sexta-feira, 3 de junho de 2022

Bolsonaro será reeleito, a pandemia sumirá do mapa e o Brasil entrará na corrida espacial

Bolsonaro e Elon Musk unidos pela Amazônia (Agência Brasil)

RAY CUNHA* 

BRASÍLIA, 3 DE JUNHO DE 2023 – Os comunistas não acreditam na existência de Deus e, por extensão, do espírito. Assim, para eles, só há matéria, os cinco sentidos e o cérebro; não existe plano espiritual, que, embora também seja matéria, não é energia condensada, mas sutil, ou seja, trata-se de um estado da matéria diferente da energia condensada, com massa e três dimensões. Como eles dizem: religião é o ópio do povo. Se Dilma Rousseff não houvesse implodido o PT, Lula teria conseguido instalar sua ditadura comunista no Brasil, pois já aparelhara o Estado e estava desmoralizando o ensino, as famílias e as Forças Armadas. Instalada a ditadura, seu exército pessoal começaria a matar padres e pastores igual quem mata pombo. 

De modo que vou sustentar a tese do título deste artigo em sinais intuitivos, vindos do mundo das ideias, ou do plano da luz, emitidos por pensadores espiritualistas como Chico Xavier, Laércio Fonseca, Jorge Bessa etc. 

Comecemos por Bolsonaro. Em 6 de setembro de 2018, o deputado federal Jair Bolsonaro participou de um comício em Juiz de Fora (MG), em campanha eleitoral para a presidência da República. Como vinha acontecendo nas suas aparições públicas, o capitão reformado do Exército atraía centenas de milhares de apoiadores, pois representava a esperança de que o Brasil, finalmente, se livraria das garras da corrupção, que o exauria, como um gigante minado por microrganismos. Invariavelmente, a multidão acabava por carregá-lo nessas aparições. 

Enquanto era carregado, naquele mar de pessoas, Bolsonaro sentiu uma espécie de soco no baixo ventre, mas fora um golpe de peixeira, que quase o transfixa. O autor, Adélio Bispo de Oliveira, foi agarrado na hora e preso em flagrante pela Polícia Federal. 

Os agentes federais que cuidavam da segurança de Bolsonaro, prevendo uma ocorrência como essa, já vinham planejando rotas para hospitais a cada encontro do candidato com as multidões, assim, ele foi transportado rapidamente para a Santa Casa de Misericórdia de Juiz de Fora. Ao chegar à sala de cirurgia, Bolsonaro já perdera metade do seu sangue. A facada atingiu a veia mesentérica superior e os intestinos grosso e delgado. Se o atendimento demorasse mais um minuto Bolsonaro teria morrido. 

Bolsonaro sobreviveu. Embora tenha resistência de búfalo, a sobrevivência do então candidato deixou os comunistas, que continuam tentando eliminar Bolsonaro de qualquer jeito, desconcertados. Aliás, até os cirurgiões ficaram boquiabertos. Terá havido intervenção espiritual? 

O médium e astrofísico Laércio Fonseca sustenta no seu livro Projeto Terra que a vida em nosso planeta, e o próprio planeta, foram projetados por seres cósmicos, visando ao aprimoramento e à ampliação do espírito, de modo que esses seres superiores mantêm controle absoluto sobre a Humanidade, embora respeitem o livre arbítrio, sem o qual não haveria evolução. 

A vida, grosso modo, funciona da seguinte maneira: os espíritos nascem de Deus, ou seja, do que os cientistas clássicos chamavam de éter e Albert Einstein, de campo, e começam uma caminhada de aperfeiçoamento. A vida, aqui na Terra, é apenas um tipo de experiência pela qual passam alguns espíritos, classe denominada de raça humana; uma gota d’água no oceano em uma jornada eterna. 

Morrer significa que o espírito se separou do corpo carnal, que se desintegra, e o espírito ascende para o plano astral, sutil aos sentidos carnais, e do plano astral para o plano da luz e dos ascensionados. Jesus Cristo, por exemplo, é um espírito ascensionado. Segundo Laércio Fonseca, o Universo é povoado por várias raças de espíritos e controlado por agentes de Deus. Aqui e ali, um espírito ascensionado desce à Terra com a missão de fazer correções de rumo, dar uma ajuda aos humanos. 

