terça-feira, 9 de junho de 2026

Amapá, coração das trevas, onde impera o terror

Davi Alcolumbre e Randolfe Rodrigues, do Amapá: em defesa do mal

RAY CUNHA 

BRASÍLIA, 9 DE JUNHO DE 2026 – A França tentou abocanhar o Amapá, de 1697 a 1900, quando, em 1 de dezembro, a arbitragem do Conselho Federal Suíço, baseada no trabalho de defesa do Brasil pelo Barão do Rio Branco, pôs fim no Contestado Franco-Brasileiro, determinando que o território em questão pertencia ao Brasil. 

Em 1953, foi criado o Território Federal do Amapá. Em 1988, o território foi transformado em Estado e os amapaenses elegeram para uma das três vagas ao Senado o ex-presidente José Sarney, do Maranhão. 

Sarney articulou a criação da Área de Livre Comércio de Macapá e Santana, em 1991, visando estimular o desenvolvimento regional. O efeito foi que os macapaenses passaram a andar hiperperfumados, pois a zona franca oferece todo tipo de perfume francês, importados da Guiana Francesa. 

Em 1991, a população de Macapá, que abrangia também Santana, era de 153 mil habitantes. Hoje, Macapá e Santana têm 600 mil habitantes. Eleitores de Sarney não conseguiam mais mantê-lo no Senado, mas, no Amapá, conseguiriam. Então, com a criação da zona franca de Macapá, Sarney atraiu seus eleitores maranhenses para Macapá, inchando instantaneamente a cidade. 

Hoje, quem anda pela periferia de Macapá e pelas ruas de Santana vê magotes de pessoas desocupadas, e todas as facções que aterrorizam o Brasil têm representação, lá. Macapá se tornou a cidade mais violenta do país. E mais: o Amapá é o Estado mais isolado da nação tupi. 

Para se chegar ao Amapá, só de barco ou avião. Não há ligação rodoviária com o resto do país. A única rodovia federal, a BR-156, que liga Macapá à Caiena, capital da Guiana Francesa, começou a ser construída na criação do Território Federal e, até hoje, depois de engolir uma avalanche de dinheiro, não foi concluída. 

Macapá e Santana são um entreposto do narcotráfico internacional. Santana, um porto de grande calado, estratégico, é municipal, apesar de sua importância. Liga Macapá aos Estados Unidos, Europa e, via Canal do Panamá, à Ásia. 

A família Alcolumbre é a mais influente do Estado. O senador Davi Alcolumbre (União Brasil/AP), presidente do Senado Federal, é responsável pela ditadura da toga, pois se recusa, terminantemente, a abrir processo de impeachment contra o ministro do Supremo, Alexandre de Moraes, que mantém centenas de presos políticos. 

O Amapá tem, também, outro político influente, Randolfe Rodrigues (PT/AP), porta-voz do presidente Lula da Silva no Senado. Lula é aliado das mais carniceiras ditaduras mundiais, especialmente China e o Estado terrorista do Irã. 

Este é o Amapá, onde as escolas públicas são verdadeiras prisões e há bairros onde a polícia não entra. A mídia foi quase que completamente cooptada, a academia é comunista e as poucas vozes jornalísticas que denunciam o terror amapaense são sufocadas pelos coronéis, via Judiciário. Em Macapá, vige a lei do silêncio. 

Mas não há mal que sempre dure. Existe a probabilidade de a Direita eleger Flávio Bolsonaro (PL/RJ) presidente e de se varrer do mapa a Esquerda amapaense, nestas eleições. Pelo que dizem as pesquisas, Randolfe Rodrigues deverá voltar, mesmo que simbolicamente, para sua cidade natal, Garanhuns/PE, também cidade natal de Lula da Silva; é o candidato ao Senado mais rejeitado. 

O amapaenses vivem do que a União manda para lá. Não tem indústrias, mergulha em apagões constantes, Macapá não tem dez metros de rede de esgoto, o melhor tratamento médico de Macapá é em Belém do Pará e muita gente adora o aeroporto.

A AJOIA Brasil (Associação Brasileira de Jornalistas Independentes e Afiliados), que tem como representante em Macapá a jornalista Adriana Garcia, está preparando um projeto de reconstrução nacional a ser entregue a Flávio Bolsonaro. O projeto, de autoria de um dos mais qualificados intelectuais e estrategistas brasileiros, o escritor, economista e especialista em Inteligência, Jorge Bessa, é um farol para pôr o Brasil rumo a potência hegemônica.

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