RAY CUNHA
BRASÍLIA, 26 DE FEVEREIRO DE 2026 – O presidente Lula da Silva ordenou, terça-feira 24, que os 10 caças F-39 Gripen, suecos, já em operação, incorporados ao Primeiro Grupo de Defesa Aérea, sediado na Base Aérea de Anápolis/GO, passem a proteger permanentemente o espaço aéreo de Brasília, especialmente a Praça dos Três Poderes – Palácio do Planalto, Congresso Nacional e Supremo Tribunal Federal (STF).
Lula da Silva teme que forças dos Estados Unidos o capturem e o enjaulem no Tio Sam, como fizeram com seu confrade Nicolás Maduro, ditador da Venezuela. Ambos davam as cartas no Foro de São Paulo, clube organizado para destruir os Estados Unidos por meio de uma inundação de narcóticos e milhões de criminosos em todo o território norte-americano. O Foro de São Paulo é tão poderoso que tem até um banco, o Master. O governo dos Estados Unidos tem provas disso.
Todo mundo sabe, até os pets, que apenas um porta-aviões americano dá conta de todos os exércitos da América do Sul, excetuando-se o da França, por meio da Guiana Francesa, que ficaria de fora, é claro, pois os franceses são inteligentes, estão na História desde o Império Romano e constituíram, hoje, uma potência nuclear. Por mais que Emmanuel Macron seja chegado à uma carne brasileira, não se meteria em uma guerra de secessão. A propósito, na primeira guerra de secessão o Norte ganhou.
Brasília foi construída para ser inacessível ao povo. Se Juscelino Kubitscheck não tivesse construído o Plano Piloto os cariocas o teriam derrubado no primeiro ano de mandato. Aí, veio Jânio Quadros, o homem que queria varrer a corrupção do Brasil. Era alcoólatra e, talvez, por conta do álcool, ficou doido. Não aguentou nem sete meses a solidão do Planalto. Escafedeu-se do Cerrado. Sabia que, se ficasse, morreria de tédio. Nem a cachaça do sul de Minas o manteria na Ilha da Fantasia.
Aí, vieram os militares, encantados com uma cidade sem povo. Só que os candangos, brasileiros esfarrapados, esfaimados, de todos os rincões do país, principalmente do Nordeste (desde sempre fustigado pelos coronéis de barranco), os operários que ergueram Brasília, já se sentiam brasilienses e se recusaram a retornar para o buraco de onde vieram, e ficaram. O governo teve que os engolir e construiu, no quadrilátero do Distrito Federal, várias cidades, o mais longe possível do Plano Piloto.
Assim, há duas Brasília: uma, a dos candangos; a outra, a da Praça dos Três Poderes. De quatro em quatro anos, as 27 unidades federativas enviam para o Congresso Nacional a nata do crime organizado, que, por sua vez, elege seu presidente, o principal homem do Foro de São Paulo no parlamento.
Toda essa organização, que vem desde a Internacional Comunista (Comintern), ou Terceira Internacional (1919-1943), passando por Fidel Castro, Lula da Silva e o Foro de São Paulo, contando com ajuda do Partido Democrata dos Estados Unidos, não contava com duas montanhas no caminho, dois pedregulhos irremovíveis, porque se constituem em ideias: Jair Messias Bolsonaro e Donald Trump.
Lula da Silva, o Partido dos Trabalhadores, a Esquerda, o Centrão, já saquearam o país. A dívida pública brasileira ultrapassa um trilhão de reais, o Brasil está com seu orçamento deficitário, as empresas públicas estão falidas, Lula da Silva e sua consorte, Janja, gastam bilhões de reais no cartão corporativo, sem obrigação de dizer em quê, outra dinheirama é desviada para a mídia adestrada e artistas baba-ovos, não há marco legal e a Papuda, penitenciária de Brasília, está cheia de presos políticos – alguns já morreram, à míngua, sem atendimento médico.
O ex-presidente Jair Bolsonaro, acusado de liderar um golpe de Estado fantasioso, também está preso, torturado, assassinado a conta-gotas, pois sofre as sequelas de quando tentaram matá-lo, em 6 de setembro de 2018, em Juiz de Fora/MG; o militante do Psol (Partido Socialismo e Liberdade), de extrema Esquerda, Adélio Bispo de Oliveira, enfiou uma peixeira enferrujada no baixo-ventre de Bolsonaro, quase o transfixando.
Lula da Silva, que, juntamente com Janja, saracoteia na Ásia, é uma caixinha de pose. Na sua imaginação, a História ancorou em 1917, ou em 1959, ou nos anos 1980, quando a Suécia começou a fabricar os caças Gripen.
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