O Brasil, “Coração do Mundo, Pátria do Evangelho”, viveu, de 2003 a 2018, corrupção desenfreada, com consequências até o presente momento, ataques dos comunistas à democracia, na tentativa assassina de abocanharem o país como o fizeram em Cuba e na Venezuela, e como estão fazendo agora na Argentina, Chile e Bolívia. A ideia, regada no Foro de São Paulo, é criarem uma imensa união de repúblicas comunistas na Ibero-América, uma espécie de Meca do narcotráfico, de onde pretendem atacar, com ajuda da China, os Estados Unidos. 

Atualmente, Bolsonaro tem que sobreviver a cada dia, mas ele conta com algumas armas que são verdadeiras bombas atômicas que explodem somente na vibração dos comunistas e só a eles causam baixas: a mesma Constituição que o Supremo rasgou; o povo, que, a cada dia, compreende mais o que é o comunismo; e as Forças Armadas, conscientes de que o Brasil só será o “Coração do Mundo, Pátria do Evangelho” se cada soldado, cada general, for consciente o seu papel de defensor da liberdade. 

Quanto a Adélio Bispo de Oliveira, a Polícia Federal não encontrou mandante e o Supremo poderá soltá-lo. O Supremo está podendo tudo. Até soltou Lula, condenado à prisão por vários juízes e desembargadores. 

Quanto à pandemia, a Humanidade, desde seus primórdios, sempre esteve às voltas com elas. Aqui e ali uma pandemia leva a mudanças radicais de hábitos, relacionamentos humanos e pontos de vista. A Peste Negra ceifou metade da população mundial; a Gripe Espanhola, como outras pestes, levou outro tanto. Desde 2020, foi a vez do vírus chinês, o novo coronavírus, que já matou a torto e a direita. Mas astrólogos já tinham apontado 2020 como um divisor de águas para a Humanidade. 

Em 2016, o astrólogo Boris Cristoff (1925-2017) previu para 2020 um acontecimento que sacudiria a Humanidade, com índices pavorosos de desencarnes e radicais mudanças políticas e econômicas mundiais. Também os astrólogos Henri-Joseph Gouchon (1898-1978), Andre Barbault (1921-2019) e a brasileira Celisa Beranger previram a mesma coisa. Mas previram também que a partir de 2023 começaremos o maior período de crescimento já experimentado pela Humanidade. 

Segundo o médium Chico Xavier, forças angélicas da Terra se reuniram em 20 de julho de 1969, data em que o homem pisou na lua, para deliberar sobre os terráqueos, ameaçados por uma terceira guerra mundial, atômica, seguida de cataclismos arrasadores. 

Jesus Cristo, que participava do conclave planetário, deliberou por uma moratória de 50 anos aos terráqueos, a iniciar-se naquela data, até 20 de julho de 2019. Desde 1969, a presença de discos-voadores e seres extraterrestres aumentou em todo o planeta. Estariam atentos para intervirem e evitarem a batalha final? 

Em 2020, explodiu a pandemia do novo coronavírus, desestruturando sociedades, levando à anomia e ao medo. Nos países com regime fabiano, agentes, que se beneficiam do inchaço do Estado, aproveitam para tentar derrubar governos conservadores e instalar uma ditadura mais feroz. A reclusão forçada no lar, devido à quarentena, levou a ajustes de contas na família, a separações, assassinatos e suicídios. A vida se tornou on-line mais do que nunca. 

A pandemia está no fim. Mas não será a última. Ela é apenas mais uma amostra de que a matéria é nada, como dizem os budistas; de que nossa estada neste planeta é apenas um pequeníssimo ciclo evolutivo na eternidade. Mostra que a luta encarniçada pelo poder e pela posse é própria dos espíritos mais baixos, mais animalizados. 

