sábado, 25 de junho de 2022

Jornalismo-carniça fareja menina obrigada a matar bebê. Mulheres que odeiam os homens

RAY CUNHA 

BRASÍLIA, 25 DE JUNHO DE 2022 – A velha imprensa, aquele balcão de negócios fedendo a carniça, doido para dar sumiço em Bolsonaro e voltar a faturar na sua senda de mentiras, publicou, esta semana, a história de uma menina de 11 anos vítima de aborto estimulado de outra criança de 7 meses, assassinada antes de nascer, mesmo com pessoas se oferecendo para adotar o bebê. 

Os gênios da reportagem noticiaram o negócio como se a menina fosse estuprada por um homem adulto e que uma juíza a estava escondendo para ela não abortar. Foi um Deus nos acuda. As feministas, o pessoal dos direitos humanos e os loucos para matar Bolsonaro puseram-se a gritar o direito da menina de mandar o bebê desta para outra melhor. 

Vamos aos fatos. O caso se deu em Santa Catarina. Segundo o delegado da Polícia Civil de Santa Catarina, Alison da Costa Rocha, que cuida do caso, o pai do bebê, de 13 anos, é filho do padrasto da menina e reside na mesma casa em que a garota morava, e o sexo era consentido. A mídia que inicialmente publicou o caso ocultou isso, cuidando de criar apenas um lado imoral da história. Mas a maior imoralidade mesmo foi o assassinato do bebê de sete meses. 

A Justiça de Santa Catarina teria tentado evitar o aborto, mantendo a menina em um abrigo longe da família, mas o Ministério Público Federal (MPF) recomendou que o bebê fosse retirado, independentemente da idade, ou seja, se estivesse para nascer, mesmo assim seria assassinado. 

O Feminismo é um negócio diabólico. Pretende empoderar as mulheres, igualando-as aos homens, em termos políticos, sociais, econômicos, libertando-as de padrões patriarcais e igualando-as também em termos sexuais, para então humilharem e depois matarem, de preferência tocando fogo, os homens. Mas as mulheres jamais serão homens; a recíproca é verdadeira. Os gêneros foram criados pelos engenheiros siderais para a reprodução de corpos, que são os escafandros nos quais os espíritos sobrevivem na atmosfera terrestre. 

As feministas entendem que são donas dos seus corpos e podem fazer o que quiserem com eles. Podem, mas têm de arcar com as consequências, que são duas: a primeira é que podem fornicar a abortar quantas vezes quiserem, até o corpo não aguentar mais, perder completamente a energia Qi e morrer; a segunda é que o corpo é cármico, o que quer dizer que ele serve, em última análise, para uma experiência moral ao espírito, submetido à lei da causalidade, do plantar livremente, mas colher obrigatoriamente. 

As feministas não entendem que hoje as mulheres ocidentais ombreiam-se aos homens e até os ultrapassam em vários setores da existência. As mulheres não são mais escravas dos pais e dos maridos. O problema é que as mulheres são românticas, fiéis e doces, e o mundo está cheio de escravocratas sanguinários. Mas dependendo da colheita, sempre se pode encontrar a alma gêmea. 

O maior problema é que o feminismo é estudado somente do ponto de vista material. O espírito não entra nessa história, como não entra em ciência alguma. Se as mulheres soubessem o que ocorre no plano espiritual quando matam o próprio bebê! É claro que no caso da menina de 11 anos há atenuantes.

A internet impediu que a velha mídia continuasse a uivar, a bramir, no caso da menina, pois o jornalismo no YouTube tratou de apresentar os fatos. Por enquanto, continuarão guinchando que Bolsonaro está tocando fogo na Amazônia e matando as zebras, leões, rinocerontes e hipopótamos que povoam a grande cordilheira!

Nenhum comentário:

Postar um comentário