cada vez mais doente e fraco. O senador Flávio Bolsonaro (PL/RJ) é candidato a Presidente e segundo as pesquisas vai ganhar de lavada. Mas há um porém: as urnas eletrônicas continuam inauditáveis. O Brasil é o único país do mundo com urnas inauditáveis.
Já estouraram o Master, que banca o sistema. Segundo a mídia, o Master repassou para alguns figurões do sistema centenas de milhões de reais. Só para o presidente do Congresso, Davi Alcolumbre (União Brasil/AP), teria passado 30 milhões de dólares. Alcolumbre está com seu traseiro imenso sentado sobre ene pedidos de impeachment do ministro Alexandre de Moraes e para abrir a CPI do Banco Master. A esposa de Moraes, Viviane Barci de Moraes, recebeu de Daniel Vorcaro, dono do Master, 80,2 milhões de reais.
Daniel Vorcaro está preso. A Justiça aguarda uma delação premiada dele. Mas essa delação jamais sairá, pois Vorcaro é banqueiro do sistema e no sistema vige a Omertà, lei do silêncio.
Resta uma saída para o Brasil sair deste inferno: a Direita se unir e lutar, com unhas e dentes, pelo voto impresso e deixar o resto por conta de Donald Trump. O presidente dos Estados Unidos, republicano, já reconheceu as organizações transnacionais de tráfico de drogas, armas e pessoas, PCC (Primeiro Comando da Capital) e CV (Comando Vermelho), como facções terroristas, e vai explodi-las. Já capturou a hiena da Venezuela, o ex-ditador Nicolás Maduro, explodiu alguns chefões do tráfico, está minando o castrismo em Cuba e cercou o Brasil, que é a bola da vez. Comenta-se, inclusive, por aí, que Trump vai fisgar um molusco no Brasil. Se isso acontecer, realmente, Trump terá lançado uma avalanche de cal no Foro de São Paulo.
Lula da Silva e seu Partido dos Trabalhadores (PT) estão no poder desde 2003. Nesses 23 anos (dois anos a mais do que a Ditadura dos Generais, de 1064 a 1985) arrasaram com o país, como um enxame de gafanhotos, tornando o Brasil o país mais violento do planeta, o país com maior arrocho fiscal, um dos mais inflacionados, a nação com o pior sistema educacional do globo e com mais moradores de rua e famintos.
Toda essa desgraça se passa em um país tropical, grande como um continente, com 9 mil quilômetros de litoral, extensão de terras agricultáveis do tamanho da Europa ocidental, mas com parte da população estupidificada pela propaganda comunista – tudo o que os comunistas dizem é mentira. Outro grande problema que entrava o crescimento do país é a corrupção. Aqui, vende-se até a alma, quanto mais o traseiro, esposa e filhas.
Se acontecesse o que aconteceu no Nepal e em El Salvador, o Brasil seria outro. Entre os dias 8 e 10 de setembro de 2025, no Nepal, a Geração Z, puta da vida porque a ditadura cortou as redes sociais, e, também, porque a miséria da população e ostentação da elite e nepotismo chegou à estratosfera, saiu para a porrada com o sistema. Invadiram e incendiaram edifícios governamentais e residências de autoridades.
Vinte pessoas morreram, entre as quais Jhalanath Khanal, mulher do ex-primeiro-ministro, Jhala Nath Khanal, que teve sua casa incendiada com a mulher dele dentro, em Katmandu. Autoridades foram agredidas a pauladas nas ruas.
Já em El Salvador aconteceu o seguinte: na virada do século o país da América Central era mais violento do que o Brasil. O crime organizado tornara-se um Estado dentro do Estado. Na periferia, quando meninas completavam 13 anos eram levadas pelas gangs para serem usadas no tráfico de drogas e puteiros. Até que, em 1 de junho de 2019, Nayib Bukele assumiu a Presidência e iniciou seu segundo mandato consecutivo em 1 de junho de 2024.
Bukele instalou um regime de exceção, pondo as forças armadas para combater as gangs, com tolerância zero. Foram presos dezenas de milhares de bandidos e construído o Centro de Confinamento do Terrorismo (Cecot), um megacomplexo de segurança máxima, de onde não foge nem espírito. Os presos são tratados com o pão que o diabo amassou e trabalham o dia todo, presos, é claro.
Hoje, El Salvador é um paraíso. Enquanto isso, no Brasil, se
policial atirar em bandido vai preso. Está igual na Inglaterra, onde, se uma
inglesinha for estuprada por um migrante islâmico quem vai presa é ela. Mas o
povo inglês começou a se sacudir e a sair da estupidificação. Quanto aos
brasileiros, estão aguardando um Brasil X Alemanha.
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