A morte, individual ou em massa, é uma certeza absoluta da Humanidade. Por que? Porque não somos daqui, da Terra. Por isso não ficaremos aqui. Quando os engenheiros siderais projetaram a Terra, não havia vivalma, aqui, e agora são 7,7 bilhões de almas. De onde vieram? De outros planos e orbes, para viverem a experiência da matéria, que é esta, feita de átomos. As naves dos ETs movem-se em velocidade quântica, passando de um plano para outro. O Universo é infinito e as raças que o habitam, inúmeras. Mas todos são espíritos. 

Em 2010, o físico teórico Stephen Hawking fez uma advertência: “Se os alienígenas nos visitarem, o resultado será parecido a quando Colombo desembarcou na América, o que não deu muito certo para os nativos americanos”. Os ETs sabem desde sempre da raça humana e da Terra, e, ao contrário do que sustentou Hawking, procuram nos proteger de nós mesmos. 

Quanto a discos-voadores, a Operação Prato, realizada pela Aeronáutica, no Pará, é a prova brasileira mais contundente da existência de ETs e Ovnis. E o sinal mais pungente de que as coisas vão mudar de água para vinho, como se diz, é justamente a presença de Ovnis nos céus do mundo. Segundo Laércio Fonseca, os ETs estão entre nós desde sempre, inclusive ao nosso lado, caminhando, nas ruas. Em 2023, quem sabe aconteça uma prova mais convincente. 

E sobre a corrida espacial, a Linha Imaginária do Equador é o local de rotação mais veloz da Terra. Assim, o PIB francês é ampliado por três foguetes lançados na base espacial em Kourou, próximo ao Equador, no meio da selva, no Departamento Ultramarino francês, a Guiana Francesa: Ariane, Soyuz e Vega. O maior deles, o Ariane 5, foi criado em 1996, levando para o espaço alguns dos maiores satélites de telecomunicações e meteorologia do planeta. 

O projeto do Ariane 6, foguete de 62 metros de altura, desenvolvido para lançar espaçonaves ainda maiores do que as transportadas pelo Ariane 5, tem orçamento de 2,4 bilhões de euros, dinheiro dos países da Agência Espacial Europeia (ESA); mais barato e eficiente do que o Ariane 5. Cada lançamento do Ariane custa em torno de 100 milhões de dólares. 

Mas uma nova geração de foguetes reduziu os custos. A SpaceX, Space Exploration Technologies, do bilionário Elon Musk, pode fazer a mesma coisa que o Ariane 5 dezenas de milhões de dólares mais barato. Os dois primeiros foguetes da empresa são os Falcon 1 e Falcon 9, homenagem à Millennium Falcon, de Star Wars, e sua primeira nave espacial é a Dragon, em homenagem ao filme Puff the Magic Dragon, tudo isso concretizado em apenas sete anos. 

Em setembro de 2008, o Falcon 1 fez história: tornou-se o primeiro foguete privado a colocar um satélite na órbita terrestre, e, em 25 de maio de 2012, a Dragon ancorou na Estação Espacial Internacional, tornando-se a primeira empresa privada a fazer isso. 

O Brasil possui duas bases de foguetes: o Centro de Lançamento da Barreira do Inferno, em Natal/RN, e o Centro de Lançamento de Alcântara/MA, ambos na Região Nordeste. A Agência Espacial Brasileira (AEB) coordena o programa espacial desde 1994, pesquisando e desenvolvendo tecnologias para a produção de foguetes e satélites. Agora, Elon Musk entrou na jogada. Quer investir na corrida espacial brasileira. 

Os sinais são estes.

 

*RAY CUNHA é jornalista, terapeuta em Medicina Tradicional Chinesa (acupunturista) e escritor, autor de O CLUBE DOS ONIPOTENTES, no qual baseou este artigo.

quarta-feira, 1 de junho de 2022

Raspútin, o mago negro da Rússia, reencarna em Brasília para auxiliar na eliminação de Bolsonaro

Um dos maiores jornalistas que fazem a cobertura política do país, José Maria Trindade, do programa Os Pingos nos Is, lê O CLUBE DOS ONIPOTENTES durante folga nos estúdios da Jovem Pan em Brasília

BRASÍLIA, 1 DE JUNHO DE 2022 – Grigori Yefimovich Raspútin, o Mago Negro da Rússia, influenciou para que a família imperial russa fosse massacrada e para que Josef Stalin instalasse, em 1917, na Rússia, o comunismo, a maior peste que já assolou a humanidade. 

