terça-feira, 7 de abril de 2026

Ditadores merecem viver ou devem ser trucidados? A Direita chegará ao poder?

RAY CUNHA 

BRASÍLIA, 7 DE ABRIL DE 2026 – Do latim potere (potente, capaz), poder é a capacidade de agir, impor, influenciar, por meio da força bruta ou do medo. Politicamente, o poder é exercido por meio de forças armadas, tecnologia e dinheiro. Nas democracias, o Estado se divide em três poderes: Legislativo, Executivo e Judiciário, e, nas ditaduras, entre o ditador e o crime organizado. 

Há até pouco tempo, a mídia se pergunta de onde vem o poder da ditadura da toga. O primeiro ponto a ser analisado é como o ditador chegou ao seu posto. Todo e qualquer ditador só chega ao posto máximo porque ele passou anos, às vezes, décadas, organizando e manipulando uma teia de asseclas, formando uma quadrilha, para roubar a burra, que é o orçamento do Estado, até enredar generais das forças armadas daquele país. 

O golpe final vem quando o ditador aparelha o Judiciário, que, então, passa a dar aparência legal para o ditador. Paralelamente a isso, o ditador divide o butim com o crime organizado, que, por sua vez, faz o trabalho sujo. É o que está acontecendo no âmbito do Foro de São Paulo. Está tudo dominado. 

Mas, e se a Direita conseguir chegar ao poder? Essa possibilidade é remota, porque a quadrilha tem tudo para impedir que isso aconteça. Em primeiro lugar, os candidatos da Direita são boicotados nos próprios partidos, já comprometidos com o ditador. Em segundo lugar, até as eleições, o Judiciário vai prendendo meio mundo. Em terceiro lugar, se alguém ameaça seriamente o establishment, é anulado. Não acredito que Daniel Vorcaro cante toda a canção.

Há uma lista de assassinatos misteriosos na história política recente. O mais chocante é o do ex-presidente, líder máximo da Direita no Brasil, Jair Messias Bolsonaro, que ainda não foi completamente assassinado, mas já está meio morto; preso, estão lhe tirando a vida aos pouquinhos. Conto a história dele em uma trilogia que será concluída em agosto deste ano, mas os dois primeiros volumes já foram publicados: O CLUBE DOS ONIPOTENTES e O OLHO DO TOURO. 

Mas todo ditador, assim como seus asseclas mais graduados, tem um fim. Terminam em Paris ou no Centro de Confinamento do Terrorismo, em Tecoluca, San Vicente, El Salvador? Também podem ser linchados pelo povo. A hiena da Venezuela, Nicolás Maduro, foi laçada por forças dos Estados Unidos e é espremida, em Nova Yorque, vomitando seus crimes diabólicos. Esse, com certeza, não terminará seus dias em Paris. 

Outro que não deverá gozar as delícias da capital francesa é Miguel Díaz-Canel, títere de Raúl Castro, no matadouro cubano. Forças americanas já estão pondo a mão pesada da lei em cima do terror castrense. 

Nicolás Maduro escapou de ser linchado pelos venezuelanos, mas não escapará de prisão perpétua. A pergunta que se faz é: os ditadores, depois de cometerem tanta atrocidade, de prenderem por “crime” de opinião, de assassinarem em massa, de estimularem o abuso de crianças, de roubar até merenda escolar e velhinhos aposentados que quase não têm o que comer, merecem continuar vivos, mesmo que seja em prisão perpétua, ou serem enforcados, trucidados, destrinçados ainda com vida? 

Diz o ditado: quem tem cu tem medo. Daí que os ditadores também sentem medo. De quê? De Donald Trump. Trump vem cercando e capturando esses mafiosos envernizados de políticos. A brecha que Trump encontrou foi o narcotráfico, que os Estados Unidos já criminalizaram como terrorismo. Atacando os narcotraficantes, com fogo, chegarão aos chefões e ao capo di tutti capi. A Pax Americana conta com o maior exército que o planeta jamais viu, com tecnologia de ponta e dólar. De quebra, conta com Elon Musk.

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