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| Se não houver fraude nas eleições, Flávio Bolsonaro será eleito no primeiro turno. Lula da Silva não ganha nem de cachorro sarnento |
RAY CUNHA
BRASÍLIA, 27 DE SETEMBRO DE 2026 – Em 23 anos de permanência de Lula da Silva e seu Partido dos Trabalhadores (PT) no comando do Brasil, desembocando na atual ditadura da toga, a Esquerda destroçou o país. É como se o subcontinente fosse um banco, com 2,63 trilhões de dólares, sendo pilhado noite e dia, as mulheres estupradas em uma bacanal sem fim e as crianças traficadas para a China. Os colarinhos brancos saqueiam esse banco sem a menor preocupação. Está tudo sob controle. Todo mundo recebendo o seu, por meio do Banco Master. Mas a bacanal da máfia comunista vai acabar. De um jeito ou de outro.
Tudo leva a crer que será deste jeito: com a vitória, no primeiro turno, no próximo domingo, 4 de outubro, de Flávio Bolsonaro, do Partido Liberal (PL/RJ), o único homem capaz de comandar o resgate do país. Flávio é filho de Jair Bolsonaro, o maior líder da Direita do país, preso, e à morte, pela ditadura da toga, comandada por um trio: o presidente do Brasil, Lula da Silva, que é também o chefão do Foro de São Paulo; o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, que rasgou a Constituição e faz tudo o que Lula lhe ordena fazer; e o presidente do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre (União Brasil/AP), que protege e faz tudo o que os dois mandam-no fazer. É claro que isso não é de graça, mas pago pelo Banco Master.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, do Partido Republicano, já deu garantia de que não vai haver fraude nas urnas, como na Venezuela, e, em não havendo fraude, Lula da Silve perde até para um cachorro sarnento.
Eleito, ao tomar posse, em 1 de janeiro de 2027, Flávio Bolsonaro terá uma tarefa gigantesca pela frente. Seu primeiro empenho deverá ser pela soltura das centenas de presos políticos da ditadura da toga, que estão apodrecendo e morrendo nas masmorras de Brasília.
Flávio deverá, imediatamente, alinhar-se ao Escudo das Américas e pôr as Forças Armadas e a Polícia Federal para limpar o Brasil, do crime organizado. A Polícia Federal terá que passar por uma limpeza interna.
Flávio terá, também, que começar a desmontar sete décadas de aparelhamento de Estado construído pelos comunistas e detonar os cabides de emprego monstruosos incrustados na máquina pública.
Terá que armar a população e realizar uma verdadeira revolução do Ensino, afastando professores estupidificados pela Esquerda, além de investir, pesadamente, de forma contínua e nunca desestimulada, em ensino, pesquisa e tecnologia.
Precisará anular dezenas de impostos criados por Lula e estimular o setor industrial, especialmente nas telecomunicações, corrida espacial e big techs, além de criar tecnologia para terras raras e estimular a produção do Campo.
Será um começo. Razão pela qual votarei em Flávio Bolsonaro, 22.
Sou natural do Estado do Amapá, mas moro e voto no Distrito Federal. Aqui, ocorre o seguinte. A governadora Celina Leão (Progressistas) lidera todas as pesquisas como favorita para permanecer no governo, seguida por Leandro Grass, do PT. Se ela não ganhar, Leandro Grass ganhará.
O PT já governou o Distrito Federal duas vezes. Foi uma tragédia. Regredimos várias décadas. Assim, votarei em Celina Leão (11) para garantir que o PT não volte a ocupar o Palácio do Buriti. Basta de tanta desgraça.
Para o Senado, votarei em duas candidatas do PL: Michele Bolsonaro (222) e Bia Kicis (223). São duas mulheres de valor e que vão fazer a diferença no Senado, onde a primeira missão é enviar o presidente da casa, Davi Alcolumbre, para a jaula.
Para deputado federal, meu candidato é também do PL: Izalci Lucas, que vem fazendo um bom trabalho.
E para deputado distrital votarei em Joaquim Roriz Neto, do PL (22000), que vem fazendo um bom trabalho na Câmara Legislativa.
AMAPÁ – Meu caso com o Amapá já foi explicado no início desta matéria. Meu pai, João Raimundo Cunha, foi pioneiro no Amapá e eu sou macapaense da gema (Macapá é a capital do Estado) e correspondente em Brasília da Academia Amapaense de Letras (AAL). Trabalhei durante uma década e meia em toda a Amazônia como jornalista e sou aficionado pela literatura científica e literária do Trópico Úmido, o que me torna conhecedor da geopolítica do Amapá.
O Estado mais isolado, mais violento e mais pobre do Brasil, o Amapá, tem, neste outubro revolucionário que se aproxima, a oportunidade de mudar seu destino. Os amapaenses têm a chance de eleger, já no primeiro turno, o homem com capacidade e vontade política para criar infraestrutura para a exploração de petróleo da Margem Equatorial, concluir a BR-156, ligar o Amapá ao Brasil por rodovia e estadualizar o Porto de Santana: Dr. Furlan, do PSD (55).
Para o Senado, os amapaenses devem votar em Lucas Barreto, do PSD (555) e Rayssa Furlan, do Podemos (200). Não devem votar, se quiserem resgatar o Brasil, em Randolfe Rodrigues, o bobo da corte de Lula e defensor de um dos maiores criminosos do mundo, o imunologista Anthony Fauci, que comandou as principais ações de saúde pública na pandemia de Covid-19 nos Estados Unidos. As ações de Fauci foram um engodo para matar parte da população mundial.
Fauci era um embuste e levou à morte milhões de pessoas. No
Brasil, Randolfe Rodrigues foi uma espécie de porta-voz informal de Fauci, na Comissão
Parlamentar de Inquérito da Covid, acusando Jair Bolsonaro, de maneira
criminosa e covarde, de fazer o que ele mesmo, Randolfe, estava fazendo:
arrastando milhões de brasileiros para a morte.
Em 2021, Randolfe Rodrigues foi condecorado com a Ordem Nacional da Legião de Honra da França, a mais alta condecoração da França, no grau de Cavaleiro. Segundo o governo francês, a honraria foi concedida em reconhecimento ao trabalho de Randolfe “em prol da cooperação transfronteiriça entre o Amapá e a Guiana Francesa, o compromisso do parlamentar com o fortalecimento das relações entre o Estado do Amapá e a Guiana Francesa, aproximando as regiões de Oiapoque e Saint-Georges”. Que porra é esta? Que trabalho foi esse?
Também foi porque Randolfe trabalhou no “combate à Covid-19”. Como eu disse, Randolfe Rodrigues influenciou meio mundo a se trancar em casa e morrer de covid e fome. Seu maior trabalhou durante a pandemia foi tentar a prisão de Jair Bolsonaro, o que, finalmente, ele e a máfia da ditadura da toga conseguiram, inventando um golpe de Estado de fazer corar até o diabo.
Também a honraria teria sido dada devido ao “engajamento na pauta da sustentabilidade, proteção da Amazônia e defesa do Acordo de Paris”. Até onde se sabe, Randolfe só defendeu uma coisa a vida toda: o comunismo. Ora, a Legião de Honra da França foi concedida a Randolfe pelo presidente Emmanuel Macron, comunista de carteirinha, amicíssimo de Lula da Silva e de Canja da Silva.
Quanto a deputado federal e estadual do Amapá, sugiro que
escolham candidatos da Direita, compromissados com o Brasil e com a democracia.

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