Raspútim reencarnou em Belém do Pará, migrou para Brasília, onde se elegeu senador, e está influenciando para a eliminação do presidente Jair Messias Bolsonaro e família e na instalação do comunismo no Brasil pelas ventosas da besta de nove cabeças e nove garras. 

Raspútin foi assassinado por um agente 007 do MI6 em plano liderado pelo príncipe Félix Yussupov, que também reencarnou em Brasília e está no encalço do senador Patarrão.

Este é o argumento do thriller político O CLUBE DOS ONIPOTENTES (Editora Clube de Autores e amazon.com.br, 2022, 278 páginas, R$ 44,14 e ebook R$ 18,19). 

Ao começar o livro você só o largará na última página. Bolsonaro, que na vida real é perseguido dia e noite pelo Foro de São Paulo, será, nesta história de ficção, assassinado?

Ray Cunha. Ao fundo, o grafite sobre tela Tuiuiú Crucificado,
de Olivar Cunha, que representa a baía de Guanabara poluída

O autor desta reportagem romanceada, ambientada na história política recente do país, é o macapaense (AP) Ray Cunha, escritor e jornalista, com passagem nos maiores jornais da Amazônia e de Brasília, onde cobriu o Congresso Nacional.

O CLUBE DOS ONIPOTENTES na edição do Clube de Autores

Capa na edição da amazon.com.br e da amazon.com

quinta-feira, 26 de maio de 2022

O que fizeram de ti, Rio de Janeiro?

Cristo Redentor. Foto de Tânia Rego/Agência Brasil

RAY CUNHA 

BRASÍLIA, 26 DE MAIO DE 2022 – O comunismo, teoria político-econômica de Karl Marx, poeta e dramaturgo fracassado, foi posta em prática durante sete décadas na Rússia e outros países invadidos pela Rússia. O resultado foi uma das maiores catástrofes da História, repetida pelos chineses, coreanos do norte, Cuba e agora pela Venezuela, Argentina e Chile. 

Mataram mais de duas centenas de milhões de pessoas, seus próprios conterrâneos, pela fome. Em Cuba, famílias colocam suas meninas nos puteiros para não morrerem de fome. Na Venezuela, logo, logo começarão histórias de canibalismo. Na Argentina, que já foi um dos dez países mais ricos do mundo, muita gente já está comendo lixo. 

No comunismo, a população vira escrava dos líderes revolucionários, que se tornam os donos do Estado. A população perde o direito à propriedade de suas casas e crianças são escolhidas a dedo para serem estupradas em propriedades secretas dos líderes comunistas. Não há Legislativo nem Judiciário, mas somente partido único, e os narcotraficantes passam a agir livremente, desde que deixem uma espécie de imposto para o Estado. 

É o que está acontecendo no Rio de Janeiro, vitrine do Brasil, a cidade mais linda do planeta. A pedido de um dos partidos comunistas do país, o Supremo Tribunal Federal (STF) proibiu que a polícia combata o crime no Rio. O resultado é que os chefões de todo o país foram para lá e a tornaram a capital do crime. 

O Rio começou a virar a Meca da bandidagem em 15 de março de 1991, quando o comunista Leonel Brizola assumiu como governador, até 2 de abril de 1994. Brizola fez vista grossa aos chefões do narcotráfico. Aí a bandidagem foi ampliada em velocidade quântica. 

De 1 de janeiro de 1995 a 1 de janeiro de 2003, outro comunista, Fernando Henrique Cardoso, assumiu a presidência da República, e, em 2003, até 2016, entrou o Partido dos Trabalhadores (PT), liderado por Lula, que pretendia instalar uma ditadura nos moldes de Cuba. 

