
A jornalista Adriana Garcia entrincheira-se na AJOIA Brasil e na AJOCIN
RAY CUNHA
BRASÍLIA, 11 DE JULHO DE 2026 – Adriana Garcia é minha confreira na AJOIA Brasil (Associação de Jornalistas Independentes e Afiliados), um grupo de dezenas de jornalistas de todo o Brasil, com membros também nos Estados Unidos e na Europa, que defendem a verdade dos fatos jornalísticos, a democracia, a liberdade de expressão, a família e a cultura hebraico-cristã. Somos jornalistas independentes, sem rabo preso. Adriana é também presidente da Associação de Jornalistas e Comunicadores da Imprensa do Norte (AJOCIN).
A trincheira de Adriana Garcia é uma das mais perigosas do país: Macapá, a capital do Estado do Amapá, no Setentrião, o mais isolado do Brasil e dominado pelo Foro de São Paulo: comunistas, narcotraficantes, guerrilheiros homiziados e terroristas do Primeiro Comando da Capital (PCC) e do Comando Vermelho (CV). Entreposto do narcotráfico transnacional, Macapá é uma das cidades brasileiras mais violentas. Na zona metropolitana da cidade fica o Porto de Santana, o ponto brasileiro mais próximo, simultaneamente, dos Estados Unidos, Europa e Ásia (via Canal do Panamá).
O governo dos Estados Unidos classificou o PCC e o CV como organizações terroristas estrangeiras, desde 5 de junho, o que lhe permite sanções às duas facções, como o congelamento de ativos financeiros e restrições a pessoas com vínculos com as máfias. Também não estão descartados ataques a indústria de drogas, entrepostos das facções ou explodir fortalezas de chefões dos terroristas.
Jornalista há 24 anos, graduada pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA), editora-chefe do portal Conservador News, com canal no YouTube, especialista em Educação, coach, palestrante, cristã, esposa e mãe, seu microfone rosa choque começa a irritar a Esquerda amapaense, um braço da Ditadura da Toga.
Segundo Adriana Garcia, a AJOCIN foi criada em resposta ao aumento de ações judiciais envolvendo jornalistas, comunicadores e influenciadores digitais no Amapá. Ela afirmou que há “mais de 100 processos” em andamento contra jornalistas, comunicadores e influenciadores, envolvendo o governador do Amapá, Clécio Luís, do União Brasil, mesmo partido do presidente do Congresso Nacional, senador Davi Alcolumbre, defensor intransigente da Ditadura da Toga e do líder da Esquerda no Brasil, Lula da Silva.
Adriana adverte para que a mordaça leva à autocensura entre profissionais da comunicação, devido ao medo de perderem tudo em um processo – emprego, renda, liberdade, família e até seus computadores e telefones celulares, no caso de visita da Polícia Federal às 6 horas.
– Se a gente achar isso normal, o que vai acontecer? Vai haver uma autocensura. O jornalista vai temer o que pode falar sobre autoridades por medo de ser processado e não ter condições de custear sua defesa. Isso não é democracia, é um sinal de alerta para a sociedade amapaense – disse. – Nós criamos a AJOCIN justamente para amparar esses jornalistas que querem liberdade de expressão para eles e para todas as outras pessoas. Não estamos aqui por questões políticas. Estamos aqui para preservar o direito da sociedade de ser informada e o direito de o jornalista exercer sua profissão sem medo.
Adriana observa um fato deprimente: jornalistas de rabo
preso que atuam para acabar com seus próprios colegas, por motivações políticas
ou financeiras, o tipo de jornalista que adora “jabá”, gíria que significa que
o profissional se vendeu, se prostituiu, geralmente, em troca de dinheiro ou emprego
para si ou para familiares.
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