Em 2019, assumiu o capitão do Exército Jair Messias Bolsonaro, que desde então vem impedindo a roubalheira capitaneada por Lula e procura reduzir a criminalidade nas ruas em todo o Brasil. Mas Lula conseguiu aparelhar o Estado. Já até tentaram matar Bolsonaro, que só não morreu à facada porque é forte como um leão e conseguiu sobreviver. Mas continuam tentando. 

Quanto ao Rio, a Cidade Maravilhosa está em guerra. Não demora e as máfias tomarão conta do Palácio da Guanabara. Está claro aos patriotas brasileiros que não nos livraremos dos comunistas pela paz, mas pela única linguagem que eles entendem: a do inferno.

Não importa o que pensem, digam e divulguem no exterior, se a situação ficar insustentável as Forças Armadas terão que intervir, pela sobrevivência do próprio país. Será a grande oportunidade de uma erradicação em escala da praga. Já temos vírus demais à solta.

Repórter investiga tráfico de crianças e descobre complô com o objetivo de eliminar Bolsonaro

Edição da amazon.com.br: conseguirão eliminar Bolsonaro?

RAY CUNHA*

Edição clubedeautores.com.br

BRASÍLIA, 26 DE MAIO DE 2022 – Ao investigar tráfico de crianças em Brasília repórter descobre indícios de que essas crianças, depois de servirem sexualmente até morrerem, são queimadas e seus restos misturados a compostagem utilizada nos jardins públicos de Brasília. Também descobre um complô do establishment para eliminar o presidente da República, Jair Messias Bolsonaro, e sua família.

O Partido dos Trabalhadores (PT) chegou ao poder, pelas garras de Lula, em 1 de janeiro de 2003, e foi defenestrado pelo neurônio único Dilma Rousseff, em 2016. Planejava instalar uma ditadura tipo a de Cuba, porém não combinara com as Forças Armadas. Mas conseguiu desviar trilhões de reais e aparelhar o Estado. 

Bolsonaro se candidatou à presidência, prometendo estancar a roubalheira e a partilha dos ministérios, e investir na infraestrutura do país. Quando viram que ele ia ganhar tentaram matá-lo. O assassino aplicou um facão nas vísceras de Bolsonaro que mataria um búfalo, mas ele resistiu e conseguiu assumnir a presidência da República. Vem fazendo tudo o que prometeu. Agora, o complô é para que ele não se reeleja, ou não seja reempossado. 

É esta a sinopse de O CLUBE DOS ONIPOTENTES, meu último romance, que mistura personagens de ficção com a história política recente do país. Bolsonaro morrerá? Será preso? O clube dos onipotentes rirá por último? No último capítulo, o repórter sai atrás de um pato no Cerrado. 

Leia O CLUBE DOS ONIPOTENTES. Você pode adquiri-lo no: 

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RAY CUNHA e o grafite sobre tela Tuiuiú Crucificado, de Olivar Cunha

*RAY CUNHA é jornalista, escritor e terapeuta em Medicina Tradicional Chinesa. Natural de Macapá/AP, trabalhou nos grandes jornais da Amazônia e de Brasília/DF, onde mora. é autor dos romances: JAMBU, FOGO NO CORAÇÃO, HIENA, A CONFRARIA CABANAGEM e A CASA AMARELA

sexta-feira, 20 de maio de 2022

Sete graus no Parque da Cidade, Brasília em chamas, o diabo chupando manga verde no despautério do mundo e o garanhuense do AP

Ray Cunha e seu último livro, O CLUBE DOS ONIPOTENTES:
thriller político ambientado na ditadura da toga e a permanente
tentativa de eliminarem o presidente Bolsonaro e sua família

RAY CUNHA 

BRASÍLIA, 20 DE MAIO DE 2022 – Hoje é aniversário da minha amada, Josiane Souza Moreira Cunha. Namoramos há 34 anos. Nosso namoro é como uma viagem no dorso da luz e que se passa sempre agora. Poesia é isso, uma queda para cima, um corte em profundidade, o azul, tão azul que sangra. 

Ontem, saí para caminhar logo após às 7 horas. Caminho, geralmente, no Parque da Cidade, que faz divisa com meu bairro, o Sudoeste. Fazia 7 graus centígrados. Para mim, a temperatura ideal é 21 graus. Estava agasalhado, é claro. Pensei que mesmo assim Brasília está em chamas, especialmente a Praça dos Três Poderes. Vivemos a ditadura da toga. 

Quando penso na expressão “Brasília em chamas” lembro imediatamente do livro de contos de Ruan Rulfo, Chão em Chamas, e do meu conto Almoço de Trabalho no Porcão, do meu livro O Casulo Exposto, pois me remetem à Esplanada dos Ministérios, ao Museu da República, de Oscar Niemeyer. Em agosto, meio-dia, o concreto de Niemeyer chega aos 60 graus e qualquer ponta de cigarro na palha do gramado pega fogo. 

Mas o fogo, agora, é outro. Bolsonaro se elegeu prometendo erradicar a quadrilha dos gafanhotos e está fazendo isso. Os gafanhotos sabem que se ele se reeleger jogará um Saara de cal sobre os comunistas brasileiros e, de quebra, da Ibero-América. 

Quando caminho sem a companhia da minha gata, geralmente atravesso o Parque da Cidade até os Setores Comercial e Hoteleiro Sul. Gosto de observar o hall dos grandes hotéis e sentir o cheiro dos cafés. Quando caminhamos todo o nosso corpo é mobilizado, inclusive a glândula pineal, que conecta o espírito ao corpo físico. É quando recebo mensagens dos meus mentores espirituais. 

Romances inteiros já surgiram nas minhas caminhadas. As personagens vão nascendo e as que já existem conversam comigo, e, assim, a trama vai nascendo. Em recente conversa com o escritor Fernando Canto, enquanto degustava uma cuia de tacacá no restaurante Delícias do Pará, na Rua Hamilton Silva 1499, no Centro, praticamente já no bairro de Santa Rita, em Macapá, conversamos sobre isso. 

Quando escrevemos um romance não seguimos nunca um esquema. Não dá certo. Esquema é para ensaio. Escrevemos apenas. Depois que os personagens disseram tudo o que tinham a dizer e fizeram tudo o que tinham a fazer, temos uma trama. Aí, é hora dos cortes, da lapidação, até a joia aparecer em todo o seu esplendor. 

Falando em Macapá, minha cidade natal, sou pouco conhecido lá. Apenas alguns artistas, amigos da juventude, me conhecem, mas o fato de que sou conservador os afastaram. Li que a Academia Amapaense de Letras (AAL) elegerá dez novos sócios, deliberação tomada em reunião de diretoria realizada no dia 9 de maio. O edital do concurso deverá ser publicado na próxima semana, com vigência até 18 de junho. Acho que eu não teria a menor chance. 

A propósito, a Academia Brasileira de Letras (ABL) integrou recentemente um compositor, Gilberto Gil, e uma atriz, Fernanda Montenegro. Gilberto foi ministro da Cultura de Lula e Fernanda Montenegro participou da campanha eleitoral de Lula e de Sérgio Cabral. 

Que dirá o Amapá, que elegeu Jegue Sarney senador vitalício! A grande obra do autor de Marimbondos de Fogo foi anexar o Amapá ao Maranhão. A propósito, Jegue é da ABL. Já deve ser também da AAL. O Amapá elegeu ainda senador o coordenador da campanha de Lula, Randolfo Rodrigues, conterrâneo de Lula, natural de Garanhuns/PE. 

Randolfe foi condecorado pela França com a Legião de Honra “como reconhecimento por sua atuação em assuntos como meio ambiente e ao combate à pandemia”. O atual governo francês é comunista e faz coro a Randolfe e Leonardo DiCaprio de que Bolsonaro está incendiando a Amazônia. Mentira. Bolsonaro está resgatando a Amazônia. Lula e seus antecessores no Palácio do Planalto é que desde 1986 estavam entregando a Amazônia para a grilagem internacional. 

A Amazônia Legal é o sertão brasileiro. Os governadores de lá mandam em tudo, vigiam tudo, mantêm seus currais eleitorais igual o Partido Comunista Chinês mantém os chineses na linha. Deus livre alguém de compartilhar uma notícia comigo contra um capo di tutti capi do Amapá. 

Quanto à pandemia do vírus chinês, a única coisa que Randolfo fez foi a encenação da CPI da covid-19. Foi uma coisa melancólica aquilo, o Harry Potter de Garanhuns, o cara de capivara do Amazonas e o Lampião do brejo de Alagoas. 

Acredito que antes de agosto a queda de braço entre o Supremo e Bolsonaro chegue ao fim. Não vejo meio termo nisso. Um dos dois lados poderá ser estripado, ou golpeado na saboneteira, com uma katana. Isso é simbólico, é claro. O fim mesmo só se dará com a reeleição de Bolsonaro é um novo Senado, que cumpra seu papel com patriotismo.

De uma forma ou de outra, ainda este ano vamos ver o diabo chupando manga verde no despautério do mundo.

Quem deseja a eliminação do presidente Jair Messias Bolsonaro? Ninguém sabe. Ou sabe?

O CLUBE DOS ONIPOTENTES na edição do clubedeautores.com.br

RAY CUNHA 

BRASÍLIA, 20 DE MAIO DE 2022 – Jornalista investiga tráfico de crianças e se depara com conspiração para matarem, prenderem, ou, de alguma maneira, eliminarem o presidente da República, Jair Messias Bolsonaro.

Em 2018, ainda candidato, Bolsonaro prometeu que se fosse eleito não permitiria que ninguém roubasse no Executivo; que se alguém fosse flagrado em roubo seria demitido e despachado para a Justiça. Também prometeu que não lotearia seu ministério, que seus ministros seriam técnicos.

Quando viram que ele seria eleito, mesmo fazendo campanha sem dinheiro e sem tempo na televisão, contando apenas com os que acreditavam nele e um telefone celular, enviaram um assassino para matá-lo. Adélio Bispo, ex-Psol, eviscerou Bolsonaro, o facão quase vara o mito em formação. Até ser socorrido na Santa Casa de Misericórdia de Juiz de Fora/MG, Bolsonaro perdeu metade do seu sangue. Mas, forte como um búfalo sobreviveu, e continuou fazendo campanha na cama. Foi eleito e tomou posse.

Desde então, tentam matá-lo, prendê-lo, ou, de alguma forma, acabar com ele e seus familiares, filhos, incluindo uma menina, e sua esposa. Sua mãe já se foi, por morte natural.

Mas quem deseja a morte de Bolsonaro? Ninguém sabe. Ou sabe?

Mudando de assunto, o Partido dos Trabalhadores (PT), clube pertencente a Lula, se instalou no poder de 2003 a 2016. Nesses 13 anos, foram desviados trilhões de reais da burra, inclusive do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e principalmente da Petrobras, que, finalmente, Bolsonaro, se não for morto ou eliminado de alguma maneira, privatizará.

Os petistas pretendiam se perpetuar no poder, até a instalação definitiva de uma ditadura tipo a de Fidel Castro em Cuba e Hugo Chávez Maduro na Venezuela. Como todos sabem, Dilma Rousseff implodiu o PT, mas já haviam aparelhado profundamente o Estado.

É este o cenário do meu último romance, O CLUBE DOS ONIPOTENTES, um trhiller político com personagens de ficção e reais, vivas e mortas. Mostra como surgiu o ovo da serpente, o mago negro de nove cabeças e nove garras de urubu. 

É leitura para uma noite, ou nos intervalos do trabalho. Adquira O CLUBE DOS ONIPOTENTES no: 

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terça-feira, 17 de maio de 2022

Clube dos togados e príncipes do Senado criam maçonaria. O Harry Potter de Garanhuns conseguirá culpar Bolsonaro pela frente fria?

José Maria Trindade, de Os Pingos nos Is, da Jovem Pan, um dos
maiores analistas políticos do jornalismo brasileiro está lendo
O CLUBE DOS ONIPOTENTES, de Ray Cunha, thriller político no estilo
de AGOSTO, de Rubem Fonseca. Em O CLUBE jornalista investiga
tráfico de criança e se depara com um complô contra Bolsonaro

RAY CUNHA

BRASÍLIA, 17 DE MAIO DE 2022 – Brasília está cada vez mais parecida com Sodoma e Gomorra: as bacanais políticas ocorrem a céu aberto, como se diz. A última conspiração que paira no ar cada vez mais intoxicante de Brasília foi uma reunião, que deveria ser secreta, na casa da senadora Katia Abreu (PP/TO), quarta-feira 11, à luz de velas, reunindo a nata do país: senadores e ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Essa notícia já é de conhecimento até das calçadas bombardeadas de Brasília. 

O Supremo foi representado pelos ministros Gilmar Mendes, Ricardo Lewandowski e Alexandre de Moraes, este, é aquele que prende todo mundo; só não prendeu ainda Bolsonaro por três razões: o mito é escravo da Constituição, o povo o adora e as Forças Armadas o apoiam. 

Por parte do Senado, reuniu-se uma fauna que faz inveja a qualquer circo: o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD/MG), e os senadores Jaques Wagner (PT/BA), Randolfe Rodrigues (Rede/AP), Renan Calheiros (MDB/AL), Marcelo Castro (MDB/PI), Tasso Jereissati (PSDB/CE) e Weverton Rocha (PDT/MA), e o ex-governador de Alagoas, Renan Filho (MDB). Kátia participou ou só entrou com a boia? 

Acertaram um plano, uma frente em defesa do Supremo, que se acha atacado. Por quem? Como assim atacado? Defenderam com unhas e dentes as urnas ridículas do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e Pacheco jurou que não deixará o STF sozinho, que o defenderá com todas as armas. 

O senador Renan Calheiros disse à Folha de S.Paulo que os próximos passos do clube será definir uma agenda e pedir ajuda a outros parlamentos do planeta; para exatamente o que, ele não disse. 

– O grupo não tem nome ainda – Calheiros explicou, com seu gracioso sotaque de capiau de Alagoas. – Não sabemos quantos somos; sabemos somente desse grupo menor que participou do jantar da Kátia e de outras reuniões. Tem que ver pelo perfil, quem defende a Constituição e está disposto a se entregar a essas tarefas de fazer a relação com outros parlamentos do mundo, atrair observadores para a eleição, fortalecer o Supremo, que é o poder da vez que está sendo contestado, não deixar o STF solitário. – Parece que o negócio é sério. 

Não se tem notícia de que Randolfe Rodrigues tenha dado faniquito durante o repasto. Conterrâneo de Lula, natural de Garanhuns/PE e eleito senador pelos amapaenses, que também adoram Jegue Sarney, que anexou o Amapá ao Maranhão, Randolfe é coordenador da campanha de Lula e odeia profundamente Bolsonaro. 

Randolfe põe a culpa de qualquer coisa que acontece em Bolsonaro. Queixou-se ao Supremo que Bolsonaro seria a causa da pandemia do vírus chinês e o Supremo lhe deu uma CPI, que, é claro, só fez ridicularizar ainda mais o Harry Potter de Garanhuns. 

Agora, Bolsonaro deverá ser acusado da frente fria que vem aí. A Defesa Civil Nacional alerta para massa de ar frio da Antarctica que desde domingo 15 avança pela Região Sul e atingirá o Sudeste, o Centro-Oeste e chegará até a Região Norte. No Sul, nevará, e em Brasília poderá cair até geada. O frio se dissipará até 23 de maio.

Bolsonaro que se cuide, pois ainda não desistiram de estripá-lo. Como não conseguiram matá-lo à facada, os comunistas deixaram de lado a revolução e querem acabar com o mito pela democracia mesmo. Só não combinaram com o povo, com as Forças Armadas e com a Constituição.